Residência dos Malfoy - 23:07pm
Narradora.
"O problema da dor é que ela precisa ser sentida."
Draco Malfoy retornara à Mansão Malfoy às 23:00hrs da noite. Depois de deixar sua amada, combinarem de não trocar cartas, chegou.
Ao chegar, quase foi estuporado, mas os comensais no portão o reconheceram e deixaram-lhe entrar. Debocharam que seu pai estaria aguardando-o feliz.
As rodinhas do malão causavam um ruído no chão, e era tudo o que se ouvia. Abriu a porta cuidadosamente, e com medo do que poderia encontrar.
E o pior, assim que abriu a porta preta da casa, viu seu pai batendo a bengala no chão furiosamente, sentado numa poltrona e sua mãe, no chão, chorando.
Eles não o notaram. Draco colocou o malão perto da porta e caminhou até eles.
- Hum... Alô. - Narcisa olhou para ele tristemente, e antes que pudesse abraça-lo, Lucio o pegou pelo colarinho da camisa, ia acertar-lhe um murro, quando sua mãe pegou os dois e desaparatou.
Era perto de sua casa, ela achou melhor eles conversarem ali, senão corriam riscos de os Comensais da Morte ouvirem o assunto.
- Como você teve coragem? Seu indeliquente retardado - berrou Lucio, estendendo a varinha. - Como ousou..,? Uma Sangue-Ruim... Fancramente, Draco Malfoy, francamente! Como pode... Manchou... A família Malfoy..,
Então ele descobrira.
- Lucio, para. Ele é seu filho. - berrou a mulher, entre as lágrimas, sua voz quase não saía.
- Filho? Certamente, o meu filho não tocaria numa Sangue-Ruim, não "viajaria com uma". - seu tom de voz era de completo nojo e ódio. - Chega, Draco vai aprender a não brincar com fogo.
Tudo o que o rapaz vira depois disso foi sua mãe implorar para parar e cair no chão. Então o lugar mudara, não estavam mais na rua.
Uma casa velha e sombria. Ouviam-se risadas frias e alguém disse então: Crucio.
---- Horas depois ----
Uma marca no braço do garoto doía, ele ganhara a marca negra.
Já estava no seu quarto com sua mãe e pretendia não sair dali durante a semana inteira. Uma verdadeira tortura.
Sua mãe estava ao seu lado, chorava silenciosamente e olhava para o nada, afagando os cabelos do mais jovem. Sentia que errara desde o começo, ao se relacionar com Lucio Malfoy, e errara por não ter fugido enquanto era tempo. Mas o que mais era dolorido em seu coração: A dor do filho, que parecia ter sido passada para ela. Sabia como doía, e doía muito.
- Como foi sua viagem? - perguntou, queria saber se o filho estava feliz antes disso tudo, pelo menos.
- Hum... Foi muito boa. - confessou, e sua dor quase parara ao lembrar de momentos realmente felizes.
- Fico muito feliz em saber. - diz Narcisa, sorrindo para o filho, seu sorriso não chegara à seus olhos. - Como é o nome da garota mesmo? Luane?
Estava conversando com ele sobre a garota para o distrair, e estava funcionando.
- Que? Ah, não, é Hermione. - corrigiu.
- Para onde vocês viajaram?
- New York trouxa, foi bem interessante. - confessou. - Quase ia me esquecendo! Compramos um presente de natal!
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Ojesed - Dramione (EDITANDO)
FanfictionE se tudo que você acreditasse e julgasse como a verdade fosse colocado à prova? Você é capaz de refletir e questionar suas crenças? Quem será capaz de refletir a luz de uma outra pessoa? Essa é a história de um amor que iluminou a mais obscura era...
