Adormecer

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– Dona Eli?

— Olá senhor Jamil.

– Vovó chegamos.

– Seja bem vindos, entre!

— Que bom que veio. - Nadia pegou Kauã no colo.

— Vocês estão bem? Vitoria não vem? Entre não fique ai na porta.

– Kauã pode ficar com vocês? Eu preciso ir.

– E aonde você vai?

– É.. já dei almoço pra ele e a roupa dele tá na malinha. Cuidem dele!

– Eli aonde vai com essa chuva? - eli entrou no táxi e foi embora  sem responder Nadia. – Aonde está sua mãe filho?

– Ela está trabalhando.

— Em pleno sábado?

(...)

Com o temporal que estava, Ana e Vitoria tentou se abrigar em algum lugar, acharam um hotel de beira de estrada.

– Entra... entra. Você está ensopada! Tire o casaco.

– Tudo bem.

– Tá com frio?

– Um pouco. - Ana pegou no rosto de Vitoria.

– Você me perdoa?

– É claro! E você me perdoa?

– O que tenho para perdoar?

– Ana... não imagina como foram os dias sem você.

— E os meus então.

– Ana!

– Vitoria! Eu te amo tanto... não imagina o quanto te amo. - se beijaram novamente, aquecendo seus corpos com a chama renascia dos seus corpos e corações.

(...)

– Então kauã tia Eli disse para onde ela ia?

– Não! Ela disse que vocês iam cuidar de mim e que eu ia brincar com as minhas primas.

– É. mais elas vão voltar logo querido, saíram pra passear.

– Tudo bem vovó. E pra onde foram a Gaia e a Luna?

— Foram aqui perto, passear um pouquinho.

– Aaaaa eu queria tanto brincar com elas.

– E pra que precisa delas? Teus avós estão aqui, não e mesmo Nadia?

– É claro querido!

(...)

– Prontinho! Vem cá. - Ana se sentou próximo a Vitoria e a abraçou.

~ Aqui está seu Vinho Senhoras, a comida está pronta quer que sirva?

– Vamos ficar aqui?

– O kauã vai ficar preocupado.

– Mais o kauã não está com a Eli?

– Claro que sim... em fim! Vamos ficar.

– Ok senhor pode separar uma mesa.

~ Tá bem, com licença.~

– E ai gostou. - Vitoria bebeu seu vinho. — Tome! - levou a taça até a boca de Ana.

– Deixe me provar o vinho que tu bebe, mais uma vez, deixe que sua voz continue me dizendo coisas, faça calar o som dos invejosos, mais primeiro beba você e depois deixe-me beber do vinho dos seus lábios. Você não sentirá mais do que o despertar das flores e das vozes do meu coração. - Ana recitou.

Por AmorOnde histórias criam vida. Descubra agora