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Isabella Davids
Já estamos no aeroporto de Los Angeles para embarcar para Portugal. Estas duas últimas semanas foram de estudo e exames. Não fui á Hype House nem uma única vez, ou seja, não voltei a ver o Vinnie, apesar de ele me ter ligado umas 5 vezes.
?: Última chamada para o voo 125 com destino a Lisboa, Portugal.
Martha: Vamos.
Fomos para o avião. Dividimo-nos por duas filas, cada uma com três bancos. Sentei-me entre a minha mãe e a Sarah. Dormi durante quase toda a viagem e o pouco tempo que estive acordada foi a falar com alguns amigos, entre eles o Tiago, o meu antigo melhor amigo. Como ele mora na mesma rua onde eu morava, ou seja, onde nós vamos ficar, combinei de o ver.
... Michael: Bela casa! Nem parece que não está habitada.
Martha: Vocês devem estar cansados então podem ir descansar. Eu vou sair para resolver uns negócios e volto para irmos jantar.
Ela saiu e eu mostrei os quartos a todos, a Sarah acabou por ficar comigo no quarto. Fomos descansar um pouco mas eu não conseguia dormir, talvez por ter dormido no avião. Fiquei a pensar no quanto a minha vida mudou desde que sai desta casa. Os meus pais divorciaram-se não por traição mas sim pelo tempo, com o tempo o amor entre eles acabou. Depois disso foi-me pedido para escolher um deles para viver. Nunca quis escolher entre eles por isso escolhi entre mundos. Eu podia ficar em Portugal e viver na mesma realidade onde também viveu o meu anjo e sofrer com isso ou recomeçar num sítio distante. Depois dessa escolha a minha relação com o meu pai nunca mais foi a mesma, era como se eu o tivesse traído. Mas ele esquecesse que durante a pior fase da minha vida, ele preferiu aproveitar a vida de solteiro e viajar nem sei para onde. Por isso é que eu mal falo com ele, eu amo-o mas o passado também pesa nas minhas decisões. Quando dei por mim já estava a chorar e como não queria acordar a Sarah que dormia ao meu lado sai pela janela e subi para o telhado, sempre fiz isto. Quando queria estudar, relaxar, ouvir música, eu vinha para cá. Foi neste telhado onde eu mais chorei pelo meu anjo.
Bella: Porque? Tu fazes falta! Tudo seria mais fácil se tu estivesses comigo.
Fiquei ali cerca de duas horas, com os fones a ouvir música, até ver o pôr do sol.
Sarah: BELLA!
Mia: Onde é que ela está?
Thomas: Não sei. Ela não está no andar de baixo.
Desci até á janela.
Bella: BOOO!
Sarah: AAHH!
Mia: Que susto! Onde é que estavas?
Bella: No telhado.
Michael: Como é que estavas no telhado?!
Bella: Eu subi para o telhado?!
Mia: Não interessa. Já são 19:13. Temos que nos arranjar para irmos jantar. Onde vamos?
Bella: A uma pizzaria no fundo da rua.
... Sarah: Está toda gente a olhar para nós.
Michael: Normal. Ninguém está acostumado com a nossa presença.
Naquele momento eu estava distante a olhar para um rapaz que me parecia familiar mas de certo modo não o conhecia. O mesmo olhou para mim e levantou-se.
?: Já não te lembras de mim? Que triste! Boa noite Dona Martha.
Os meus amigos apenas olhavam sem entender o que ele havia dito. Garoto horrível cujo nome é Rafael, alto, magro e loiro com aquela popinha no topo da cabeça. Não chegamos a namorar mas também não faltava muito, até ele decidir me trocar por alguém mais velho disposta a transar com ele. A minha mãe nem se deu ao trabalho de responder.
Bella: Quem me dera não lembrar, Rafael!
Respondi em português mas depois falei em inglês.
Bella: Malta, este é o Rafael, um...amigo antigo.
Rafael: É um prazer. Adorei ver-te mas tenho que ir. Talvez nos voltemos a ver.
Bella: Que Deus me ajude e que isso não aconteça.
Rafael: Sempre tão amarga.
Disse e retirou-se.
Michael: É só impressão minha ou tu tens um grave problema com loiros?! Até a Sarah é meia loira!
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