Em uma quinta-feira, marquei de jantar com a minha princesa. Eram 10 da manhã, mas eu não via a hora de chegar o jantar. Quando eram 17h, eu saí do trabalho e fui para casa tomar um banho e trocar de roupa. Passei o perfume que ela tanto gosta e lá fui eu buscá-la. Liguei-lhe a avisar que já estava a caminho e, como mulheres são sempre atrasadas, ela disse que eu ia só aguardar um pouquinho à espera dela.
Aproveitei que ela ainda não estava pronta e passei na florista para comprar um buquê de rosas elegantes e cheirosas como ela. Cheguei à porta dela e liguei a avisar que já havia chegado. Passados 10 min, lá saiu ela em um vestido vermelho colado, a desfilar com os seus lindos saltos altos; perfeita como sempre, essa mulher tem algo diferente. Desço do carro, ofereço-lhe o buquê, dou-lhe um abraço e um beijo e digo: "Nesse momento, eu sou um homem muito feliz".
Lá fomos para o jantar. Enquanto jantávamos, conversávamos sobre mil e um assuntos relacionados a nós dois e sobre o futuro. No meio da conversa, eu fico a olhar para ela fixamente com um sorriso no rosto e, interrompendo-a, eu disse: "Eu amo apreciar a tua beleza". Em seguida, sinto um pé frio a roçar nas minhas pernas, a subir até ao meio e a descer sucessivamente, enquanto ela dizia, com aquela voz sexy e excitante, que adora a forma como eu sou seu fã; que, ao mesmo tempo que é tratada como uma princesa, ela sente o quanto eu quero devorá-la toda. Baixinho, eu disse: "Com essa voz, só me apetece beijar esses lábios e estragar o teu batom", e ela disse: "Quero muito que isso aconteça". Eu disse: "Acho que está na hora de pagar a conta". Chamo o garçom e pago; em seguida, nos levantamos e vamos direto para o carro.
Mal entramos e ela me agarra pela camisa, beijando a minha boca intensamente. Ela me diz: "Não vou conseguir esperar até chegar em casa, procura uma rua mais calma". Liguei o carro e arranquei. Parei em uma rua escura, mas com segurança. Desliguei o carro, baixei o banco e voltei a beijá-la, deslizando a minha mão pelo corpo dela, metendo-a dentro do vestido, e fiquei mais excitado ao notar que ela estava sem calcinha. Subi mais a minha mão até ao pescoço e comecei a apertar, enquanto isso ela abriu a minha calção, pegou na minha d*ck e disse: "Deixa eu te chupar". Ela começou por lamber a parte de cima, passando e repassando a língua, e depois meteu tudo na boca. Deixando-o bem molhado, ela foi metendo e tirando, subindo e descendo sem parar, a chupar até eu me contorcer todo, a pedir por mais e mais, ela sabe bem como me dominar.
Em seguida, ela levantou o vestido e veio para cima de mim. Meteu a minha pila dentro da pussy dela, toda molhada, e começou a cavalgar gemendo no meu ouvido, e eu a pedir para não parar. Quanto mais eu batia naquele rabo, mais rápido ela cavalgava, no meu ouvido ela dizia sobre o quanto ama sentar na minha d*ck e eu a ficar mais excitado e com mais vontade de lhe foder. Em seguida, pulamos para o banco de trás. Coloquei-a deitada com as pernas para o ar e, agarrando as pernas dela, eu fui metendo e tirando devagar e depois aumentando a intensidade. Comecei a lhe foder sem parar. Eu estava a amar ouvir os gemidos dela altos, a dizer que não ia aguentar e, ao mesmo tempo, a pedir mais, a chamar-me de seu dono abraçada ao meu corpo, a beijar a minha boca. No meu ouvido, ela disse: "Eu amo e sempre vou amar o nosso sexo".
