7 de janeiro. Sete dias desde o início de 2015 e sete dias desde a morte de seu pai.
Aquele bastardo, ele pensa amargamente. No ano anterior, Derek Hale deixara bem claro que o odiava até as entranhas, aproveitando todas as oportunidades para jogá-l...
Finalmente a segunda e ultima parte... Como eu havia dito ele ficou enorme. E os outros estão indo pelo mesmo caminho. Só peço um pouquinho de paciência. E obrigado por esperarem tanto por este capítulo - os desenhos são bastante intensos, para dizer o mínimo.
CUIDADO: há ilustrações com cenas de violência e sangue no final do capítulo - se não incomodarem ...
NÃO avancem até o final para vê-las com antecedência ou vocês estragarão o capítulo!
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Ele acorda no dia 13 de março, também conhecido como o pior dia do ano.
A mão trêmula enxuga o suor de sua testa enquanto ele se levanta, sorvendo o ar viciado por seus lábios rachados. Ele fecha os olhos e põe a cabeça entre os joelhos, inspirando em quatro e expirando em quatro até que seu coração pare de martelar nos ouvidos.
Um vazamento de gás.
Algo tão ridiculamente pequeno mas que custou a vida de sua família.
Ele havia acordado na maca enquanto era levado para a ambulância, algo frio e plástico estava amarrado em seu rosto. Um enxame de paramédicos o cutucava, esbanjando jargão médico de um lado para outro. Algo sobre "queimaduras de terceiro grau" e "oxigenação do sangue", seguravam-no quando ele tentava se sentar e esticar o pescoço para encontrar sua família. "Cora", ele sussurrou atrás da máscara. "Laur-"