Capítulo 7

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— Verone isso não é algo que se diz

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— Verone isso não é algo que se diz. — falou o detetive Whitworth.

— Cala boca. — Verone ergueu seu dedo para cima. Whitworth começou a se aproximar junto com o guarda costa de Verone. — Eu tenho um último serviço para você detetive, espero que esteja me entendendo.

— Já conversamos sobre isso. E eu disse que não posso.

— Resposta errada. — disse Verone— A mesa. — se virando para Enrique e seu outro comparsa que derrubou o detetive na mesa o amarrando e rasgando sua camiseta.

— Eu sou um detetive, se você fizer alguma coisa comigo o batalhão inteiro irá atrás de você. — Verone foi até o balde e de dentro tirou uma ratazana, fazendo Lorry dar uns passos para trás. — Pelo amor de Deus o que é isso?!

Verone levantou a ratazana fazendo detetive Whitworth arregalar os olhos.

— Sentem. — Verone ordenou para os três que sem protestar se sentaram. — Quando o balde ficar quente detetive o rato irá querer sair, e ele só poderá ir para baixo. — disse colocando o rato na barriga do detetive e o prendendo com o balde.

— Tira isso de mim, tira Carter.

— Cala boca. — Verone pegou um maçarico e começou a esquentar o balde. — Você sabia que um rato normal pode roer um tubo de aço, não se preoucupe quando ele estiver chiando detetive, quando ele ficar calado ele começa a morder.

— Para, deixa de ser estúpido.

— Você é responsável pela unidade que vigia minhas propriedades, não é?! — o detetive concordou. — Eu quero uma brecha de quinze minutos na vigilância, a polícia desaparece está ouvindo?! — o detetive começou a gritar que não conseguiria, o que estava tirando Verone do sério. O mesmo sorriu irônico. — Tabom.

Verone chamou Monica que estava com uma feição pior ou talvez igual a Lorry. Verone mandou-a que a mesma calasse a boca do homem. A mesma tampou a boca do detetive com as mãos e os três convidados arregalaram os olhos ao ouvir os chiados do rato.

— Que foi quer dizer alguma coisa?!

— Está bem, caramba, eu faço. Eu faço o que você está mandando. Eu dou a brecha, mas tira isso logo daqui, tira isso logo daqui.

— Se você me trair — Verone apontou para a lata. — O meu rato irá visitar sua mulher, o seu filho e a sua filha. Ta me ouvindo ... TA ME OUVINDO.

Gritou Verone acendendo o maçarico na cara do detetive que gritou concordando com Verone. Enrique levantou o balde e tirou o rato que deixou a barriga do detetive com muitos cortes. Eles o expulsaram da sala e Verone começou a rir. E levando sua taça de champanhe aos lábios.

— E aí gostaram do show?! Quinze minutos, aí depois a policia de Miami vai estar atrás de vocês, estejam no café Versalhes as seis da manhã depois de amanhã. Prontos para pilotar entendido ?!

— Tá. — Brian concordou

— E não tentem me enganar comigo. Se não serão os próximos. Entenderam?! — Verone encarou os três demorando um pouco em Lorry que estava pálida diante do que virá. — Tomem um pouco de champanhe.—Verone saiu da sala. E Lorry soltou o fôlego que nem percebeu que estava segurando.

Que ratazana é aquela?!— falou Roman olhando para os amigos assustado.

— Ele é um psicopata. — disse a ruiva. — Um dos piores.

(...)

Brain tinha acabado de estacionar em frente a oficina de Tej. Quando Roman voltou a falar sobre a Monica Fuentes.

— Ela estava gostando. Você não viu quando ela agarrou a cabeça dele?!

— Ela precisava fazer isso, ele estava testando ela. Se esqueceu que ela está correndo o mesmo perigo que a gente.

— Você é muito idiota Brian, vê se acorda. E você está se importando demais com essa garota, ela é igualzinha aquela garota que morava no trailer quando você era garoto, se eu não me engano o nome dela era Tânia. — a ruiva disse

— Tânia... o Roman saiu com ela quando nós terminamos.

— Não podia deixar ela passar.

Eles se aproximaram de Tej, Jimmy e Suki que estavam sentado em uma mesa branca jogando cartas. Brian foi até Suki e beijou o seu rosto enquanto Lorry foi por trás de Tej o abraçando e beijando seu pescoço.

— A gente pode até rachar por grana, você que não me engana aqui no cartiado o papai não engana, Tej de adeus a sua oficina bacana. — Jimmy falou e jogou as cartas na mesa. — Me dê a grana. — ele falou.

— Não comemora muito cedo não, a ruiva me dá sorte. — Tej pegou suas cartas e jogou na mesa. — A oficina é minha. E me dê isso aqui. — disse tirando o dinheiro dá mão de Jimmy.

— Não se joga com um jogador coloca a grana na mesa que é minha. — disse Suki. Lorry soltou o pescoço de Tej e selou seus lábios em um beijo rápido.

 — Estou indo dormir, nos encontramos amanhã. — disse para Roman e Brian. — Estarei te esperando no nosso quarto. — disse para Tej que deu um sorrisinho malicioso.

— Pode tirar esse sorrisinho da cara. — falou Roman enciumado.

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On the edge - Tej ParkerOnde histórias criam vida. Descubra agora