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Enquanto Toneri tentava averiguar de onde vinham os barulhos de tiro, Boruto resmungou alto, o que foi ouvido pela audição sensível de Hinata, entre os tiros que disparava contra todos os presentes naquele bordel.
— Eles estão ali, Naruto! - disse mirando o rival que então se assustou.
— Momo! - disse Boruto na tentativa de falar "mama", o que saiu abafado por conta da mordaça. - Momo!
— CALA A BOCA! - Shion lhe desferiu um tapa.
— Momo... - continuou a chorar enquanto, do lado de fora do quarto, Lua trocava tiros com seus pais.
— Ouviu esse tapa? Bateram nele, Naruto! - reclamou furiosa acertando as paredes, uma vez que a preocupação por seu filho atrapalhava sua mira. Shion, curiosa, foi até a porta, gritando assustada ao ver a figura do palhaço cuja qual Naruto representava. Ciente disso, o loiro olhou para ela, rindo assustador. - Uma palhaça que tem medo de palhaços...
— Uma palhaça que vai morrer! - dizendo isso, o Uzumaki disparou, matando um dos seguranças de Toneri e criando um buraco na parede atrás dele, enquanto a vilã voltava para o quarto. O braço do pai de Boruto doía diante do impacto e recuo da arma, mas seu peito doía mais em saber que havia agredido seu filho. Intentou atirar novamente, devido a raiva, mas foi parado por sua companheira.
— Tá louco? Troca de arma, isso vai acabar machucando o meu neném! - só então ele voltou um pouco a si, mas a distração dos dois permitiu à Toneri voltar para o quarto onde via Shion acuada devido ao temor de palhaços que lhe levava a um estado de pânico.
— Adotada, levanta! - disse a ajudando a levantar, estranhando vê-la tão desesperada.
— A-a gente precisa sair daqui com esse moleque! - ainda tremia, mais pelo palhaço que sabia que estava lá fora do que pelos estrondos de tiro e gritos ouvidos, enquanto seu cúmplice buscava pôr o máximo de joias e dinheiro em uma mala.
— Não esquenta, Adotada! - disse segurando indo até o menino é o puxando pelos cabelos, enquanto Boruto se debatia. - Eu sei de um jeito da gente sair daqui intacto!
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...
Eu não sei como tô me aguentando em pé, quando o Naruto quase explodiu o quarto com tanto tiro de fuzil, desde que eu ouvi aquela merda de tapa que eu não consigo parar de pensar no meu neném, no quanto ele deve estar assustado, com medo, com saudade de mim. Eu nunca levantei a mão pro Boruto, aí esses filhos de uma puta vem e batem no meu neném... Nesse bordel muita gente já caiu, muitos clientes saíram correndo e pisotearam uns aos outros, muitas putas foram atingidas, seguranças mortos, acho que deixei um bom prejuízo, mas não é o suficiente!
— Vamo tirar o patrãozinho de lá, Poderosa! - a Sakura está certa, mas quando eu e Naruto demos os primeiros passos, surgiram com o meu menino do alto da escada, naquele mesmo quarto, arrastando ele pelos cabelos, com uma arma na cabeça dele.
— SOLTA O MEU FILHO! - gritei desesperada, não como a Poderosa, mas como a Hinata, a mãe desse menino que tá quase sendo jogado pela escada.
— Tem certeza que quer que eu solte esse catarrento? - EU VOU MATAR O TONERI! - Você não está em condições de pedir nada, Poderosa, ou quer perder esse remelento de vez?
— Devolve o meu filho agora! - o Naruto tá irreconhecível, já o Boruto chora. Ele tá todo mijado, tadinho.
— Abaixa as armas se não o moleque morre! - m-morre? Não, eu não posso perder o meu neném!
— Todo mundo, abaixa as armas! - esse filho da puta destravou a pistola. - ABAIXA AS ARMAS! - gritei desesperada com medo de ver eles matarem o Boruto.
— Assim que eu gosto, a Poderosa debaixo dos meus pés! - tinha que ser um arrombado! Essa desgraçada pegou o meu filho pelo pescoço!
— Momo... - ELA FEZ O MEU NENÉM CHORAR!
— Larga ele, Shion! - o Naruto pediu, com ela evitando olhar pra ele, se borrando toda, essa fodida!
— Eu devolvo ele... - então devolve agora. - Mas antes você tem que cumprir um acordo! - que merda de acordo?
— O que você quer? Pelo Boruto eu faço tudo! - ela riu enquanto joga o meu bebê pro Toneri, tapando o rosto com as mãos.
— Eu quero que você case comigo! - eu tô ouvindo isso mesmo? ESSA PUTA QUER O MEU HOMEM! - E essa daí tem que assistir a nossa lua de mel! - ELA SÓ PODE TÁ BRINCANDO!
— VOCÊ TÁ DOIDA, NÉ? POIS EU VOU CURAR TUA DOIDEIRA NA BASE DO FUZIL! - empunhei a arma e rapidinho recarreguei, mas o Naruto me parou, me fazendo ver os olhinhos assustados do meu filho. Eu não queria que ele visse nada disso, eu nunca quis envolver o meu pequeno em nada disso, porque essa maldita tinha que fazer isso? Ela fez meu neném ver a maldita que eu sou, ele tá com medo de mim agora, essa fodida me tirou a oportunidade de ter uma família, ela quer tirar o meu homem de novo de mim e ainda tirou do meu filho a imagem boa que ele tinha de mim.
— C-calma, Poderosa! - a Sakura tentou me acalmar. - Se tu fizer isso, vai ser pior pro patrãozinho. - o pior é que ela tem razão.
— Escuta aqui, eu vou sair agora com esse seu pacote de merda pela porta da frente e se eu ouvir um gatilho esse desgraçado vai virar um queijo de tanto furo! - dizendo isso, calmamente eles começaram a descer as escadas, enquanto Naruto, Kiba e Shino trocam olhares. - Todo mundo de mãos ao alto ou o moleque morre! - eu vou matar esses filhos de quenga!
— Você tem uma semana pra pensar, meu amor, prometo que vou te fazer muito feliz! - ela ainda lançou um beijo.
— Popo é do momo! - meu neném tentou falar enquanto se debate todo... ELES DERAM UMA CORONHADA NO MEU FILHO!
— Boruto! - eu não tive saco, peguei meu fuzil e a Shion correu com o meu menino, aquela covarde, mas antes de ir com eles, o Toneri atirou em mim.
— PODEROSA! - o Naruto correu pra tentar me salvar, mas quem gritou foi a Sakura, que também correu e foi mais rápida que ele entrando na minha frente e me jogando pra trás, recebendo a bala na barriga. Ela já tava fragilizada antes, agora acho que é fatal e pela primeira vez eu senti pena dela, que caiu no meu colo, me derrubando enquanto o Naruto atira neles junto do Shino e do Kiba.
— Chiclete! - ela tá sangrando bastante, acho que dessa vez ela não vive pra contar a história do buraco. Aproveitando essa distração, os dois correram com o Boruto no colo. - Vai atrás deles, Naruto, vai! - ordenei fazendo ele correr.
— Cachorro, Inseto! - eles foram e eu fiquei aqui, cuidando da Sakura em meio a todo esse sangue e a esses corpos. Se esse bordel antes era todo branco e roxo, agora ele é todo vermelho de sangue e morte.
— V-você está bem? - por que caralhos ela fez isso? E como assim ela se preocupa com o meu estado?
— Por que você fez isso, Chiclete? - com esforço ela passou a mão no meu rosto.
— P-porque eu... Eu te amo... E-e prefiro morrer... a perder você... Poderosa! - e-ela me beijou, eu tô em choque! Todo esse tempo a Sakura me amava? Espera, eu acho que minha mente vai explodir! - E-eu sei que... Não vai ser... V-verdade... - ela tá bem cansada, quase fazendo a viagem dessa pra melhor. - M-mas... Você pode... Dizer que... Me ama? - ela me implorou de um jeito que me deu pena. - D-diz...
— E-eu te amo, Sakura! - ela riu satisfeita enquanto, nesse meio tempo, aqueles filhos da puta conseguiram fugir com o meu filho. MERDA! - D-desculpa a falha... Diz pra... Sarada... Que... Não é... Pra sentir... A minha falta! - ela começou a cuspir sangue, os olhos parecem brilhar cada vez menos e ela sorriu um pouco. - P-pega o... P-patrãozinho... D-de volta... Mostra que... Você é... A P-Poderosa! - dizendo isso, ela morreu com os olhos abertos.
— Vá em paz! - disse fechando seus olhos, ainda tentando lidar com tudo isso. Em dois dias eu tenho meu filho levado praticamente dos meus braços, sou baleada, ouço de uma louca que ela quer se casar com o homem que eu amo e ainda quer que eu assista à lua de mel deles, perco minha fiel cão de guarda e tenho a vida revirada do avesso. Definitivamente, a minha vida não tá sendo fácil, nunca foi, agora só piora. Quanta agonia, quanto desespero!
— Hinata! - o Naruto voltou e me abraçou e, aproveitando que há apenas mortos nos vendo, eu me permiti ser fraca e chorar no peito dele, chorar todo esse desespero, com os gritos de dor emocional que escaparam da minha boca ecoando por todo esse salão. - Homens, peguem tudo, façam o saque geral, não quero que um centavo fique pra trás! - o mínimo que o Toneri me deve é perder tudo o que tem aqui pra mim, o mínimo! Eu voltei pro meu bordel ainda chocada de dor, sentindo o meu colo vazio sem o meu neném. Ainda bem que o Naruto tá se inteirando de tudo o que rolou além dessa fuga deles, porque eu não tenho cabeça, eu só quero o meu filho, eu só quero ter o meu neném de novo e não quero ter que perder o Naruto pra isso. - Lindinha! - ele me abraçou forte e eu chorei de novo, com a Lea me dando uma caixa de lenços.
— Eu quero o meu filho de volta, eu quero o Boruto! - eu só penso no que podem estar fazendo pro meu neném, no quanto ele não deve estar com frio, com fome, com saudade, com medo... - Eles bateram no nosso filho, Naruto, eles bateram no meu bebê! - gemi de dor enquanto ele tenta me amparar.
— A gente vai ter ele de volta, nem que eu tenha que aceitar a proposta dela! - ele tá louco? - Ei, calma, eu tenho um plano, está bem?
— Eu não preciso de plano, eu preciso do meu bebê! - ele suspirou pesado, fazendo carinho na minha cara.
— Enquanto você tava surtada, eu e os seus amigos fizemos um plano, só tem um problema... - que problema? - Muitas armas se estragaram durante a perseguição, precisamos de muito mais gente...
— E eu não tenho em mãos coisa o suficiente pra essa semana, tenho que importar da Europa e vai ser muito arriscado passar tudo isso pela alfândega sem nos pegar, até pra mim! - merda, Shino! - Mas o Cachorro tem uma ideia! - qual?
— É o seguinte, tem um esquema grande dentro do serviço postal de contrabando, do qual o Oyabun do Inseto faz parte, mas pra essa quantidade a gente precisa de um peixe muito grande, alguém que possa negociar alto por essa carga!
— Lea, me traz meu telefone! - ela correu, toda desajeitada no salto. Não sei como o Gaara pode achar esse armário de vestido sexy. Mas bem, pelo menos ela é rápida e trouxe o que eu pedi.
— Lindinha, o que você tá fazendo? - ele perguntou curioso e eu ri nervosa.
— Vocês querem um peixe grande, não e? Eu vim pescar! - eu preciso de alguém muito influente, muito poderoso e eu não estamos só falando de armas, estamos falando de poder político! Alguém com muita grana e amigos poderosos que possam facilitar os meus planos, alguém que possa me trazer esse armamento de uma forma que eu não possa ser pega e eu até já sei quem é esse alguém. Peguei meu celular e então busquei um número em especial, a Hanabi e o Konohamaru me devem um favor e chegou a hora de pagar! Eu não lembro onde ela está, acho que é na Holanda que ela vive agora, ela vive mudando de lugar, assim que enjoa da cidade, basta cruzar as pernas pro besta do Kono fazer as vontades dela. Acho que lá já é manhã, quem atendeu não foi ela.
— Alhou? - pelo visto foi a fofa da minha sobrinha.
— Olá, Kora! Diga à sua mãe que quem tá falando é a titia Hinata! - ela tem uma risada boa.
— Mama, mama, a titi! - eu até posso imaginar minha irmã a pondo no colo como se a resgatasse de um perigo.
— Eu não sei e nem quero saber o que você quer! - o que a Hanabi tem de novinha, ela também tem de esperta, mas ela só se esquece que do mesmo xota que ela saiu eu sai antes, tirando quase toda a esperteza!
— Quer que alguém saiba do nosso segredinho, Hanabi? Senta e me escuta! - e ela continua sendo a minha irmã mais nova. - Sem muito rodeio, sequestraram o meu filho, uma doida com um Cartel que me deu bastante trabalho e eu preciso de mais armas do que posso conseguir no país, quero que você dê um jeito do Kono, com a influência que ele tem, conseguir que meu contato aí na Europa consiga me enviar mais armas direto pro Japão sem levantar suspeitas! - ela riu, riu muito.
— A Poderosa te deixou doida! - não sei onde está a graça. Eu sinto muito pelo meu sobrinho, Hinata, como mãe me dói só de pensar na minha garotinha sumida... - até parece que ela vai perder o talismã da sorte fácil. - Mas eu não posso fazer isso, Hinata, você sabe bem o que ser ligado a você representa aos negócios do Kono! - ah, não pode?
— Hanabi, o que você faria se a sua filha sumisse? - posso sentir o nervosismo dela do outro lado da linha, acho que até abraçou minha sobrinha.
— Não ameaça a Kora! - olha, que mamãe mais preocupada!
— Se preocupa com ela ou com o que ela representa? Ama mesmo a menina ou o dinheiro que vem com ela?
— Claro que eu amo a minha neném, eu que pari! 12 horas numa sala de cirurgia pra ter essa coisinha... Preciosa! - a palavra certa pra descrever uma menina que vale milhões... - Em nome da nossa irmandade, deixa a minha filha fora disso! - claro que vou deixar, eu sou mãe, não faço maldade com o filho dos outros.
— Me diga, Hanabi, o que o Konohamaru diria se soubesse que toda a sua história de menina maltratada pelo pai, obrigada a trabalhar como empregada e que se apaixonou pelo príncipe encantado é falsa, hein? O que ele ia fazer se descobrisse que você armou pra ficar grávida? Que você furava todas as camisinhas que ia usar com ele, com direito a continhas pra saber quando seria mais fácil engravidar dele? Que você não passa de uma puta sortuda que deu o golpe da barriga nele e que nunca gostou dele de verdade? - ela engoliu em seco, acho que até tá tremendo. - Acho que no mínimo ele ia acabar com esse noivado de merda, te tirar a Kora e você ia ter que voltar sem um centavo pra cá, tendo que rebolar esse seu rabinho de ouro no meu bordel tentando laçar outro milionário! - ela riu nervosa do outro lado.
— Você não pode provar nada e eu gosto do Kono, ao menos agora, fora que como você bem disse, esse meu "rabo" é de ouro e ele não vai querer perder! - boa tática, mas não vai ser infalível! - Eu cuido muito bem da minha princesinha, ela não vive sem mim e o pai dela também não! - aí, que meigo! Me poupa que eu não tenho nem tempo pra ficar ouvindo seus deboches!
— E o seu maridinho? Ele é imune à polícia! - por segundos ela parou de respirar, posso imaginar o medo que ela sente. - Pedofilia, já que ele se envolveu com você antes mesmo de você completar 14 anos, fraude documentária, já que ele forjou todos os seus documentos para acharem que você é maior de idade, homicídio qualificado premeditado, já que ele planejou cada detalhe do "trágico acidente que tirou a vida dos pais dele",com o agravante de ser mentor intelectual do crime... Acho que vou ligar pro Cachorro, tchau, Hanabi...
— E-espera! - acho que agora ela pode me ajudar! - Deixa ele fora disso, me diz o que você quer! - olha, até falou mansinho. - Eu te ajudo se você prometer pelo meu sobrinho que vai deixar a Kora e o Kono longe disso tudo! - agora sim podemos conversar.
— Me escute bem, você vai botar esse seu rabinho pra funcionar e fazer as cabeças dele direitinho!
...
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Enquanto Hinata instruía Hanabi, ainda em Konoha, Orochimaru bufava de raiva ao saber que Shizune estava com os pais na cidade. Era perigoso para seus planos que Jiraya, a quem há tempos planejava matar, tivesse herdeiros, por isso precisava se livrar da família inteira de uma só vez. Bufou de ódio ao ver os papéis que atestavam o casamento legal do irmão com Tsunade, grunhindo furioso.
— QUENGA DE MERDA! - gritou raivoso, jogando um enfeite de gesso contra a parede, o fazendo espatifar como desejava fazer com a vida dos familiares.
— Patrão! - chamou um rapaz de cabelos platinados, chamando sua atenção. - A senhora Adotada já está no hotel abandonado com a criança e o Lua! - o Sannin, que admirava suas cobras na tentativa de se acalmar, virou rapidamente para o subordinado, rindo nervoso.
— Eu não quero saber desses desgraçados, Kabuto, quero saber de quando eles vão cumprir a parte deles no trato! - disse firme, recebendo das mãos de Kabuto um envelope de onde pôde retirar panfletos velhos que mostravam Tsunade como Mestra Tsuna. - Ah, então eles conseguiram? - perguntou sorrindo malicioso.
— Eles disseram que foi difícil achar algo que mostrasse o rosto dela, geralmente ela aparece com o guarda-chuva na frente, ela devia temer que a menina soubesse de algo... - comentou enquanto seu patrão voltava a guardar os panfletos no envelope, o balançando, batendo com os papéis sobre a mão esquerda antes de entregá-lo à Kabuto, sorrindo de canto.
— Pois nós vamos tratar de tornar esse pesadelo realidade! Eu quero que esses panfletos cheguem à mão da prostitutinha mirim o mais rápido possível!
Voltando à Holanda, horas mais tarde, quando no país baixo já era fim de tarde, um homem moreno chegava em casa afrouxando sua gravata.
— Kora, Hanabi! - chamou pela noiva e pela filha, abrindo os braços e se ajoelhando ao ouvir passos e em seguida ver a pequena menina que corria na sua direção.
— Papa! - chamou enquanto abraçava Konohamaru, seu pai, que lhe beijou a bochecha.
— Meu amor... Como foi o dia da minha princesa? - perguntou o Sarutobi já procurando por sua noiva pela grande casa que ocupavam. - Cadê a mamãe?
— Quarto! - disse ao ser posta no chão, já correndo para a babá que lhe chamava para o banho, com seu pai indo até o quarto que dividia com a noiva, sorrindo malicioso ao ver que ela já o esperava apenas de lingerie, sedutora, seguindo as ordens de Hinata.
— A mais gostosa desse mundo! - a puxou pelo braço e a beijou, completamente seduzido, a jogando na cama, beijando seu pescoço. -
— Ei, calma... - o enlaçou com as pernas, rebolando seus quadris contra os dele enquanto retirava sua camisa. - Tem que fazer por merecer... - sentiu suas coxas sendo apertadas firmemente, assim como ouviu seu suspiro libidinoso.
— O que você quer? - perguntou rouco e ansioso, beijando-a vorazmente, mordendo seu lábio inferior ao fim do beijo. - Joias, mais dinheiro... Me pede o mundo que eu te dou! - dizia completamente dominado entre os beijos que dava em seu pescoço, sem ver o sorriso satisfeito de Hanabi que o abraçava, alisando suas costas com as unhas.
— Eu quero que você ajude a Poderosa com uma coisa!
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Poderosa
FanfictionEu já amei muito, amei um homem que sumiu quando eu mais precisei dele. O Naruto me abandonou quando eu achei que tudo ia ficar bem, quando eu descobri que ia ter nosso filho, sumiu sem deixar rastro e transferimos minha vida num inferno. Eu virei u...
