CONTEÚDO +18
"Tão agressiva, tão doce... ela será minha a qualquer custo"
Em revisão de escrita. Sem alterações na história, estou apenas consertando erros antigos no português/narração.
- Não, Anya... Me deixe... - Jack protestou enquanto Anya fazia todo esforço do mundo para levantá-lo.
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- Você prometeu! - Ela exclamou frustrada. - Vamos lá...
Jack grunhiu. Havia prometido levar Anya para passear fora do castelo, e isso deixou ela tão feliz que fizeram amor a noite toda. Jack odiava admitir, mas estava esgotado. Nunca passou por isso antes, mas o treinamento com Samantha no dia anterior exigiu muito dele, minando todo o próprio sangue repetidamente e o queimando com magia como se fosse álcool, então a súbita energia de Anya para sexo está noite realmente o cansou.
- Eu quero dormir mais...
Anya revirou os olhos enquanto tentava puxá-lo. Jack podia ser tão imponente no dia a dia que Anya as vezes esquecia o quanto ele também podia ser como uma criança birrenta e mimada.
- Vamos, Jack... temos que aproveitar o dia. Está sol...
Jack bufou e olhou para essa tampinha que tentava erguê-lo. Ela estava usando seu sobretudo, que a engolia, e estava coradinha e descabelada como sempre ficava depois de fazer amor. Terrivelmente linda.
Jack sorriu.
- Não está cansada? - Perguntou e com um puxão a fez cair sobre si.
-Jack! - Anya protestou mas Jack já havia envolvido os braços na cintura dela, a prendendo firmemente. Ela apoiou os braços no peito dele para se erguer e olhar em seu rosto. - Você prometeu... - Ela repetiu fazendo beicinho.
A mão de Jack subiu para acariciar sua bochecha enquanto ele se tornava pensativo.
- Me arrependi.
- Ah, não...
- Anya...
- Não, Jack... por favor. Eu não aguento mais ver as paredes desse castelo.
Ele suspirou pesadamente. Mas que droga, por que ele foi prometer isso? Queria que ela se divertisse, é claro. Mas não queria correr riscos... Não havia nada mais precioso para ele do que essa mulher e esse bebê é colocá-los em risco era uma imprudência desnecessária.
- Anya...
- Jack, por favor...
- Inferno... Tudo bem, vamos lá.
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Celeste estava lendo no jardim quando viu uma pequena comitiva se formando nos portões. Três carruagens, alguns guardas e alguns soldados? Não era difícil dizer que aquilo era para o rei.
Mas do que depressa ela se aproximou do grupo que carregava a das carruagens com comidas, bebidas e tecidos... Com certeza era um passeio de lazer. Quando a viram a impediram de passar. Ela abriu um sorriso e falou com meiguice.
- Me desculpe, eu só queria dar uma olhada...
- São apenas carruagens, cavalos e suprimentos, não há nada para se olhar. - Respondeu um dos homens. Celeste sentiu o peito vibrar de impaciência, mas continuou com o tom doce.
- Eu sei.. Mas é que quando meu pai era vivo me contava história dos passeios que fez com Sua Majestade... Parecia tudo tão mágico e ousado... eu só queria ver de perto...
Ela adotou um tom sonhador enquanto abraçava o livro ao peito. O homem franziu a testa para ela.
- Seu pai?
- É... Roham...
A expressão do homem mudou. Todos respeitavam Roham, que serviu o rei Jackson com lealdade até a morte, e antes disso serviu ao rei anterior, tendo sido o homem que treinou muitos dos soldados, incluindo o rei atual.
- Você é a filha dele...
- Sim... será que posso olhar mais de perto?
- Bem...
- Prometo que irei me comportar. - Ela disse, soando mais como uma criança do que como mulher.
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Ao olhar para o rosto bobo mas bonito a sua frente o homem cedeu e abriu espaço para ela passar.
Rapidamente ela avistou Elias.
Como era sortuda.
Elias revirou os olhos ao vê-la, mas abriu espaço para ela entrar depressa na carruagem de suprimentos junto com ele e os guardas.
- O que ela está fazendo aqui? - Questionou um deles.
- Qual é... - Respondeu Elias com um sorriso, sentando ao lado de Celeste. - É só um passeio. Ela não vai atrapalhar, não é?
Celeste rapidamente negou.
- De jeito nenhum. Vocês nem perceberão que estou aqui.
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Nota da autora: Vocês devem estar querendo me matar né? Kkk
DESCULPA, GENTE. Sou mãe, esposa e trabalho.
(Vou postar a maratona até o final, para que vocês me perdoem e não me matem.)