Quer se imaginar no mundos dos heróis? Entrar na história e curtir o máximo dela?
Embarque nessa aventura junto comigo e com todos os leitores apaixonados por esse mundo mágico.
Essa obra é fruto de minha imaginação, qualquer semelhança com a real...
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Seu Nome
As portas do elevador se abriram revelando uma Bat Caverna completamente diferente do que eu me lembrava. As luzes do corredor se ascendiam a medida em que eu caminhava por ele e me aproximava do centro de controle operacional, onde Alfred estava sentado fazendo algumas anotações em sua agenda virtual. Meus olhos brilharam com todos os equipamentos ultramodernos que antes não estavam ali e por mais que fosse difícil concordar com ele, Bruce havia feito um bom trabalho nesse lugar.
— Parece que algumas coisas nunca mudam. — comentei, fazendo Alfred virar sua cadeira em minha direção e me olhar — Oi Alfred.
— Senhorita Allen, que prazer em ve-la. — ele disse, arqueeando a sobrancelha — Mas tenho que perguntar, o que a trouxe aqui?
— É uma longa história, acho que uma xícara de chá cairia muito bem. — dei um sorriso tímido, colocando as mãos dentro do bolso da minha calça. — Ele está por aí?
Alfred assentiu e deixou suas coisas de lado, caminhando até mim. Ele apontou gentilmente para o local de onde eu tinha vindo e ambos começamos a andar de volta para o elevador, em silêncio como sempre. Assim que as portas de fecharam e ele apertou o botão que nos levaria até a casa, minhas mãos começaram a temer e tenho certeza que ele percebeu isso.
— Não se preocupe Seu Nome, o patrão Bruce mudou completamente depois que você partiu.
— Eu espero que seja para melhor, Alfred. — respirei fundo, olhando o enorme hall de entrada da mansão Wayne. — Está no local de sempre?
— Na biblioteca senhorita.
A cada passo que eu dava em direção a biblioteca da casa, meu coração palpitava em um ritmo descontrolado e minha respiração estava começando a ficar acelerada. Minhas mãos ainda tremiam e elas exitaram na hora de bater na porta, mas eu tinha que fazer isso antes que a coragem sumisse e eu desistisse. Dei três batidas na porta de madeira e entrei, sentindo um calafrio em minha espinha. Bruce estava sentado em sua habitual cadeira de couro, escrevendo em seu diário como fazia antigamente e assim que coloquei meus pés dentro da sala, seu olhar veio de encontro ao meu. Ele imediatamente abandonou tudo o que estava fazendo e se levantou, colocando as mãos na cintura.