capítulo 1

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Jungkook pov:

— e aí ganharão. - adentra no meu quarto, meu melhor amigo Park Jimin.

Sorri balançando a cabeça negativamente e me viro com a cadeira os olhando:

— pensava que você iria ficar ainda cuidando da sua vidinha perfeita

— saí fora. - ele pula na minha cama de barriga. — se minha vida fosse perfeitinha eu estaria na Coreia do Sul, vivendo uma vida clichê de Doramas. - ele se vira encarando o teto. - Aiai.. - ele suspira.

— tá, veio aqui só para deitar na minha cama e olhar pro teto vagabundo? - ele gargalha e se senta, vira sua cabeça me olhando por cima do ombro.

— olha você me respeite seu alejado. - reviro os olhos.

Park Jimin é meu único amigo que veio da Coréia do sul e construir uma vida aqui na América do norte. A diferença que Jimin mora em Nova York, pois ele trabalha com dança contemporânea na melhor sala de dança e arte que tem em Nova York perto da Time Square, porém, ele veio com seus pais passar esse mês descansado por aqui ao convite dos meus pais:

— vocês estão aonde? - pergunto.

— estamos no hotel Recanto. Lá tem uma fonte e tem uma escultura da Afrodite, minha mãe tampou meus olhos achando que eu ainda sou bebê que não vi ainda uma mulher nua. - ele faz uma careta e eu ri.

— vai ser ótimo ter sua companhia, além do ou da fisioterapeuta. - específico.

— eu sei que minha companhia é ótima, todo mundo quer minha companhia. - ele se gaba e eu faço negação com a cabeça com sorriso no rosto.

— você se acha demais vagabundo

— para de me chamar assim! - ele puxa minha almofada do homem de ferro e joga na minha cara. — aliás que almofada infantil

Pego a almofada e coloco sobre meu colo:

— eu já joguei muita coisa no lixo, pelo menos essa almofada para me lembrar minha adolescência. - o lembro. — e.. não vou parar de te chamar você de vagabundo, seu vagabundo. - ele mostra a sua língua para mim.

— filho. - minha mãe adentra meu quarto e eu reviro os olhos.

— já vi que é mal de círculo social invadir meu quarto. - resmungo olhando para Jimin e para minha mãe.

— o que disse? - ela franze a testa levemente.

— nada. - massageio minha testa com os dedos da minha única mão boa.

— só vim avisar que vou entrevistar seus fisioterapeuta, vou selecionar no caso. - ela olha rapidamente para Jimin e sorri sem mostrar seus dentes. - pra justamente você e Jimin conversarem e botar papo em dia, aproveita Jimin coloca juízo na cabeça do meu filho. - ela coloca a mão sobre o peito fazendo cara de coitada.

Jimin com um sorriso cínico na cara diz:

— pode deixar dona Stella. - ela pisca para ele e fecha a porta.

— como se você tivesse responsabilidade né? - replico de imediato.

— agora que parei para pensar. - ele vira seu corpo me olhando.

— hum? - arqueio a sobrancelha.

— sua mãe é bem gata

— vai a merda Jimin. - jogo o travesseiro nele e ele gargalha alto.

Grace pov:

— aiii eu tô nervosa. - esfrego as mãos. — eu nem sei o que dizer, na verdade eu sei, só não sei se estará da forma correta de se falar. - comento comigo mesma enquanto ando na rua.

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