minha pequena

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Satoru Gojo

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Satoru Gojo

Socorro! Socorroooo!! Alguém me ajuda!! - Eu escutava gritos enquanto o Suguru se aproximava da minha casa.

SATORU!!!! SATORUUUUUUU!

- PARA O CARRO! - Gritei e ele assim fez. - Eu vou até lá! Fica aqui e chama o Itadori, precisamos de um garoto rápido aqui.
- Você quem manda Sato. - Falava enquanto pegava o celular acionando todos os outros seguranças.

Eu peguei a minha pistola e a faca que estava dentro do porta coisas do carro e saí rapidamente, afrouxando a camisa preta.

- SATORU NÃO VAI LEVAR AS PISTOLAS DOURADAS?!

- Não! Eu não preciso mais delas! - Gritei de volta vendo que a tecnologia da minha casa havia sido desativada, simplesmente corri para dentro da casa e já estava pegando fogo a cozinha, fui até a minha sala de vinhos e lareira, estava revirado, tinha sangue no piso.

- Aquele filho da puta! - Falei enquanto acionava a arma e olhava para os cantos, retirei meus óculos pretos colocando na minha camisa. - Filho da puta! APAREÇA TOJI! - Esbravejei. - CADÊ VOCÊ!!

- Aiai Satoru... Acho que a sua queridinha precisa de ajuda... - A voz vinha do corredor de cima, corredor do quarto vermelho.

Eu rapidamente tratei de subir correndo, estava com muita fumaça e um pouco escuro o ambiente, afinal ele havia atirado nas minhas lâmpadas que eu havia comprado com tanto carinho e pagado caro também.

Eu fui até o corredor do meu quarto vermelho, e vi que ele estava aberto, entrei no mesmo e vi um tamanco da Sra. Walsh jogado e o chicote maior não estava pendurado.

E mais rastros de sangue, assim que eu me dei conta, estava um rastro de sangue no corredor, eu segui ele até o outro quarto.

- Sra. Walsh?!! SRA. WALSH!!!

- Acho melhor vocês se apressarem... - Ouvi a voz de fundo mais uma vez, em seguida com a contagem de uma bomba implantada. Eu nem pensei só fui até o quarto e vi a ____ desmaiada, com o vestido rasgado, as pernas avermelhadas e com muito sangue.

Se ele tiver feito alguma coisa com ela... Com a minha pequena, não haverá volta.

Olhei para o lado e notei que a bomba estava dentro do banheiro dessa suíte.

E eu entrei no closet e notei a respiração de alguém, assim que abri o guarda roupa eu vi aquele moleque, e sorri para ele.

- Nos vimos de novo hein... Fushiguro. - Ele estava amedrontado.
- E-Ele está lá fora... - Ele dizia enquanto eu o puxava do closet e o jogava no chão do quarto.
- Desarme a bomba. - Apontei o revólver para ele e ele foi andando com medo até a bomba dentro do banheiro.
- P-Por favor... Tenha piedade de mim! - Ele se ajoelhou para desarmar a bomba, e eu ali em cima dele.
- Anda logo! - Resmungou dando um soco com a arma em sua cabeça.
- T-Tá.
- Eu te deixo viver. - Sorri e ele não pode ver porque estava de costas mexendo na bomba, enquanto isso mandei uma mensagem super rápida para o Suguru para ele prestar atenção lá fora e chamar os outros rapazes.

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