Continuação...
Ela faz sempre questão de me fazer esquecer dela e, depois de muito tempo, voltar a lembrar do quão bom é estarmos juntos. Ela sempre aparece do nada, usufrui do meu corpo e evapora sem nada dizer. Me incomoda, mas ao mesmo tempo eu amo essa loucura; eu amo o acesso limitado; eu amo o pensamento de que tenho que a devorar logo, porque a qualquer momento ela desaparecerá.
Depois de fodermos intensamente na sala, adormecemos e, quando demos por conta, o sol já estava a nascer. Ela levantou e disse que precisava ir, mas eu a convenci a tomar pelo menos um banho e o pequeno-almoço antes de ir. Toda nua, ela foi direto para a casa de banho. Eu fui à busca das toalhas e levei para lá; encontrei a porta aberta e uma obra de arte embaixo do chuveiro. Eu estava a amar apreciar a água a escorrer por aquelas curvas e por aquele rabo grande; fiquei uns sete minutos a apreciar e, depois, entrei para tomar banho com ela.
Só de estar perto dela, já fico todo excitado. Ela me abraça e arranha as minhas costas; a minha d*ck subiu e, devagar, ela desceu com a boca pronta a chupar ela toda. Chupou com todo prazer e tesão; eu amo quando essa boca faz magia na minha d*ck. Em seguida, agarrei-lhe pelo pescoço, levantando-a e a jogando para a parede. Ela ficou toda empinada e, sem largar o pescoço dela, eu comecei a meter a minha d*ck até entrar toda e comecei a lhe foder sem parar, a bater naquela bunda enquanto ela dizia: "fode a tua puta". Eu amo quando ela diz que é toda minha; isso me deixa com mais vontade de a foder. Comecei a ir até ao fundo, apertando o seu pescoço sem a deixar respirar; eu amo devorar aquele corpo. Desliguei o chuveiro, a puxei pelo cabelo, sentei na sanita e, virada, ela começou a sentar na minha d*ck, a rebolar sem parar, subindo e descendo, olhando para trás com aquela cara de safada. Porra, essa mulher sabe me comandar! Em seguida, digo que vou gozar; ela para, ajoelha e diz: "podes gozar na minha boca e na minha cara". Só sei dizer que foi muito prazeroso poder fazer isso.
Terminamos o banho, fomos nos vestir e preparar algo para comer. Durante o pequeno-almoço, eu perguntei: "será o mesmo de sempre?". E ela, com cara de sonsa, perguntou-me: "como assim?". E eu disse: "depois de hoje, acho que vai demorar muito tempo para te voltar a ver". Ela sorriu e disse: "se tiveres sorte, não". E eu disse: "demorando ou não, será sempre um prazer te ter aqui".
