Ele sempre a protegeu e tratou como uma irmã mais nova até que percebeu que ela podia ser mais que isso...
Ela nunca pensou que poderia ser notada pelo amigo até ele agir de maneira suspeita...
O que será que vai acontecer com a nerd e o popular?
*...
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Quando o treino acabou esperei com Lipe os meninos se arrumarem no vestiário.
- Você e o capitão, em... - disse Lipe com um olhar malicioso.
- Eu e o capitão NADA! - falei brava e emburrada pois não era a primeira vez que ele repetia isso desde o momento em que voltei a me sentar ao seu lado.
- Quer ver como ele está morrendo de ciúmes? Vou provar pra você quando ele voltar. Espera. - eu já estava ficando ansiosa.
Eles estavam saindo do vestiário. Rafael veio e nossa direção com Mário.
- Vamos? - disse Rafa então Lipe segurou meu pulso.
- Ela vai comigo hoje. - disse ele superior então rafa o lançou um olhar penetrante. Parecia que estava o esfolando com os olhos.
- Como? - disse Rafa querendo que ele repetisse.
- Acho que ele quis dizer que vai com ela assim como vai com você e comigo. - disse Mário confuso com o clima assim como eu. - Esse é o Felipe, meu irmão mais novo. Lembra do que eu te disse mais cedo?- continuou ele.
- Ah! Entendi! - disse Rafa desfazendo a cara de bravo - O pulso dela... você pode a machucar segurando assim. - disse calmo e quando Lipe me soltou, foi pegar sua mochila no banco então fomos até o carro no estacionamento. Eu e Lipe ficamos mais afastados deles enquanto caminhávamos.
- Viu? Explica aquilo! Ele queria vir pra cima de mim! Ele gosta de você. - comentou Lipe e eu corei. - Mesmo morena ainda sei que está corada. - e riu.
- S-sério? Tenho que pegar um bronzeado pra melhorar isso. - tentei desconversar. Eu não ia dizer pra ele que ele estava completamente enganado e as mil razões para estar enganado. Pô, olha pra mim! Em quê o Rafa iria se apaixonar?
Na viagem os meninos desceram rápido e logo estava apenas Rafa e eu no carro.
- Vai explicar o que foi aquilo? - disse ele.
- Eu que devo perguntar! Virou amigo ciumento agora? - cruzei os braços e o encarei. Ele corou... que lindo! Para! Você está tirando satisfação agora!
- Ciúmes? De onde tirou isso? Só estava curioso. Eu em... - desviou o olhar.
- Pois não fique. E tem mais, eu nunca vou dizer pra esse garoto que gosto dele, então nem faz sentido você querer saber quem é. É impossível acontecer! - ele me olhou de cantou preocupado.
- E por que essa certeza? Ele é gay? - Explodi em gargalhadas. Se ele soubesse que me perguntou se ele é gay... - do quê está rindo?
- Nada! É que foi engraçado na minha cabeça a pergunta. E... sobre a certeza... tenha ela porquê esse cara é bom demais pra mim ou cego demais para ver meus sentimentos. Eu não entendo. Ele é um tapado, sabe... - tomara que ele nunca descubra que estou falando dele.
- Deve ser um grande tapado mesmo... - disse e tirou uma das mãos do volante para acariciar minha cabeça ainda olhando para a rua atentamente.
Quando chegamos na minha casa ele se despediu e eu entrei. Maria estava fazendo um lanche na cozinha enquanto minha mãe trabalhava em seu novo livro no escritório. Subi para meu quarto e lancei minha mochila e sapatos longe assim como meu casaco que foi para o topo da montanha de roupa ao lado da minha cama. Enfim em casa! Me joguei na minha cama e ela fez um barulhão. Opa, quebrou! Droga... não vou levantar mesmo assim. Tirei um cochilo e quando acordei tomei um banho e fui revisar a materia do dia.
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