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Algumas semanas se passaram e o dia do casamento finalmente chegou.

Emilie e Gabriel estavam hospedados na província, apenas esperando para o matrimônio.

Gabriel, claro, custou acreditar que sua antiga serva e prisioneira era uma princesa, e em pouco tempo, se tornaria a futura rainha de Paris.

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Enquanto isso, Nathaniel organizava algumas maçãs numa estante que ficava no celeiro.

— Nath — ele ouviu uma voz feminina.

Era Chloé, que exibia um enorme sorriso no rosto.

— Chloé. — sorriu ao observá-la.

— Posso ajudá-lo? — se aproximou.

— Não precisa.

— Mas eu quero.

— Bom...se quer tanto assim, tudo bem. — deu de ombros e sorriu levemente.

A loira se aproximou e pegou algumas maçãs.

Nathaniel olhou para a garota de canto de olho e disse, com o rosto avermelhado:

— V-você está encantadora hoje.

— Obri...

— Não que nos outros dias não estivesse, mas hoje... quero... quero dizer... você... você...

A loira sorriu e se aproximou dele, ainda se atrapalhando nas palavras, e lhe depositou um beijo longo e suave no canto dos lábios.

O ruivo emudeceu na mesma hora.

Ao se afastar dele, Chloé notou que sua bica estava entreaberta. Baixou a cabeça e deu uma risada forçada na expectativa de quebrar o clima pesado que pairava no ar.

Numa lentidão calculada, Nathaniel largou as maçãs num pequeno cesto e se aproximou de Chloé. Agarrou-lhe a cintura e a puxou lentamente para mais perto de si. Duas mechas de cabelo se desprenderam do coque frouxo da menina e pararam diante de seu rosto angelical. O ruivo as colocou atrás da orelha dela e, com o polegar, segurou seu queixo, erguendo o rosto da jovem com gentileza. Ambos se encaravam tão profundamente, como se pudessem ler além das íris azuis.

Nathaniel riu sutilmente da expressão confusa no olhar de Chloé e ignorou aquilo. Sem hesitar, ele selou seus lábios com os dela.

A surpreendeu no início, mas percebeu que desejava aquele beijo havia dias, mas sempre tivera medo de tomar uma iniciativa.

As mãos grandes do ruivo percorreram as costas da loira. O beijo se tornou mais exigente e intensificaram. Chloé entreabriu os lábios para receber a língua de Nathaniel, que pedia passagem para entrar.

Pararam o beijo por alguns minutos e Nathaniel encontrou uma oportunidade perfeita para explorar mais.

Trilhou uma linha de beijos pelo rosto da menina até chegar ao pescoço, onde ali, afundou seu rosto e aspirou o doce perfume que ela emanava.

Chloé usava um vestido azul de ombrinho. Sua saia era solta, mas não muito comprida. A parte superior de seu corpete era demasiadamente infernal para Nathaniel. Chloé comprara aquele maldito vestido dias atrás. O vestido não cobria 100% de seu busto. Aquilo se era vestido de uma jovem ainda não casada usar?

O rapaz desceu mais ainda com seus beijos molhados, até chegar nos ombros dela e, mordiscou um. Ela soltou um suspiro. Logo, ele foi para o outro e voltou para o pescoço dela novamente.

Chloé sentiu suas pernas fraquejarem e o ar lhe escapar pela boca. Aquela sensação era nova para ela. Não sabia o que fazer, só sabia que era bom e estava gostando.

Minha Princesa - MiraculousHistórias para pegar e não largar. Descubra agora