Kelly Blackburn Jaha passou toda a adolescência isolada, como uma intrusa em uma estação espacial, obrigada a desaparecer do mundo apenas para sobreviver. Seu sobrenome era um erro, um peso que a condenava a não existir, invisível até para aqueles q...
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❝Anjos como você não podem voar até o inferno comigo.❞
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Sempre me pego pensando em como a vida pode ser contraditória com as pessoas, mesmo com todo o perigo que nós cerca, e nossa situação se tornando cada vez mais precária, como no presente momento em estou caminhando incansavelmente ao lado de Lincoln, e Bellamy para nos infiltrarmos em Monte Weather, o mesmo ainda não havia me olhado nos olhos por um segundo se quer e evitava se aproximar de mim em qualquer circunstância, presumo que seu constrangimento sobre o acontecimento da noite passada esteja sendo o motivo para tal comportamento, mas tenho medo de que isso atrapalhe seu rendimento na nossa missão. Mas por outro lado, isso não é um fato totalmente preocupante, pois nenhum de nós estávamos conversando, ambos estamos totalmente focados na missão concedida, então não restava espaço para conversas paralelas, porém, o clima pesado estava se predominando entre nós junto com o clima nublado daquela tarde tensa.
Essa sensação estava começando a me sufocar junto de meus pensamentos que nunca se sessão, pois desde ontem a noite não consigo parar de pensar nessa situação, e me pego sem saber oque fazer para consertar isso, sabia muito bem que ele tinha se chateado com isso e eu ainda não havia lhe dado nenhuma resposta concreta, mas me vejo presa entre o desejo de não o magoar e a necessidade de ser honesta comigo mesma, mesmo diante a confusão de minha mente, luto para encontrar as palavras corretas a lhe dizer quando eu tiver uma chance de lhe chamar para uma conversa, mas tenho medo de apagar ainda mais a luz em seus olhos. Mas, infelizmente não a mais nada que eu possa fazer, afinal não posso forçar nada que nunca existiu. Então concluo que a única solução que me resta é a verdade, mesmo que seja difícil de dize- lá.
Afinal, meu coração já foi entregue a outra pessoa.
Só consigo dar um descanso a meus pensamentos quando Lincoln rouba minha atenção ao se aproximar de um cervo já morto no chão, e se agachar em frente ao animal, logo me agacho ao seu lado observando enquanto o mesmo abre a barriga do bicho com uma faca. Não consigo evitar de fazer uma careta quando ele começa a passar o sangue gosmento do animal sobre o seu próprio rosto, percebendo minha reação ele diz: