•| long fic |• {em andamento}
Na Califórnia, Jennie é a herdeira do grupo RuKy, um conglomerado bilionário, mas anseia por reconhecimento individual por seus talentos. Após o término de seu namoro devido a uma traição, sua reputação escolar desmoro...
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O final de semana foi no Japão, nada de novo. Meus pais passaram o tempo inteiro trabalhando e eu só dormi e vi séries. Aparentemente as informações sobre o término e toda a fofoca da traição, a briga não chegaram a eles, já que eles ficam tão ocupados, o que é bom, quero que eles saibam tudo pela minha boca. A semana de suspensão chegou ao fim, e eu tenho que voltar àquele lugar insuportável. Porém, estou me sentindo melhor mentalmente. Desabafei por mensagem com Jungkook, e isso me deixou muito mais leve. Ele não me deu um sermão nem tentou encontrar uma solução, apenas disse que gostaria de estar aqui comigo, mas não poderia por causa do trabalho, prometendo que, assim que pudesse, viria me ver. Rose me visitou todos os dias; assistimos a vários filmes e conversamos sobre coisas positivas para que minha mente parasse de pensar em tudo que aconteceu. Isso também melhorou consideravelmente meu humor. Eu amo meus amigos mais do que tudo; sou muito sortuda por tê-los na minha vida. Não sei o que faria sem eles.
Mal pisei no pátio da escola e os olhares já se voltaram para mim novamente, assim como na semana passada. Fingi que nada havia acontecido. Vi Rose um pouco distante, acenei e ela fez o mesmo. Enquanto caminhava em sua direção, ouvi risadas e sussurros nada discretos a meu respeito, mas não liguei.
— Amiga, tenho novidades! — disse Rose quando me aproximei.
— Sobre o encontro às cegas de ontem? — perguntei, e ela acenou com a cabeça. — Achei que seria um porre, mas aparentemente foi muito bom, né? — ri da expressão animada dela.
— Pois é, eu também pensei assim, já que os outros foram horríveis, mas dessa vez foi totalmente diferente! — Rose disse, gesticulando com as mãos enquanto falava muito feliz, uma mudança em relação às outras vezes em que comentava sobre seus encontros às cegas. O pai dela queria que ela se casasse com um homem de boa família e, por isso, a forçava a ir a esses encontros para escolher um dos pretendentes.
— O nome dele é Park Jimin. A família dele é dona de um conglomerado como o seu, e meu Deus, que homem lindo! Ele me tratou super bem, sem perguntas inconvenientes, elogios respeitosos e me deixou muito à vontade. Ele é um verdadeiro príncipe! — Os olhos dela brilhavam enquanto falava, e eu fiquei muito feliz por vê-la assim.
— Que incrível, Rosie! Você vai a mais encontros com ele, então?
— Sim, já conversei com meu pai e ele ficou animado porque finalmente gostei de alguém. — Ela disse, rindo da situação.
— Que bom que você está feliz, amiga. Espero que ele seja um príncipe de verdade. — Eu disse, lembrando de tudo o que tinha acontecido comigo, mas Rose não aparentou perceber, o que era bom; não queria estragar a felicidade dela.
— Aí sim! — Ela queria contar mais sobre seu príncipe encantado, mas o sinal tocou e tivemos que ir para a sala.
Logo que entrei, percebi que Taehyung estava lá em um canto da sala, com fones de ouvido e escrevendo algo no caderno. Ele estava novamente com aquele casaco de moletom brega, mas ainda assim estava lindo, tenho que admitir. Passei a aula toda pensando no que tinha acontecido naquele dia fatídico. Ele me agradeceu e disse que estava me devendo uma... Interessante, o que eu poderia pedir a ele? Ele me disse para cobrar, então eu farei.