Chapter 9

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✹ ׂ Notas Iniciais:
Aparecendo sem assiduidade e de vez em nunca, peço perdão por isso. Contudo, tenho tido alguns muitos problemas na minha vida pessoal, estou tentando resolver e ajustar os pormenores, sobretudo minha própria cabeça. Não é uma desculpa para a minha falta de responsabilidade, mas é uma justificativa sincera. Bem, sem mais delongas, tenham uma boa leitura!

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Quarto mês, 16 semanas. É considerado por muitos um período de gravidez relaxado. Os sintomas das primeiras semanas diminuíram, e a carga de crescimento do bebê é, agora e nos meses seguintes, limitada. O feto está focado na maturação dos órgãos, no treino das suas funções corporais e reflexos, bem como no crescimento intensivo.

- Relaxado? Por Gaia, diga isso para todas as manhãs nas quais acordo com o rosto dentro da latrina. Eu me sinto na sarjeta, como se deixar o olfato de lado me parecesse minha melhor opção.

Kal comprimiu fortemente seus lábios, tentando não rir da expressão de puro choque no rosto da princesa. Olhando de relance para Krypto, ele visualizou o cachorro cobrir o próprio rosto com as patas e choramingar. Ele compartilhava do desespero de seu amigo canino, Diana estava com os hormônios à flor da pele, e seria razoável se ela não fosse uma guerreira amazona imortal que possui algumas das poucas armas que realmente pode lhe ferir.

- Ei, Kal, ouça isso. "Embora seu bebê ainda seja muito pequeno, ele já está desenvolvendo diversas características - até sobrancelhas e cílios. Surpreendentemente, seu bebê já tem suas próprias digitais." - Ela caminhou até a pequena bancada de onde podia ver seu companheiro cozinhando, apoiando seu iPad sobre o mármore.

- Uau! Isso parece incrível, mas Di... Você sabe que o nosso bebê não é baseado nessas informações.

- Não pensei que fosse tão diferente. - Ela suspirou em desgosto, deixando o aparelho de lado.

- Ei! Isso não é nada, mas você pode tentar se basear em um feto um pouco mais velho. - Gesticulando com o polegar e indicador, ele envolveu a carne em alumínio, colocando a bandeja no forno.

- Às vezes eu tenho inveja de você. Não é justo que você possa ver nosso filho e eu não.

- Filho? - Seus lábios brincaram em um sorriso travesso, e sua sobrancelha grossa se ergueu.

- Oh por favor, não faça essa cara. Você sabe muito antes que eu.

- Eu não me recordo de ter lhe dito, até porque pensei que você iria preferir não saber.

- Primeiro: eu nunca acreditei em clichês, mas parece que as mães realmente sentem. - Seu indicador levantou-se, indicando o início do somatório. - Segundo: você nem sempre consegue manter o gênero neutro desde que descobriu, há três semanas. - O dedo médio se juntou. - Terceiro e mais importante: com a nossa sorte e o nosso destino, obviamente as Parcas se encarregariam de entregar um herdeiro masculino à Ilha de mulheres que odeiam homens. - O anelar finalizou, e ela sorriu.

- Você tem bons pontos. - A careta confusa arrancou uma risada da mulher.

- Quanto tempo, em parâmetros comuns, ele tem?

Rodeando o balcão, ele se aproximou, deixando que seus olhos se conectassem com o relevo já aparente debaixo da túnica grega azul.

- Eu diria que aproximadamente 20 semanas. Ele tem cerca de 23 cm, e se me permite. - Segurando a mão de Diana, ele a repousou sobre sua própria barriga, deixado sua palma próxima à dela. - Ele está preguiçosamente despertando, então talvez você possa...

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