Novamente, obrigada por todo apoio e por cada um que está acompanhando a história! Amo muito vocês! Sem muitas delongas, porque sei que vocês estão se roendo por esse cap HEHEHE, espero que gostem, boa leitura e não se esqueçam de favoritar e comentar muito!!! (coloquem a música para tocar quando aparecer esse emoji 🎵)
Capítulo dedicado para a Mari!! Feliz aniversário, muitas felicidades e realizações na sua vida!!!
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P.O.V Annabeth Chase
Entendi o motivo dos outros não estarem aqui. Essas festas privadas do Percy com certeza carregam consigo um padrão, cuja reputação afasta seus amigos.
Arregalei os olhos assim que dei o primeiro passo para dentro, fechando a porta. O ambiente era muito escuro, apenas luzes azuis e vermelhas davam um pouco de iluminação para o lugar. As músicas que tocavam eram calmas, com batidas lentas e ritmadas. Completamente sensuais, como as danças que eram feitas ao meu redor, na medida que eu adentrava o espaço. Casais se beijavam em pé, sentados nos sofás distribuídos de maneira irregular, outros flertavam, alguns se tocavam de costas um para o outro enquanto acompanhavam a música. Apertei minhas mãos uma contra a outra, sem parar de andar. Meu desconforto não era em si com toda essa situação, pelo contrário, meu medo era de ver Percy no meio de tantas pessoas e para ser mais clara, com outra pessoa. Meu coração bateu mais rápido, porém me obriguei a continuar.
Na medida que eu chegava aos fundos, as coisas ficavam mais intensas. Três, quatro e até cinco pessoas estavam juntas em um sofá. Não olhei muito, mas acredito que uma mulher estava tirando a roupa de uma outra, enquanto dois homens se beijavam ao seu lado. Isso se repetia, alternando as pessoas e as quantidades. Segurei um sorriso assustado quando vi um casal que já estava avançado demais para se pegarem desse jeito em público.
Balancei a minha cabeça. Isso é loucura, pensei.
Assim que saí do meio da multidão, a área que dava para um bar estava sem tanto movimento. Então foi fácil para meus olhos encontrarem imediatamente Percy.
Respirei aliviada.
Suspirei em vê-lo vestido com uma regata preta, que deixava seus braços expostos e maravilhosamente delineados pelas luzes. Imaginei eles em mim novamente e no mesmo instante, contrai os dedos dos meus pés. Abaixei meus olhos, vendo sua calça vermelha escura e involuntariamente, reparando seu centro. Minha boca salivou e eu percebi o quanto estava ansiando por esse momento. O quanto eu ansiava para tê-lo mais uma vez. De um jeito melhor, eu espero.
Percy estava escorado com os cotovelos no balcão e batia a ponta dos pés no chão, atitude de alguém visivelmente ansioso. Percebi que ele conversava com um homem ao seu lado, que estava debruçado no mármore. Não parecia estar rolando nada entre os dois, pois falavam despreocupados um com o outro, sem nenhuma troca de olhares ou algo que indicasse um flerte. Percy fez uma careta com algo que seu provável amigo comentou e passou os olhos pelo lugar.
Então ele me encontrou.
Juro que pude ver um peso sair de suas costas. Sua boca se entreabriu um pouco, em um sorriso radiante e surpreso. Ele expirou aliviado e seus ombros, que mal percebi estarem carregados de tensão, relaxaram. O brilho de seus olhos ao me fitar me fizeram sorrir de volta, porém um pouco tímida, apesar da alegria que eu sentia. Não sei de onde ela vinha, mas a sentia bem sobre meu coração.
Esse curto período de instante pareceu durar um infinito. Um infinito em que meus olhos apenas o captavam. Um infinito de seu sorriso me olhando de volta. Um infinito que Percy era meu centro e eu, o dele. Apenas existiam nós dois nesse pequeno e curto espaço de infinito. E isso já era o bastante para eu querer correr até ele e me jogar em seus braços, sem me preocupar, sem ter medo.
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AU PERCABETH | The Devil Between the Lines
RomanceEle era seu demônio em melodia. Ela era seu diabo entre as linhas. O único sentimento que unia Percy Jackson à Annabeth Chase era o ódio. Ele é um dos melhores vocalistas da América. Ela é a maior colunista crítica dos Estados Unidos. O caminho do...
