Capítulo 43

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OIOI AMORES!! Como estão?? Espero que estejam bem!! Obrigada a todos pelos comentários no capítulo passado, fiquei MUUUIITO feliz!! Vocês são f0d@s!!!! Obrigada por todo apoio e incentivo ao meu trabalho!! Sem muitas delongas, tenham uma boa leitura e espero que gostem!! 

COMENTEM E FAVORITEM, HEIN!!! Cap passado não tivemos muitos favs :(

Capítulo dedicado ao amor da minha vida, vulgo Clube Atlético Mineiro 🐓🤍 FELIZ 114 ANOS PARA A MINHA VIDINHA, MEU TUDO, O QUE MAIS ME FAZ FELIZ NESSE MUNDO - e triste também... TE AMO GALOOOO. Também dedico para EmeryScotty, feliz aniversárioooooo!! Muitas felicidades, realizações e saúde na sua vida sempreee!!!

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P.O.V Annabeth

Estava um pouco afastada de todos quando o show terminou. Tive que me distanciar da imagem de Percy com um microfone a cantar. Depois de The Devil Between The Lines, meu corpo entrou em um modo tão primitivo e selvagem que estava difícil de controlar. Os dedos dos meus pés estavam contraídos desde então. Passava o peso de uma perna para outra constantemente, esfregando os joelhos como se isso fosse dissipar os arrepios que desciam e vibravam para baixo do meu ventre. Minha respiração vacilava de tempos em tempos e eu só sabia pensar em Percy – pensamentos nada puros ou sutis.

A escolha mais sensata que tomei foi distanciar meus olhos dele, daquele corpo, daquela boca, daquela voz. Porque a vontade que me dominava era de invadir aquele palco e agarrá-lo ali mesmo. Ignoraria todas as centenas de milhares de pessoas apenas para tê-lo o mais rápido possível.

Porém, e felizmente, ainda me restou uma pequena porcentagem de sanidade e autocontrole – apenas porque eu sabia que seria saciada mais tarde.

Quando finalizaram o show, passei a bater a ponta dos meus pés no chão, ansiosa para encontrar Percy. E ele veio em minha direção assim que deixou o palco, com um sorriso que fez meu cérebro derreter. O ânimo e a malícia em seu rosto, refletidos visivelmente nos verdes de seus olhos, aumentou ainda mais meus batimentos. Precisei entreabrir a boca, para conseguir respirar e me acalmar. Mas havia tantas pessoas em nosso caminho, que logo a atenção de Percy foi desviada de mim. Franzi as sobrancelhas, cruzando os braços em uma careta que protestava a intromissão.

Piper e Jason chegaram ao seu lado, indicando um grupo de jornalistas que estavam reunidos em um canto. Percy me olhou com uma mistura de surpresa, dúvida e estranheza. Supus que seus assessores o convidaram para falar com aquelas pessoas. Não consegui ficar zangada com os dois. Essa era uma clara iniciativa que fará Percy ter um contato mais direto e verdadeiro com o público, onde poderá romper mais alguns dos seus bloqueios desenvolvidos ao interpretar o personagem que Calypso o impôs.

Uma chance de ser ele mesmo. Na frente das câmeras, para que todos vejam. Seu receio ao me olhar me fez assentir com a cabeça, encorajando-o para ir até lá. Teríamos que deixar nosso encontro para depois, mas valia a pena.

— Te espero no quarto — gesticulei com a boca para que Percy fizesse leitura labial.

Ele respirou fundo, encarando o chão como se tentasse resgatar a determinação e a vontade que fervia em seu peito para prosseguir sua gradativa e lenta cura. Um passo de cada vez, pareceu refletir. Esse seria mais um. Chegando em uma conclusão do que faria, Percy ergueu os olhos e com um sorriso, concordou com o que eu disse, piscando para mim antes de ser conduzido por seus assessores.

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P.O.V Percy

Queria entender esse nervosismo em forma de calafrios que não paravam de me percorrer. Eu já havia dado milhares de entrevistas antes, isso não é uma novidade. Mas seria a primeira vez que eu não interpretaria nenhum personagem. Coloquei em minha cabeça que eu precisava começar a ser eu mesmo, sem mais adiar ou deixar para o amanhã. O palco foi o primeiro passo, essa entrevista seria o segundo. Aos poucos...

AU PERCABETH | The Devil Between the LinesOnde histórias criam vida. Descubra agora