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– S/n!
Alguém batia à porta.
– Podes abrir?
Eu reconhecia a voz. Era a minha mãe.
Levanto-me preguiçosamente da cama e vou, arrastando os pés até à porta.
– Bom dia para ti também, mãe.
– Já é dia para mim à bastante tempo, S/n. – faço a maior força possível para não revirar os olhos e provocar uma discussão às 9 da manhã. – Enfim, eu acordei-te porque queria te dizer algo.
– Sim?
– Vai acontecer uma angariação de fundos na Igreja e, antes que digas que não, eu e o teu pai queríamos muito que fosses.
Eu sentia-me mal de vez em quando, pela forma como os tratavam. Nós já fomos uma família tão unida que eu estranhava como é que havíamos acabado assim.
– É sobre o quê e é quando?
– É dia 1 de abril e é para angariar fundos para a terapia de conversão.
E daí eu lembro o porquê e parte da pena vai embora.
Eu era obrigada a dizer que ia. Quanto a este assunto eu não podia fazer grande coisa.
Uma coisa era eles diretamente desrespeitarem o Levi, aí sim, aí eu tinha o direito de me chatear sem eles suspeitarem de nada, porque no final do dia ele era meu irmão e de certa forma eles não viam mal nisso, mas se eu me contradisse-se a outra coisa que envolvesse homossexualidade eles suspeitariam e não duvidava nada que me expulsassem de casa também.
Então, com o sorriso forçado no rosto, afirmo que ia.
– Sim, mãe, claro que vou.
O meu cérebro não tem horas de sono suficiente para pensar nisto agora.
– Ok, ainda bem. Podes voltar para a cama.
E é exatamente isso que faço.
[...]
Chat on: Os bandidos da quebrada
Gótica Gostosa Crianças, hoje à tarde na minha casa
Cavalinho pócoto A caminho
Milf Eu e Hitch vamos um pouco mais tarde
Cavalinho pócoto Hmm, pq?? Muito suspeito...
Ruca cabeludo Concordo, concordo...
Loira de clueless Isso é tudo fogo no cu da vossa parte?