Onze

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Guerreiro 

Levo minhas duas mãos atrás da cabeça, segurando meus dois antebraços, enquanto relaxo com a brisa da maconha, sentado na cadeira. Parceiro, a alucinação é péssima para a mente de um homem quando imaginamos uma mulher de várias posições sem poder tocá-la.

Sempre fui alguém de atitude, mas pela primeira vez fiquei sem graça, rapá. Tenho raiva de mim mesmo por não ter uma atitude e pensar na garota lá, sinto meu pau duro, tio.

Penso como deve ser o corpo dela sem aqueles tecidos de roupas. Queria tocar em cada curva daquele corpo.

— Colfoi, tá pensando em que? – Abro os olhos encarando Patatá.

— Em nada!

— Seu pau tá duro, em. — Reviro os olhos. — Olha o volume aê.

— Devo está pensando na tua mãe, caralho. — Murmuro. — Tá olhando pra quê? Vai olhar a boceta da tua mulher.

— Alá, fica quieto aí.

— Não pesa na minha mente, rum.-

— bufo sem paciência.

— Tá estressado? — Sua voz tem ironia. — Vai transar que passa.

— Sua mulher tá disposta? — A expressão dele muda rapidamente, Patata ergue o dedo do meio na minha direção.

Calado, ele oferece as costas saindo do meu campo de visão enquanto resmunga para si mesmo.

Respiro fundo e aperto meu pau duro por cima da minha bermuda jeans. Minhas bolas estão inchadas dentro da cueca pela merda da sensação de querer foder a boceta daquela garota santinha. Isso me deixou fascinado, ela ter o rostinho de santa.

Tento espantar esses pensamentos e puxo minha camiseta para baixo, tentando recompor, mas é o suficiente pra ouvir a voz chata do Ratinho. Caralho!

— Tá de pau duro? — Aproxima os passos, rindo. — Patatá acabou de gastar tú...

— Vão se fuder, porra — murmuro.

— Ele disse... — Me levanto dessa vez, percebendo que não terei paz.

— Me deixa em paz.

— Porra, ele disse e eu vim aqui gastar. — Tenta disfarçar pelo meu nervosismo.

Percorro minhas duas mãos sobre minha barba, estalando a língua no céu da boca. Preciso de paciência. Saio em direção a escada sem olhá-lo novamente e caminho em direção a minha moto, a poucos passos de distância do cômodo onde estávamos.

Odeio quem fica me gastando de uma maneira chata, parceiro. Subo na moto dando partida pra minha casa, e quando chego, é o suficiente para estacionar a moto, descendo. Os minutos cobrem a noite que passa.

Talvez a minha rotina do dia a dia tenha me trazido uma solidão. Na realidade, eu sou assim desde mais novo, quando meus pais juntos, pareciam ser cachorro e gato.

Debaixo do chuveiro, sem roupa, ligo o registro, deixando que a água morna molhe meu corpo, dissipando os músculos tensos. Conforme recordo dos traços da garota santa, eu a imagino sem aquelas roupas que ela usa.

— Caralho, isso tá se tornando uma obsessão — exclamo. O barulho do chuveiro ainda está ligado. — Não vou sossegar enquanto não tê-la pra mim. — Minha voz rouca me desperta sangue quente pelas veias.

Eu tô de pau duro imaginando aquela crente pelada. Porra.

Termino de tomar a minha ducha e passo a toalha na cintura. Quando saio do banheiro, enxugo meu corpo e fora do banheiro pego as roupas no guarda-roupa: bermuda jeans preta, camiseta e uma cueca.

Por mais que não admito, sinto falta de quando minha família era reunida, por mais que passávamos dificuldades, sempre era eu, minha mãe e minha irmã, parceiro. Mas tudo se tornou um caminho diferente para nós três.

Abro as mensagens no meu aparelho, tem várias mensagens das piranhas, porém, minha total atenção é outra.

Jéssica: Pra?

Guerreiro: Não faça perguntas, Jéssica, é pra estar lá.

Minha única forma de resposta que encontro é essa, mesmo que algo matuta na minha cabeça que ela acha isso estranho.

(...) 9:00pm

Mais tarde, dentro do quarto, estou sentado na poltrona com uma garrafa de uísque na mesa do lado. O líquido está pela metade de uso, mostrando que das últimas vezes andei bebendo pelo menos dois copos do tamanho proporcional para a dose.

Ergo a minha atenção, encarando Jéssica. Seu rosto tem uma expressão neutra, fios cacheados soltos. Uma saia um pouco acima do joelho, não curta e longe de ser longa como das outras vezes que a vi. Ela é gostosa.

— Não... obrigada. — Dou de ombros e guardo o copo em cima da mesa. — Tú mora aqui?

— Não. — Sou ríspido na resposta.

— Ah... É típico daqueles bandidos que tem mulher em casa? — Minha expressão séria a analisa por longos segundos.

Deslizo minha língua por meus lábios. Sempre fodo com alguma mulher, independente da índole, ofereço o dinheiro que for, mas sempre consigo. Porém, nunca tive coragem de foder com alguém que tenha a cara de santinha como forma de satisfazer meu fetiche.

— Coé, não sou casado. — Mexo meu corpo na poltrona, ainda a analisando a poucos passos de distância. — Senta aqui, garota. — Aponto para o meu colo.

— Como assim?

— Porra, senta no meu colo. — Sou direto.

Ela abaixa o olhar, mas se deixa levar pela merma vontade que tinha quando veio pra cá. Jéssica senta no meu colo, colocando suas pernas em cima das minhas, enquanto analiso suas curvas e suas coxas grossas por baixo da saia jeans apertada. Percorro minha mão grossa por sua coxa, subindo-a por baixo do tecido, enquanto ouço sua respiração pesada.

Admito que nunca fiz isso, nunca foi meu forte pegar mulher assim, gosto das piranhas, aquelas que sabem fazer tudo no trabalho! Mas a forma que ela me instiga é diferente. Ergo minha atenção por breves segundos, fazendo que nossos olhares se encontrem, e perto, com a iluminação, consigo observar a cor dos olhos que ela tem. São verdes.

Ela coloca suas duas mãos no meu rosto, me segurando pronta para aproximar seus lábios para perto de mim, mas desvio rapidamente, permitindo que pegue no meu rosto.

— Sem essas paradas — murmuro.

Passo meu braço direito na sua cintura colando mais nossos corpos de lado e fecho os olhos por alguns segundos por causa do meu pau duro dentro da minha cueca. Sem piedade nenhuma da timidez dela, começo a subir sua saia, admirando-a. Quando o tecido da calcinha vermelha surge nos meus olhos, umedeço meus lábios,

— Porra...— Jogo para o lado, coemçando a explorar da boceta.

Solto uma respiração pesada quando sinto seus lábios vaginais molhadinhos. Ela leva a mão no meu pescoço, arranhando. Então proporciono a sensação pra ela, movimentando meus dedos devagar contra seu clitóris. Observo seu corpo entrar em colapso pela sensação, ela respira forte e expressa sensações de prazer.

— Eu quero sentir você...— Sussurra.

— O que você quer, santinha?

— Me fode! — Pede desesperadamente.

Eu sinto minhas veias esquentarem mais pela tesão entre nós dois.

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⏰ Última atualização: 18 hours ago ⏰

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