chapter 16

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3 semanas depois

Taehyung foi aceito no time de rugby com muita facilidade. Fiz questão de treiná-lo quase todos os dias antes do processo seletivo para garantir o melhor desempenho — e funcionou. A moto dele já está registrada no nome dele e estacionada na sua casa, o que significa que já temos meio caminho andado.

Não queria admitir, mas ele está ridiculamente lindo com o novo visual. E o novo veículo só o deixa ainda mais atraente. Perfeito.

Ele ainda não é muito popular, então precisamos esperar um pouco antes de começarmos a namorar de fato. Por enquanto, vou me aproximar aos poucos, ser uma "amiga". Nada pode surgir do nada — as pessoas estranhariam, e eu não quero abrir brechas para suspeitas sobre nosso relacionamento.

— Uou, Jen. Você realmente transformou ele. Nem me lembro de como era antes — disse Rosé, mexendo no seu iogurte com frutas e chia.

— Uhum. Agora ninguém imagina que ele era só um garoto quietinho e sem senso nenhum de moda — respondi, observando-o sorrir, meio envergonhado, enquanto alguns garotos do time o cumprimentavam e conversavam com ele. Nessas semanas, também trabalhei o lado social dele. Para ser popular, ele precisava ser descolado, saber conversar com as pessoas. E, honestamente, parece que ele está dando conta do recado.

— Olha só... até tem umas garotas ali encarando ele — Rosé apontou discretamente. Segui seu olhar e franzi as sobrancelhas. Eu não deveria sentir ciúmes... mas, admito, me incomodou ver o jeito como elas cochichavam e riam olhando para ele.

— Mal sabem que ele sempre foi meu — dei uma risada e voltei a focar no meu sanduíche.

— Que horror. Tá parecendo uma maluca possessiva — ela zombou. Dei de ombros. Não era mentira. Ou era?

Não está sendo tão ruim quanto eu imaginei

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Não está sendo tão ruim quanto eu imaginei. As aulas de rugby são puxadas e fico exausto, mas tô gostando tanto que nem parece sacrifício. O mais chato, na real, é ter que explicar tudo pra minha avó. Ela já é idosa, mas extremamente lúcida — nada passa despercebido por ela.

A maioria das roupas e acessórios que a Jennie comprou estão guardados na casa dela. Aqui em casa, só deixei umas poucas peças, bem escondidas. Inventei que comecei um novo estágio bem remunerado. Não dava pra simplesmente aparecer com remédios caros e um plano de saúde bom sem justificar de onde veio o dinheiro.

Mas o importante é que minha avó está fazendo o tratamento certinho e vai melhorar da diabetes. A moto que a Jennie me deu? Falei que comprei parcelada e que precisava dela pro trabalho. Minha avó não entende nada de moto, então acreditou que era uma das mais baratas. Óbvio que não é. Aquela moto compra minha casa inteira e ainda sobra.

Ainda estou me acostumando com essa coisa de ser sociável, mas acho que tô melhorando. Alguns garotos da minha sala — que também fazem parte do time — vieram puxar assunto e já me colocaram no grupo deles.

— E aí, cara! — disse Bogum, se sentando ao meu lado e dando um tapa amigável no meu ombro.

— E aí! — respondi com um sorriso meio tímido (mas acho que foi simpático).

Os outros quatro também me cumprimentaram e se sentaram.

— Já tem alguém em mente? — perguntou Seokjin, com um sorriso de canto.

— Como assim? — ri, confuso.

Bogum me cutucou e apontou com a cabeça para uma mesa com algumas garotas.

— Vai rolar a festa de boas-vindas dos calouros do rugby no sábado. Chama alguma delas — disse, com um tom sugestivo.

— Ah… não tô interessado nisso no momento — falei, tentando esconder o constrangimento. Não sou BV, mas também não tenho muita experiência com isso.

— Qual é, Tae! É só uma ficada, sem compromisso. Não vai me dizer que é virgem! — provocou Lucca, arrancando risadas do grupo.

— Cla-claro que não, né — falei, rindo e coçando a nuca. — Só... não me interessei por ninguém. — Engoli seco, sentindo o rosto esquentar.

— Ah, então você é exigente! A Yuna é maneira — disse Lucca, apontando com o queixo para uma garota que passava com duas amigas.

Nem a pau. Ela e as amigas são praticamente arqui-inimigas da Jennie. Quando fui à casa dela, ela me contou tudo sobre as ex-amigas e o que elas fizeram. Não só elas, na verdade.

— Não — fiz uma careta e meus olhos foram direto para uma mesa mais afastada, onde Jennie conversava com sua amiga loira.

— Ei, nem pensa nisso — disse Nathan, dando um tapinha na minha cabeça. — A Rosé é gata, mas não dá bola pra ninguém. E a Jennie… bom, você deve saber — eles se entreolharam com um ar de deboche. Ridículo como ela virou piada entre eles.

— Mas não foi ela quem traiu — defendi, tentando parecer indiferente.

— Mas foi corna. E com uma amiga, ainda por cima — Lucca completou, como se estivesse explicando uma equação. Não me convenceu. Dei de ombros. Ainda não é o momento de entrar nesse assunto.

— Pensa na Yuna com carinho, ela não é de se jogar fora — disse Nathan, com um sorriso malicioso.

Depois da aula, mandei mensagem para Jennie.

Depois da aula, mandei mensagem para Jennie

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Faz sentido mas eu não sei se consigo

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Faz sentido mas eu não sei se consigo. A Jennie é tão sangue frio assim, ao ponto de querer que eu fique com a Yuna só por vingança? Bom, parece que sim.

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