Tyhot Vs Seita Da Bruxa - CAP 19 [Parte 2]

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As espadas sagradas são passadas de gerações em gerações pela família real. Essa é a primeira vez que um simples cidadão como eu utiliza elas. O rei me deu essa responsabilidade tão grande pois confiava em mim, não posso decepcioná-lo.

- C-Como isso é possível? Ele parou os 5 ataques com um simples movimento. - Lupin diz impressionado.

- Por que você não fez isso antes? Com aquela primeira bola de fogo? - O velho pergunta com cara de sério.

- Vocês estão enganados, eu não parei o ataque, eu suguei ele. E na primeira vez eu não pude fazer isso, porque não sabia de quem era o ataque. É assim que essa espada funciona.

- HÃ, ESSA NÃO, SE ESPALHEM. - O velho rapidamente percebe minha estratégia.

- Tarde demais. - Falo girando a espada, fazendo com que todos os ataques voltassem para seus respectivos donos.

Em instantes todos são acertados pelos seus próprios feitiços, fazendo assim, explosões pelos cinco lados.

O verdadeiro poder da minha espada é esse. Sugar os ataques dos inimigos e devolvê-los pra eles mesmos. Foi isso que fiz agora, só devolvi o que não era meu.

Depois de alguns segundos a cortina de fumaça se desfez, revelando assim, todos novamente. Suas aparências não eram umas das melhores, alguns mal conseguiam ficar de pé.

- Ainda querem continuar com isso? - Pergunto com uma expressão de tédio.

- Não usem magia, acabem com ele na esgrima. - O velho se escora na espada tremendo de dor.

- Mas que droga heim... - Sussurro ficando em guarda de novo.

Os quatro me atacaram por todos os lados, mas com movimentos sutis fui bloqueando suas espadas. Uma por uma era parada por meus rodopios de corpo e espada. Era quase como uma dança, onde se eu erra-se um passo, iria perder um dos membros do corpo. Mas felizmente, o primeiro a errar foi um deles, Lupin, que com uma sutileza teve sua cabeça arrancada com uma simples passada de lâmina no pescoço.

Sangue jorrou para todos os lados. Mas a batalha não acabou. Enquanto Lupin se regenerava, os outros permaneceram firmes atacando. Até que eu eu arranquei a cabeça do segundo, Maquiavel.

- Por que pararam? - O velho pergunta.

- N-Não acho que vamos conseguir vencer ele assim senhor. - A mais nova se distancia falando.

- Eu pedi a sua opinião? Só ataque ele, e isso é tudo.

Ela me encara e engole seco. Aquele olhar de frieza de minutos atrás já havia se consumido por medo. Qualquer movimento meu ela já se alertava. Era como um cachorro de rua que apanhava todos os dias.

- Vá pra casa... - Encaro ela sem qualquer expressão.

- Hã, do que você está falando?

- Você não quer estar aqui não é mesmo? Não se esforça nem pra esconder seu medo.

- O Q-QUE VOCÊ SABE DE MIM? STELLA ME DEU UM MOTIVO PRA VIVER, NÃO FIQUE ACHANDO QUE ME ENTENDE. - Ela diz se colocando em guarda de novo.

Hum... parece que ela está determinada a continuar com isso mesmo.

- E você? - Pergunto olhando para a outra que também permanecia em pé.

Sem responder ela apenas se pos em guarda também.

- Entendi... - Falo voltando a posicionar minha espada.

A luta iniciou-se de novo, mas dessa vez com uma vantagem inigualável para mim. Afinal de contas, duas pessoas não eram o bastante para me parar.

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