Oito escolas. Um campeão.
A cada cem anos, oito, das onze escolas de magia mais conhecidas do mundo, são escolhidas para um grande torneio.
Em 1913 não foi diferente.
Após cem anos do torneio que levou Ilvermorny ao topo, um novo é iniciado.
As oito...
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Os três pares de olhos encaravam os alunos.
— Diretor Dippet.— Leta começou.
— Silêncio, Srta Lestrange.— o homem a interrompeu.— Espero que tenham uma ótima explicação para isto.
O silêncio se manteve ali, tudo o que se podia ouvir era o barulho de respirações compassadas e as unhas de Isa, quais a garota batia umas nas outras em forma de ansiedade.
— Me sigam.— o diretor virou, e começou a caminha na direção de sua sala. O zelador desviou seu caminho no primeiro corredor aleatório que surgiu, a Diretora Steward os acompanhava em silêncio até então.
A sala do diretor era ampla e completamente diferente do que os americanos conheciam em Ilvermorny, está era mais arejada, prateleiras de livros se estendiam por algumas das paredes e outras eram repletas de retratos semi-vivos.
— Por que estavam nos corredores?— a Diretora Steward perguntou, virando-se para os alunos e os encarando da forma que sempre fazia, o semblante sério os olhos faiscantes e o senho franzido.
— Senhora, só nos atrasamos porquê...— Ana começou, mas não foi capaz de prosseguir e conseguir inventar uma desculpa descente.
— Estávamos indo para a aula quando nos encontramos no corredor.— Isabela começou.— Acontece que não sabíamos o caminho para as estufas e os Scamander estavam tentando nos ajudar.
— Pensei que todos os alunos houvessem recebido um mapa da escola.— a diretora comentou.
A garota manteve silêncio.
— Uma semana de detenção.— Steward declarou.
— Uma semana?— a voz da Ortega pode ser ouvida de forma quase estridente.— Por... Nem quase quinze minutos de atraso apenas?
— Vão limpar a sala dos troféus.— o Diretor Dippet concluiu.— Após o término do horário de aulas, estejam lá, o zelador irá lhes passar as instruções.
A garota bufou de forma quase imperceptível.
[...]
— Deixem essa sala brilhando.— o zelador resmungou passando o dedo indicador sobre uma bancada.— Estão vendo essa poeira? Não quero ver nenhum grão por aqui.— ele fez uma pausa olhando em volta.— Nada de magia.
Talvez se pudesse considera-los com sorte por não terem as varinhas confiscadas.