Capítulo 22

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Eu - Boa noite família.


Mãe - Nossa o que foi que você fez? Está gatão meu bebe vem aqui.


Meu pai só olhando.



Eu - A Duda me deu de  presente um peeling.



Pai - O que é peeling?



Eu - É uma espécie de limpeza de pele.


Mãe - O Guilherme veio aqui a sua procura.


Eu - Falei com ele.


-Menti, se eu perguntasse minha mãe iria mandar procurar ele, conheço ela.


Não quis saber do Guilherme, já sabia que ele não me queria mais, que já estava de namoro com a Tâmara, mas enfim quis viver mesmo, estava lindo e de festa marcada.

Tomo um super banho, fico vendo TV e ouvindo os conselhos da minha mãe.

Meu celular toca.


Duda - Gatinho estou aqui vem logo tenho horror a esse seu prédio.


Desço rápido antes me despedi dos meus pais.



Duda - Vamos que ainda vou passar na casa do Mauricio o carro dele quebrou tenho que ir lá busca-lo, só quatro pessoas confirmaram que vão.


Eu - Nossa como eu sou querido.

Duda - Quem faz a festa somos nós, manda aquele povo a merda.

Eu - Quem vai?


Duda - O Pierre é claro, o Fabio, a alana, Gustavo e Monique, eu, você e o Maurício. Esta ótimo a turma, reservei uma mesa no meio da multidão.


Eu - Como assim você não falou que odeia se misturar?


Duda - Sim, mas e a única forma de ver a cara daquele pilantra do seu querido e idolatrado Guilherme, ele nunca fica no camarote e assim ele vai ver como estamos lindos e felizes, existe coisa melhor?

Eu - Duda para de criar conflito.


Duda - Eu sei amor, não irei fazer nada, o Maurício está comigo.

Chegamos no casa do Maurício, a Duda ligou para ele avisando que estava em frente a seu prédio, ele desceu.


Maurício - Nossa Lucas a Duda falou que fez uma transformação em você, quero ver.


Duda - Fiz sim amor.

Acendeu a luz do carro, ele me olha.


Maurício  - Duda é uma louca, eu também faço a sobrancelhas você depilou as pernas e braços?


Eu - Não, só o peito mesmo.


Maurício - Sorte sua meu amigo, nem queira saber como acaba.


Rimos e seguimos o caminho para a balada, chegando lá estava lotado.

Maurício - Nossa como aqui é grande amor.


Duda - É mesmo.


A fila estava enorme, e encontramos o resto do pessoal, menos o Pierre.


Entramos na boate e procuramos a nossa mesa, pedimos bebidas.

O whiskey chegou na mesa, nos servimos e começamos a beber, eu fiquei atordoado, não quis demonstrar mas pensei será que o Guilherme vem?

A festa estava relativamente boa, um clima legal, gente bonita e o mais importante legal. Até que alguém venda meus olhos.
Na hora fiquei em choque essas coisas tem que ser o Guilherme, o som muito alto e todo mundo gritando.
Começo apalpar o seus braços depois tentar seguir pelo seu rosto, mas não era o Guilherme, o e rosto não estava tão família quando eu olho não acreditei, o Fabiano.

Levei um baita susto e ele olhando pra mim com a cara mais sínica, chegou perto de mim colocou a mão no meu ombro.


Fabiano - A sua festa acabou de começar.

O Terceiro AndarOnde histórias criam vida. Descubra agora