Malorry Mikhailova, tem sua vida completamente mudada quando é presa em uma das muitas corridas ilegais que acontecia em Miami, tendo que trabalhar com seus dois amigos de infância para pegar o maior chefe do narcotráfico Carter Verone.
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— O NOME DO SUJEITO É HERNAN Reis! Ele comanda o tráfico aqui! Nunca foi pego por que não trabalha com papéis! - Brian explicou, todos estavam em volta de uma mesa, Lorry tinha em mãos o saquinho de salgadinhos que até pouco tempo era de Han a ruiva tentava entender onde Brian queria chegar.
— Então ele não trabalha com o banco. — Gisele concluiu ao lado de Han que a olhava minuciosamente. — Guarda dinheiro vivo em empresas fantasma.
— Isso aí, dez para ser mais exato. — Brian abriu o mapa fazendo as pessoas se aproximarem. — Espalhadas pelo Rio de Janeiro!
— Vamos estourar todas elas. — Dominic Toretto falou se escorando na mesa.
— Todas? — Tej levou as mãos aos cabelos para absorver a ideia!
— Todinhas.
— Eu estou achando loucura. —Roman murmurou, fazendo a ruiva revirar os olhos antes de levar outro salgadinho em seus lábios. - Trazer a gente para o outro lado do mundo para roubar justo o dono da casa? Eu pensei que era um serviço, mas estou vendo que isso é pessoal, é isso mesmo? Eu respeito vocês, mas quando é pessoal é problema, aí eu estou fora! - Pearce deu as costas indo em direção a saída.
— São 100 milhões de dólares. - Toretto falou fazendo Roman parar de andar e Lorry derrubar o salgadinho no chão fazendo Han olhar entristecido para o saquinho no chão.
---- Como é que é? - Roman falou voltando para trás. - Sabe é que as vezes eu sou meio paranóico, a gente acabou de se conhecer então...
---- 100 milhões de dólares, tudo que a gente pegar a gente divide!
---- São 11 milhões por pessoa, isso sim que são férias de respeito! - Lorry falou entusiasmada. - Eu estou dentro.
---- Eu estou dentro. - falou os demais.
---- 11 milhões, com essa grana eu vou pegar mulher até dizer chega. - Roman falou com um ar sonhador.
---- Não dá para estourar 10 lugares ao mesmo tempo.
---- E quando estourarmos o primeiro, eles vão fazer de tudo para proteger os outros. - Han falou tirando os olhos do salgadinho no chão é olhando para Dom.
---- Exatamente.
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Lorry, Mia, Tej e Gisele havia ficado no galpão, os demais havia ido até a primeira casa de dinheiro de Reis. As mulheres estavam sentadas juntas em umas cadeiras, enquanto Tej tentava manter o contato com o resto da equipe.
— Então, como você conheceu o Brian? - perguntou Mia demonstrando curiosidade. - Ele nunca falou os detalhes de como conheceu você, ele sempre fala que você é a irmã que ele nunca teve.
— Meus pais eram separados, sempre eu ia passar um tempo com meu pai nas férias de verão. E Brian e Roman eram vizinhos da casa em que meus pais moravam. — Lorry sorriu com a memória que invadia seus pensamentos. — Eles cuidavam de mim quando meu pai ia trabalhar! Algum tempo depois eles foram para o reformatório, eu fiquei sozinha. Tive que ir para Rússia com minha avó já que meus pais eram irresponsáveis para cuidar de mim, terminei meus estudos e quando tinha idade suficiente juntei minhas malas e me mudei para Miami, onde eu os reencontrei.
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— ESTAMOS VENDO O NÚMERO CINCO! - Tej falou pelo pequeno radinho. Tej e Lorry estavam em cima de um edifício vendo para onde iriam levar o dinheiro de Hernan Reis.
Lorry observava o carro preto adentrando o possível esconderijo e arregalou os olhos. E rapidamente tirou o radinho da mão de Tej.
— Eu sei que vocês disseram que iriam juntar o dinheiro no mesmo lugar. Mas vocês não vão acreditar. - falou olhando para o batalhão de polícia.
Rapidamente eles passaram as coordenadas para o resto da equipe. Minutos depois o casal viu os carros e a moto de seus amigos estacionarem.
— Se o trabalho der certo, para onde você quer ir depois daqui amor? - a ruiva perguntou ainda olhando pelo binóculo vendo seus amigos se juntarem lá embaixo.
— Combinamos que passaríamos nossa lua de mel aqui! Mas depois que levarmos o dinheiro, Brian e os Toretto's não serão os únicos a serem fugitivos, teremos que mudar nossos planos.
— Não importa, onde você for eu irei e estarei muito feliz. - Lorry retirou o binóculo de seus olhos e beijou os lábios de Tej que agarrou a cintura de Lorry.
— Que pouca vergonha é essa aqui?! - Roman perguntou, Lorry e Tej se separaram e a ruiva sorriu para Roman que revirou os olhos. - É suicídio esse plano, Dom sabe disso é quer continuar com ele.
— Pense pelo lado positivo. Você ficará milionário, não me pedirá mais dinheiro e ainda irá arrumar uma namorada e irá parar de nos interromper. - Malorry disse cruzando os braços.
— Eu só te pedi dinheiro uma vez. - a ruiva o olhou sarcástica fazendo Roman rapidamente voltar com sua fala. - Tabom, foram quatro vezes.
— Okay senhor sem grana. Vamos voltar para o galpão.
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— A vantagem de prédios públicos? Arquivos públicos. - disse Mia abrindo o mapa sobre a mesa chamando atenção dos demais.
— O dinheiro está no cofre, na sala das evidências. - Brian apontou com seu dedo a sala.
— Tá, eu posso falar uma coisinha rapidinho. A gente está falando de invadir o batalhão da polícia militar. - Tej murmurava enquanto gesticulava com as mãos, sentando em uma das cadeiras ao lado da ruiva que havia furtado outro salgadinho de Han. - Vocês prestaram atenção nessa palavra, os homis, os caras, meganhas, os tiras, esse tipo de gente.
— Um lugar feito para entrar e não para sair. Entrar é mole quero ver a gente sair de lá.
Lorry pensava nas milhões de possibilidades que a mesma poderia fazer com o dinheiro que receberia desse serviço. Provalvelmente a mesma irá comprar uma BMW, e uma mansão, um lugar tranquilo para viver com Tej.
— Temos que ter um olheiro lá dentro. - Lorry murmurou - Ou algo que dê para sabermos o que acontece no cofre.
— Tem o cofre... - Roman disse pensativo. - Que doideira mas quem é que vai aceitar fazer isso? - como se fosse combinado todos olharam para o Pearce o fazendo arregalar os olhos. - Como assim, porque eu?
— Você é bom de lábia! - Lorry disse dando um tapinha na cabeça de Roman. - É perfeito para isso.