Capitulo vinte e quatro

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Cheryl POV

COMO EU ODEIO O AMOR!

Toni me jurou amor eterno, todos os dias ela dizia que me amava e que queria ficar comigo o resto da vida. E hoje ela me traiu.

Parabéns amor, você é uma merda.

Depois que eu sair do bar, eu tentei dirigir até em casa, mas as lágrimas tomaram conta da minha visão e eu tive que encostar o carro no acostamento.

-Por que ela me traiu? Eu fui tão insuficiente assim? Eu não dei o amor necessário? Eu me odeio. - Bato no volante várias vezes e encosto no banco.

-Querida, a culpa não foi sua. - Minha mãe mãe põem sua mão em cima da minha. -Toni não merecia e nem merece seu amor, você fez tudo por ela e mesmo assim ela te traiu, não se culpe, culpe aquela maldita. - Encaro ela.  -Desculpa falar dela assim, mas é a verdade.

-Não, você tem razão, a Toni é mesmo uma maldita. Dane-se ela. - Limpo minhas lágrimas com a manga da minha blusa e volto a dirigir. Toni não merece meu sofrimento.

Chego em casa e subo para o quarto, tomo um banho e vou me deitar, tento de todas as formas pegar no sono mas as lembranças dos meus momentos fofos com Toni me atingem, a briga e o momento da traição também surgem na minha mente e eu não consigo dormir, bebo um calmante e em meios as lágrimas adormeço.

***

Acordar não foi fácil, meus olhos estavam inchados e eu não queria abrir os olhos. Passeia manhã inteira deitada e sofrendo, por mais que eu não quisesse, meu coração está despedaçado e sentindo a falta da Toni.
Na hora do almoço eu voltei a dormir e só acordei com minha mãe batendo na porta.

-Cheryl querida, posso entrar?

-Claro.

-Você não comeu nada, vim te trazer um lanche. - Ela põe uma bandeja cheia de comida na minha frente.

-Obrigada, mas eu não estou com fome. - Empurro a bandeja.

-Eu sei que você está sofrendo, mas não pode ficar tanto tempo sem se alimentar, isso fará mal a você. - Ela passa a mão na minha bochecha.

-Ta tudo bem, depois eu desço e faço um lanche. - Sorrio forçado. -Mas eu queria conversar outra coisa com a senhora.

-Diga querida. - Ela sorrir e segura minha mão.

-Agora que eu e aquela pessoa terminamos. - Respiro fundo e tento não chorar. -Eu não quero ficar sozinha aqui na mansão, e por mais que você tenha errado comigo, eu estou disposta a recomeçar e te aceitar de volta aqui. Você aceita vim morar comigo? - Penélope sorrir igual uma boba, vejo até uma lágrima descer pelo os seus olhos.

-Minha filha, é óbvio que eu aceito. - Ela se levanta e me abraça. Sinto ela fungar e percebo que a mesma está chorando. -Eu vou fazer de tudo para não te decepcionar.

Fiquei conversando com minha mãe até Veronica mandar mensagem dizendo que estava a caminho. Não tive outra opção a não ser tomar um banho e trocar de roupa.

Ficamos o resto da tarde conversando e assistindo filmes de romances clichês, Ronnie até tentou me convencer a conversar com a Toni e possivelmente dar uma segunda chance, mas eu não quis nem escutar. Toni traiu a minha confiança, eu nunca mais quero olhar na cara daquela cretina.

O meu fim de semana foi o mais triste possível, fiquei comendo chocolate, assistindo filmes melosos, escutando músicas triste e chorando vendo nossas fotos juntas, basicamente eu hibernei no meu quarto em um poço de solidão.

True Love - Choni Onde histórias criam vida. Descubra agora