Desejando o que não pode ser

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Eu ainda não estou acreditando, que a minha irmã vai levar esta história  de vender o filho sem se importar com o menino,  eu acho que nenhuma mulher seria capaz de fazer o que a minha irmã estava fazendo neste exato momento ,  naquele escritório de advocacia assinando aquele documento onde abre mão de qualquer direito ao filho entregando o menino para Pietro isto meio que me deixa preocupada temo pelo momento em que ele vai me mandar embora apesar do casamento que segundo ele era para manter a imagem dele resguardada, eu sei que assim que essa criança  nascer ele vai se separar de mim porque ele se recusa a acreditar na paternidade da criança e sei que imaginar que o filho de outro homem possa receber seu nome não é  algo que ele vai aceitar.

Eu amo tanto o Pietro e por isso sei o quanto vai ser duro quando esse dia chegar, não que minha vida nesta mansão esteja sendo um mar de rosas, Pilar me odeia e não perde a oportunidade de deixar isto muito claro em cada segundo que eu passo aqui neste Palácio cheio de luxo e que ainda assim eu não sou feliz, vivo vigiada pelos seguranças dele, eu sei que bem no fundo ele teme que eu possa ir me encontrar com outro homem, como se isso fosse possível porque no meu coração só  tem lugar para ele.
Eu tinha um milhão de coisas dentro de mim se revelando, será que vai valer o preço, que estou pagando só  para poder ficar perto dele.
Eu sou uma boba mesmo,  fico todas as noites desejando que ele abra aquela porta, que separa os nossos quartos,  que me tome em seus braços,  e  diga que me ama, faça amor comigo,  mas este desejo nunca vai se realizar, porque eu sei bem aqui dentro de mim,  que ele não me ama.
Que o amor é  apenas da minha parte, sou eu que fico acordada no meio da noite desejando que ele estivesse comigo,  que me levanto todas as noites para ir vê-lo quando sei que já está dormindo na noite passada, eu fiz essa mesma coisa entrei sorrateiramente  pela porta descalça  para não fazer barulho e o vi deitado com o peito nu exposto, aquele homem me roubava a razão e feito uma louca eu me aproximei dele e toquei nele que se mexeu e não acordou , eu encostei meus lábios nós dele que para o meu espanto acordou e parecia assustado.

______Você! O que está fazendo aqui?

______Pietro eu......
Eu falei interrompendo ela.

_____Esta carente agora que não pode mas ver o seu amante.

_____Droga eu não tenho amante. Eu falei me levantando tomada pela vergonha de ter sido flagrada em uma situação tão constrangedora, que foi invadir o quarto dele e ter roubado um beijo.
Mas antes, que eu conseguisse me levantar, ele me segurou com força e me beijou do jeito,  que eu estava querendo neste momento o seu robe se abriu expondo a minha camisola vermelha que era transparente que mas mostrava do que escondia,  aquela era uma das roupas roupas que ganhei da minha irmã que eu gostava porque apesar de ser uma peça ousada ela era só mesmo tempo romântica.

_____Veio aqui atrás de sexo vai ter, porque eu também te quero apesar do que você fez.

Ouvir ele me acusar assim esfriou qualquer desejo que eu tivesse naquele momento,  eu me rebelei e falei.

_____Me solta, Pietro não quero mas.

_____Vem até o meu quarto se oferecendo e agora que eu estou em chamas quer fugir, não senhora, sei que é  uma vagabunda, mas isto não me faz te querer menos, tenho raiva de mim porque te querer  tanto mesmo  vendo, que você é  igual a sua irmã,  uma mulherzinha gananciosa que pensou em   me dar o golpe da barriga.

____Chega eu não vou ouvir isto,  eu falei voltando para o meu quarto, mas antes, que pudesse fechar a porta ele chegou e foi me agarrando.

____Sei,  agora que estou te vigiando deve estar sedenta por sexo, já que não pode, mas se encontrar com seu amante, esqueça ele,  se quiser eu posso te satisfazer.

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