[72] you will regret

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AVISO ⚠

» Leitura não recomendada a leitores sensíveis!

» Capítulo escrito sem intenção alguma de ofender as pessoas em questão, isso é apenas um imagine!

Boa leitura.

⚡⚡

— Vocês... — falo encarando os três garotos.

Chanyeol está sentado em cima de uma mesa, Kai encostado em uma parede e Sehun prensando meu corpo contra a porta.

— Você é uma menina muito corajosa, não é? — o moreno pergunta demasiado perto de mim.

— É... eu vou levar isso como um elogio. — sorrio cínica, irritando o garoto.

— Você se meteu com as pessoas erradas, Lalisa... — Chanyeol fala, se levantando da mesa.

— É uma pena, mas a gente vai ter que punir você. — Kai diz e ambos se aproximam.

Sehun, que antes me agarrava, me empurra para o chão. Sinto minha nuca bater contra a pedra dura, me fazendo gritar e logo a seguir sentir uma tontura forte.

Sinto uma mão agarrar meus cabelos, e me levantar. Alguns gritos e gemidos de dor escapam da minha boca. Chanyeol me agarra e me empurra para cima de uma mesa.

— Você vai se arrepender de ter nos entregado pra coordenadora, vaca. — Kai fala e meu coração acelera quando vejo ele abrindo seu cinto.

— Não... — sussurro ouvindo algumas risadas.

— Agora você está arrependida, né? Que bonitinha...

— Pena que a gente não liga.

Sehun me deita na mesa e agarra meus pulsos com suas mãos fortes, enquanto Chanyeol tira minhas roupas agressivamente. Meu coração salta em meu peito enquanto eu grito, na esperança que alguém me ouça.

Mas aí eu lembro de um detalhe importante. Todas as salas dessa ala são à prova de som...

— ME LARGUEM, POR FAVOR! — grito desesperada quando me encontro apenas usando minha roupa íntima.

— CALA A BOCA, PUTA! — sinto um punho acertando em minha face, me fazendo cuspir um pouco de sangue.

Meu choro se torna ainda mais alto quando eles se livram de meu sutiã e calcinha.

Gostosa... — Kai fala se despindo também.

Tento me soltar, desesperadamente, mas a força exercida em meus pulsos por Sehun e em meus tornozelos por Chanyeol é demasiado superior à minha.

Sinto o corpo forte e pesado do moreno em cima de mim, me fazendo fechar os olhos com força, sentindo nojo de mim mesma.

Suas mãos apertam meus seios com força, me machucando, enquanto ele se posiciona entre minhas pernas, entrando bruscamente, sem cuidado algum.

Solto um grito de dor, e algumas lágrimas caem. Ele se movimenta rapidamente enquanto eu soluço, tentando suportar a dor física e emocional.

— Goza... eu não vou sair enquanto você não gozar, otária. — ele fala ofegante, me dando nojo.

— Você não sabe satisfazer uma mulher, Kai... saia daí que eu te ensino. — ouço a voz de Sehun.

Kai sai de dentro de mim, me fazendo suspirar de alívio, mas logo meu coração volta a acelerar quando vejo Sehun se despindo.

Aproveito que não tem nada prendendo meus pulsos e tento fugir, mas Sehun me impede. O moreno agarra meu quadril com força enquanto eu me contorço para sair de perto de si. Ele me coloca de quatro e entra sem avisar, me fazendo gritar.

Não sei se é possível, mas suas estocadas são ainda mais fortes que as de Kai. As lágrimas descem pela minha cara automaticamente. Meu corpo cansado não consegue mais lutar contra a força exagerada deles, por isso eu apenas desisto, chorando em silêncio.

— Goza, vaca! — Sehun grita, puxando meu cabelo e acelerando seus movimentos.

— Não quer tentar, mano? — Kai debocha encarando Chanyeol.

— Você sabe que eu sou gay. — ele revira os olhos — Ela não vai gozar, Sehun... essa idiota não serve nem para sexo. Só serve para foder a vida das outras pessoas.

Sinto Sehun saindo, e pouco tempo depois, sou empurrada para o chão frio.

— Eu espero que você queime no inferno! Filha da puta! — ele grita pegando suas roupas e se vestindo.

Eu apenas fecho os olhos me encolhendo no chão em posição fetal, sentindo dores por todo o meu corpo.

Ouço a porta abrindo e fechando violentamente, me fazendo estremecer. Abro meus olhos lentamente, e me vejo sozinha na sala. Com alguma dificuldade, entendo meu braço e agarro minha blusa e meu short.

Enquanto as lágrimas escorrem de meus olhos para minha face, visto minha roupa, sentindo meu corpo todo tremendo e doendo.

Encaro a mesa, vendo vestígios de sangue, assim como tem no chão também. Arrepios de nojo sobem e descem pela minha espinha, me fazendo querer vomitar.

Nesse momento até um pedaço de pedra me dá nojo. Eu tenho nojo de mim e de qualquer ser humano que eu avistar na rua. Eu me sinto suja. Um sujo que nem o banho mais demorado pode tirar.

alone × pjmOnde histórias criam vida. Descubra agora