Dulce Maria estava em seus últimos dias de estágio. Para variar, estava distraída enquanto tomava o seu suco na cantina que havia ali. Sentiu duas mãos, provavelmente masculinas, tampar-lhe os olhos. Como a única pessoa que fazia isso era seu namorado, ela sorriu. Porém assim que a pessoa tirou as mãos de seus olhos, ela desfez o sorriso.
Dulce: Oi Bruno. – suspirou.
Bruno: Oi Dul, pensei que ficaria surpresa. – ele sentou ao lado dela.
Bruno era um rapaz não muito alto, cabelos e olhos pretos. Fazia estágio ali em administração. E novamente estava ele cercando Dulce.
Dulce: É que achei que fosse outra pessoa. – não queria nem imaginar se Christopher visse o rapaz tão perto dela novamente. Da outra vez ele havia ficado com ciúmes.
Bruno: Tipo?
Dulce: Tipo o meu namorado. – falou de forma séria – Olha Bruno, você é um cara legal, mas eu já to muito bem acompanhada.Bruno: Namoros acabam. – sorriu.
Dulce: Não o meu.
Bruno: Saiba que se terminar, estarei aqui.
Dulce: Melhor você desistir e procurar outra garota. – levantou-se.
Bruno: Dulce, – pegou nas mãos dela – você é incrível e é por isso que eu não deixaria você.
Dulce: Bruno eu acho melhor você parar. – puxou sua mão, das mãos dele.
Bruno: Ah Dulce... – riu.
XXX: Você é surdo? – perguntou. Ele estava atrás de Dulce e ouviu um pedaço do diálogo.
Bruno: Ouço muito bem por sinal. Agora você deveria se mancar.
XXX: Você quem deveria ir para o berçário, moleque. – estava exaltado.
Dulce: Para Christopher. – pediu ao namorado e ficou na frente dele.
Bruno: Não tenho medo de você.
Lucas: O que acha de voltar ao seu trabalho? – ele estava passando quando viu o amigo se aproximar, sabia que não iria prestar, então se aproximou.
Christopher: E moleque trabalha? – respirou fundo.
Bruno: Trabalho e muito.
Lucas: Ande, volte pro seu setor, na boa. – puxou o rapaz para se levantar.
Bruno: E quem é você para mandar em mim? – deu um empurrão em Lucas.
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My Dear Teacher || (Continuação)
FanfictionParte primeira da história termina com dois corações sofrendo e sangrando um pelo outro. Sofrendo por uma história mal interpretada. Sangrando por uma mentira. Além de que, toda aquela história ficou com um espaço incompleto. Um vazio que nenhum daq...