Essa história não me pertence, estou apenas traduzindo com a autorização da dona
@holmes22113
Carvão entre diamantes...
Espirituosa, ousada e com um talento secreto
para a pintura, Frances Granville chega a Londres
com duas convicções: uma, que ela...
Tive a leve sensação de ter conseguido assustá-los com o último capítulo, então espero que isso compense. Como prometido, conversa e prática, e como vocês podem ver, haverá uma segunda parte. Acho que vocês ficarão animados com a segunda parte, então prometo atualizá-la amanhã. Aproveite!
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Franny estava em frenética desde que voltaria a Lady Danbury; correu imediatamente para o seu quarto e não saiu mais. Pegou todo o seu material de arte, montou os cavaletes, misturou as cores e colocou os pincéis na prática. Sabendo que a oferta de Lady Danbury era uma oportunidade única na vida, estava determinada a pintar a sua melhor obra. Não pararia antes de atingir a perfeição e, aliás, não perderia o tempo dormindo ou comendo
Na manhã seguinte, Lucy não se dedicou ao trabalho de bater na porta e entrar, pois sabia muito bem que Franny não a notaria. Ela esperava uma situação de guerra e não se deixou abater: havia várias pinturas caídas espalhadas pela sala, algumas caídas fora, outras guardadas para depois, os pincéis estavam no chão e as paletas usadas estavam empilhadas num canto. E então, no meio da confusão, estava Franny, sem um centímetro de sua pele branca que não estava coberta de tinta, o cabelo escapando do coque solto em várias pontas, lançando-se em todas as direções, e seus olhos, emoldurados por olheiras profundas, moviam-se freneticamente.
"Franny", Lucy se dirigiu a ela suavemente, então, como não houve reação, ela repetiu seu nome alto o suficiente para fazê-la pular: "Você dormiu alguma coisa ontem à noite?"
"Que pergunta idiota, tia", ela respondeu, ainda de costas para Lucy, que decidiu deixar o comentário de lado. "Não tenho tempo para dormir. Não posso parar até terminar."
"A oferta de Lady Danbury não vai a lugar nenhum. E ultrapassar os limites é prejudicial à sua saúde e, por falar nisso, ao seu trabalho também. Você sabe muito bem disso."
Franny não se dignou a responder à tia, apenas continuou a respingar tinta furiosamente na tela pobre. Parou por um minuto para esticar os dedos, que estavam doloridos de tanto segurar os dedos.
Lucy soltou um pequeno suspiro e disse: "Suas falas estão ficando desleixadas. Você deveria descansar um pouco."
Agora, como Lucy planejava, isso chamou a atenção de Franny. Ela se virou, lançou um olhar furioso para a tia, com pequenos brilhos de raiva nos olhos, e abriu a boca para dizer algo.
"Você acha que Margaret gostaria que você se cansasse por causa de uma pintura?",
perguntou Lucy em tom suave, afastando uma mecha de cabelo do rosto de Franny. De alguma forma, ela se suavizou sob seu toque.
A menção de sua mãe foi o suficiente para trazê-la de volta à realidade. "Não", ela respondeu secamente.
"Então, por favor, tome um banho quente, tire a camada de tinta e depois desça para tomar café da manhã."