Hoje em dia Rudy é ñ / famoso tanto psicólogo quanto um psiquiatra mas ele fazia oq podia em seu escritório ele lembrava do tempo q passou nos campos do hospital com ardência na garganta bebeu um pouco d água antes q sua secretaria batesse a porta avisando d seu paciente q tinha chegado como sempre eu disse a ela q ñ precisava pedir para entrar era só mandar entrar... olhei novamente na ficha e me lembrei da promessa em q tinha feito so meu pequeno em adotar... uma criança mas não ele se fora e meus sonhos também sei um leve suspiro com um sorriso triste
Marck era um jovem garoto ainda uma criança mais exato um adolescente d 14 anos comum para mim mas para outras pessoas ñ ele problemático mas na verdade só tinha uma maneira diferente d ver o mundo Marck tinha seu cabelo escuro e um pouco comprido tinha uns olhos q me fazia lembrar d alguns anos atrás.... com um novo suspiro sorri e ergui a mão
_Marc é bom te ver de novo
_queria dizer o mesmo _gostava dele pois sempre dizia oq pensava um dos pacientes mais verdadeiros _mas vc sabe _ele da d ombros se sentando _eu ñ me importo realmente doutor eu ñ me importo
_tudo bem também ñ me importo _eu sorri pois era oq eu chamava d sinceridade oq esse garoto tinha mas bem as pessoas no mundo ñ gostam d sinceridade as vezes eu mentia para parecer sincero e as vezes ele me contava a reação das pessoas só por ele ser digamos q "sincero " só q ñ d um jeito bom mas em fim
Depois da consulta com Marck ele se levantou-se e disse _obrigado doutor
_denada Marck espero q sempre melhore
_eu também _marck bocejou seu um sorriso tímido quando encheu a mão d biscoitos e saiu andando
Uma coisa do Rudy Soler era q ele ñ recitava remédios para seus pacientes e isso era algo bom pois assim eles se abriam mais com ele
Mas tarde naquele mesmo dia recebi a visita d Magaly ela era uma menina doce vivia roendo as unhas com o olhar travesso e assustado com seus cabelos loiros ela estava a minha frente ñ parava d piscar enquanto falava do q acontecia gostava dela pois sempre trazia assuntos novos as vezes voltava a alguma coisa q aconteceu ou a um sonho embora Rudy sempre achava um detalhe e ela sorria roendo as unhas e dizia "não... não.... tinha pensado nisso"
Depois d alguns pacientes já estávamos no fim do expediente quando ouço Kelly (minha secretária ela faz estágio aqui tem muitos mais outras médicos nesse prédio em q eu trabalho) mas em fim
_doutor sei q ja é fim d tarde mas posso mandar entrar o pasciente Marck?
_pode sim... obrigado _digo arrumando algumas folhas em minha mesa
Segundos depois ouço a porta se abrir era ele
_doutor.... posso falar uma coisa?_ perguntou o garoto d cabelos castanhos claros e pintas no rosto seu nome era Marck _posso?
_pode _eu disse sorrindo ele era um paciente muito sonhador
_por favor... ñ desista e ñ fique chateado _ele disse _ Não desista daquilo q vc acredita...
Essas palavras ecoaram dentro da minha mente por um longo tempo meu sorriso sumiu eu franzi a testa e quando olhei devolta em sua direção ele ja havia sumido assim como uma vez seu pequeno tinha ido e nunca mais voltado
As ruas frias d Nova York Rudy não conseguia esquecer daquele reencontro afundou a cabeça em seu grosso casaco e ergueu um pouco a cabeça o máximo para poder ver se o sinal se abriu junto d outros milhares d pessoas q atravessavam a rua ele riu d si próprio pensou até nas ruas d Tóquio o céu acima d sua cabeça estava cinza com um sol preguiçoso acima das cabeças das pessoas apressadas q andavam na cidade sei q meu pequeno ele pensou iria adorar aquele lugar ainda mais no verão d dias quentes ñ como no hospital mas era algo q o deixava d algum jeito mais perto dele
Então... ele se lembrou
Estava no meu escritório
_doutor.... posso falar uma coisa?_ perguntou o garoto d cabelos castanhos claros e pintas no rosto _posso?
_pode _eu disse sorrindo ele era um paciente muito sonhador
_por favor... ñ desista e ñ fique chateado _ele disse _ Não desista daquilo q vc acredita...
E mais uma vez essas mesmas palavras ecoaram dentro da minha mente por um longo tempo meu sorriso se sumiu eu franzi a testa e quando olhei ele ja havia sumido assim como uma vez meu pequeno tinha ido embora e nunca mais voltado mordi a língua segurando o chouro q me vinha junto das lembranças q eu tentava esquecer....
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Vivendo e Morrendo
RandomVivendo e não.... vivendo aprendendo ao viver e tentando viver da morte q.... nem d perto foi o pior ou vai ser o pior não ha como saber?