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POV HARRY

Comecei a sentir uma coisa na minha cara. Abro os olhos e tenho uma mão em cima da minha cara, tiro-a com cuidado para não acordar o dono da mesma.

Levanto-me, reparo que dormi no tapete da sala. Olho para a pessoa que está deitada no sofá, não posso deixar de sorrir ao ver uma das cenas mais adoráveis do mundo. Um Louis enrolado numa manta, com a franja nos olhos e a sua boca entreaberta.

- É adorável não é?

Assustei-me ao ver a Gemma atrás de mim.

- Gemma é que nem vem.

- Mano tu estás a babar-te, literalmente. - ela vem até mim e limpa o canto da minha boca, não acredito que estou a babar-me

- Leva-o.

- Levo-o onde?

- Harry, pelo amor de Deus pára com a burrice. Leva-o para o quarto.

- Gemma, não...

- Ah, e não me venhas dizer que "eu tenho o Nick, e não posso", porque primeiro, ele não está aqui, e segundo deixa de ser trouxa porque eu sei que tu gostas dele, então....

- Está bem.

- Acho bem.

Andei até Louis, tirei-lhe a franja dos olhos, afastei a manta, passei os braços dele em volta do meu pescoço, a sorte é que ele tem um sono pesado. Quando ele já estava no meu colo, foi andando até ao seu quarto. Quando já estava em seu quarto, andei até á sua cama, passei com o máximo de cuidado, como se tivesse medo de o partir.

Ao deita-lo na cama ele estica as pernas mas não me largou o pescoço, (mesmo a dormir o moço tem força). Ele puxou-me de tal modo que cai ao seu lado. Parece que foi automático como ele se encolheu, com uma perna em cima das minhas, um braço a agarrar o meu tronco e a sua cabeça no meu pescoço.

Sorri, e dei-lhe um beijo na sua bochecha, vi-o a sorrir também e enterrou mais a sua cabeça no meu pescoço.

Depois disso eu abracei-o, fiquei a passar as pontas dos dedos pelas suas costas, e assim acabei por adormecer também.

POV Louis

Acordei com um monte de cabelos na minha cara. Harry.

Pois é ele levou-me ao colo, e repito ao colo, até ao meu quarto, mas o que ele não sabe é que eu não estava propriamente a dormir. Sim, eu também ouvi a conversa com a Gemma.

Virei-me para ele com cuidado para não o acordar. Fiquei a olhar para a sua expressão calma, tal como a de um anjo.

Às vezes, não, sempre me pergunto porque é que eu acabei com ele.

Reparei que ele começa a mexer-se é a abrir as olhos. Quando abriu totalmente os olhos, olhou para os meus.

Estava um clima um pouco desconfortável, mas ao mesmo tempo confortável.

- Oops... - ele disse com a voz mais rouca do que o normal.

- Hi... - dei um pequeno sorriso. Deus eu estava tão envergonhado.

Forever yours (l.s) PtOnde histórias criam vida. Descubra agora