" Se parece com um anjo, fala como um anjo, sorri como um anjo...mas eu fiquei esperto, sei que você é o diabo"
- Você foi imprudente, Will - a voz de Sherlock soou, levemente irritada, enquanto ele entrava na cozinha - Depois de tantos anos, pra que reviver o Escultor?
Eu suspirei, essa é a terceira vez que falamos disso? Não tenho certeza.
Winston pula para pegar no ar, a pequena bola de carne assada, um sorriso serpenteou meu rosto.
Eu sempre soube que eles gostariam do sabor de Lucca, quando ficaram animados ao cheirarem ele em suas vinda até minha casa.
- Foi um lapso de julgamento, apenas isso - Eu murmurei, voltando a me concentrar nos ovos mexidos - O garoto não cometeu erros, seria injusto não exibir ele em sua glória.
Eu quase posso sentir a repreensão de Sherlock dançar em sua língua quando ele se senta a minha frente, mas então o britânico apenas suspira, quase conformado enquanto pega uma xícara de chá.
- Se ele não cometeu erros...- Quase soou curioso, quase - então por que o pobre garoto encontrou seu fim?
Eu parei momentaneamente, precisando pensar. A resposta era simples: Lucca morreu por que eu quis matar ele.
E, no entanto, eu não acho que a simplicidade seja o que ele mereceria.
No fim, apenas dei de ombros
- Ele era comportado demais, doce demais - Meus lábios crisparam - E eu prefiro algo mais desafiador do que alguém que faz o que eu quero como um cão adestrado.
Sherlock riu, uma coisa desacreditada e divertida que me causou um sorriso de resposta
- Achei que os últimos cinco tinham sido por desobediência - Eu dei de ombros, maneando a cabeça - Será que seus padrões são inconstantes ou você só está insatisfeito por que sabe que seu candidato ideal já está aqui, a poucas mensagens de você.
Um bufar e um revirar de olhos foram minha resposta, mas ele não parou por aí.
- Sabe, lembro bem de você ter dito que o escultor morreria em sua última exibição, anos atrás....Mas trazer de volta agora, com uma cena tão dramática - Ele estalou a língua, uma sequência de três vezes - Isso só me faz pensar que você está convidando alguém para uma dança, Irmão.
Sherlock levantou a sobrancelha, inúmeros julgamentos dançando em seus olhos
- Eu estou sondando, na verdade - Minha voz saiu calma, mais do que eu me sentia - Eu estou seguindo seu conselho, estou testando para ver se ele realmente pode ser a pessoa que tenho procurado...Uma grande parte de mim diz que sim, e a outra me lembra a forma quebrada, patética e fraca com a qual ele me vê.
Um suspiro escapou dos meus lábios, enquanto eu pegava uma faca para cortar o pão caseiro recém saído do forno, os ovos mexidos já prontos junto do bacon.
A madeira no cabo é mais leve do que eu gostaria que fosse, mas balanceia bem com a lâmina média cheia de cerras, a textura lisa me lembra que escolhi o conjunto de facas mais por estética do que por qualquer coisa.
Também me lembra que eu comprei recentemente, pensando em como Hannibal ficaria mais a vontade tendo um jogo decente de facas para quando vier cozinhar em uma de suas visitas não profissionais.
- E como, exatamente, se exibir ao ponto de risco...- Ele esticou a mão, pegando um pedaço de bacon, fazendo uma pausa para saborear, olhos inteligentes me diziam que ele sabia quem era a carne, Ele não comentou - Poderia ser, seguir meu conselho sobre enfrentar o que sente?
Um sorriso divertido espalhou em meu rosto, mãos ágeis cortando o pão ainda em temperatura quente demais para manusear. A dor era refrescante, não o suficiente para realmente incomodar, apenas o suficiente para lembrar que eu também a sinto.
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Flesh
FanfictionMe amarre e abuse de mim até ficar satisfeito Aperte todo meu corpo, crave seus dentes em minha carne Tire a roupa, prove a carne Me morda com força, Passe no teste, prove a carne Me empurre contra a parede Force até que eu implore, me dê mais um...
