o seu pai era dono da maior marca de lingerie do mundo, chamada Vallerie, Satoru Gojo era seu segurança particular e seu braço direito nos negócios.
mas seu mundo caiu quando seu pai faleceu e quem ficou responsável em cuidar de você nada mais e nad...
oie meus amores, espero que estejam bem, fiquem com esse capítulo amorzinho, vejo vcs em breve!! desculpem os erros ortográficos e não desistam de mim!! favoritem e comentem quero saber o que estão achando!!!
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Satoru Gojo
- Satoru por favor acorda!! - Eu escutava uma voz bem de fundo, fina e chorosa.
Eu ia abrindo meus olhos devagar, e eu estava deitado numa cama de hospital, chique por sinal e vejo a minha pequena com a cabeça baixa segurando a minha mão, e um detalhe: tinha uma calcinha e os meus óculos em cima de mim.
- O-O que é isso? - Perguntei sonolento, e ela ria com a cara de choro tirando as coisas de cima de mim e colocando ao lado.
- SATORU! - Ela me olhou com os olhos lacrimejados, tirando seus saltos e subindo em cima de mim, com aquele vestido curtinho e preto que eu tanto gostava. - SATORU! - Ela sentou em meu colo e me deu vários beijos. Pegou meu pescoço, beijou meu pescoço, beijou meu rosto, minha testa, meus olhos... - A-Acho que vou tomar uma bala perdida mais vezes... - Ela me deu um tapinha no ombro e eu ri fraco, ainda sentindo dor. - Au! - Seu idiota, eu estava preocupada com você velhote! - Dizia me olhando e eu sorri lhe dando um beijo e ela saiu de cima de mim, eu confesso que fiquei excitado mas, precisamos respeitar o hospital pelo menos isso. - Você vai ver o velhote quando eu sair daqui, cadelinha. - Falei e ela começou a chorar. - Ih... - E-Eu estava preocupada... - E pude perceber que ela estava com a mesma roupa de ontem eu acho, onde eu a protegi e levei uma bala. - Achei que iria perder você!!! Não ri por favor... - Falava enxugando as lágrimas. - V-Você é importante pra mim! Satoruuuuu! - Eu peço desculpas por não ser digno como seu segurança... Você se machucou por minha causa. - Ela me olhou furiosa. - Isso mesmo você não é mais meu segurança gostoso... - Eu olhei chateado e ela continuou. - Você é o meu tudo, Satoru Gojo... Meu tudo e eu estou bem... - Eu via sua testa com uma fita, seu queixo avermelhado, suas mãos cortadas, seus braços estavam com corte leves, hematomas e a sua perna tinha um corte fundo costurado. - Eu te amo Sra. Walsh. - Eu falei enquanto lhe dava a mão e ela segurava na mesma. - Está doendo? - Perguntei assim que coloquei minha mão em sua testa. - E-Eu te amo também... V-Você está bem? - Ela colocava a mão em minha testa ignorando minha pergunta. - Satoru a gente nunca conversou sobre e... Nós não temos rótulos... - Pequena... - Eu me esforçava para levantar e ela colocava a mão em meu peito. - P-Pega uma coisa ali na minha calça, por favor. - Tá bom. - Ela disse séria indo pegar o que pedi dentro da calça que estava no cabideiro. - Satoru... - Ela me olhou chorosa. - Velhote porque você é assim?!! - A-Assim como? - Desse jeito! - Ela me entregou a caixinha e eu sorri entregando para ela de volta. - E-Eu estou sem forças... Abra a caixa. - Falei e ela abriu colocou uma das mãos trêmulas no rosto. - Velhote... - Ela começou a chorar. - I-Isso é alguma brincadeira de mal gosto? Você não é mulherengo? - Eu vou pegar você quando sair daqui hein! - Falei incrédulo e ela colocava a aliança no dedo. - N-Não é muito mas... É bem sofisticada e combina com você... - Coube perfeitamente em meu dedo. - Ela veio me dar um selinho. - Eu quero fazer as coisas certas dessa vez, eu ainda não te peço em casamento porque eu quero namorar você primeiro... Eu quero isso sabe? Eu quero namorar com você, depois noivar e em seguida casar, então daqui alguns meses nós noivamos... Sra. Walsh, você aceita namorar e casar comigo? - Perguntei. - Desculpe eu só não consigo me ajoelhar... - Sim!!! SIM! Satoru... - Ela segurou o meu rosto. - Meu segurança gostoso... - Ela olhava para mim e começava a chorar de novo. - S-Satoru... - Pare de chorar Pequena, eu estou aqui vivo e pensando em como vou arrumar a sala de jogos... - Hm... - Ela me olhou maliciosa. - Hm o que? - Perguntei. - Você irá estrear ele... - E você vai treinar o meu cuzinho? - Perguntou sapeca. - Sra. Walsh acostumou com essa ideia? Foi? - Perguntei divertido. - A-Acho que sim... - Falava envergonhada. - Por que está com vergonha agora? - Perguntei. - A mesma cadelinha que colocou a própria calcinha em cima de mim... - Era para você lembrar de mim. - Falava baixo. - Eu nunca vou esquecer você, nem se eu tivesse levado várias balas na cabeça, eu sempre ia lembrar de como te fazer bem... Tsc. - Revirei os olhos. - Te foder bem... - Satoru!! - A mesma me repreendeu. - Eu sinto sua falta... - Faz apenas 3 dias que estamos aqui... - Falou e eu sorri respondendo. - Mas faz mais de 3 dias que não te tenho do jeito que eu gosto... - Ela pulou em cima da cama de novo ficando sentada em meu colo. - De que jeito? - Fez biquinho me provocando enquanto rebolava em mim. - M-Mas é uma cadelinha mesmo... - Eu falei tentando pegar em sua cintura, porém sem sucesso.
- Nós teremos muito tempo juntos, depois disso... Afinal está chegando seu dia. - Dizia a mesma sorrindo e eu apenas suspirei tentando controlar a minha excitação.
- Sim... Mas, não sei você, depois de eu sair dessa cama, eu queria ver a nossa casa... Uma casa para nós. - Falei e ela sorriu se deitando em mim.
- Você é muito a moda antiga mesmo... - Falava baixinho enquanto mais uma enfermeira entrava no quarto nos olhando indignada.
- Sra. Walsh... E Sr. Gojo, sei que ambos estão com saudades de fazer certas coisas, mas agora não é o momento e nem lugar para tal, por favor, exijo respeito no ambiente hospitalar, tudo bem? - Perguntou a mesma e a ____ saiu de cima de mim, com cara fechada.
Nem mesmo assim ela perde o costume de implorar por pica.
- Sr. Gojo, estarei trocando seu curativo agora, ok? - Perguntou a enfermeira e eu assenti, vendo a ____ digitar em seu celular, e vejo ela apontando a camera para mim. - Informo que o Sr. ficará mais 48 horas no hospital, para acompanharmos o caso de perto, estando tudo certinho, o Sr. receberá alta.
- Obrigado.
- Sra. Walsh, peço por favor, já que a Sra. ficará com ele como acompanhante, se ver algum sangramento ou mudança de comportamento, qualquer coisa estranha nos acione imediatamente nesse botãozinho aqui. - Falava a enfermeira apontando para o botão embutido na cama. - E qualquer queixa de dor muito forte, também nos chamar por aqui.
- Obrigada!! - Ela falava vindo em minha direção e a enfermeira saía.