Capítulo 35

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Eu acordei com uma grande dor de cabeça. Quando olhei para o lado, o Max ainda estava dormindo, então eu fiquei observando ele dormindo.

Era tão reconfortante estar deitada ao lado dele. Estar ouvindo a respiração dele, vendo ele tão bem dormindo. Aquele Max era tão diferente do Max de ontem a noite.

Eu sempre tirava algumas fotos dele e isso foi o que eu não consegui apagar na hora da raiva. Eu nunca postava porque era algo tão particular, acho que nem ele sabia.

As pessoas ainda não tinham notícias de nós, então eu resolvi postar uma daquelas, antes do Max acordar. E coloquei uma música da Taylor que sempre me lembrava dele.

Essa foi a escolhida, eu ainda não queria compartilhar algumas delas

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Essa foi a escolhida, eu ainda não queria compartilhar algumas delas. Eram só a minha forma de marcar os momentos com ele.

A música dizia "esses olhos azuis da cor do oceano olhando nos meus, eu sinto como se eu fosse afundar e me afogar e morrer"

Postei mesmo sem marcar ele e nos primeiros minutos alguns fãs já estavam comemorando a nossa volta, até o Daniel comentou aquilo, eu parei de prestar atenção quando o Max fez alguns barulhos. Então eu guardei o meu celular e fiquei rindo dele resmungando.

– Parece que eu vou morrer. – ele disse sussurrando.

– Não vou deixar. – falei rindo um pouco e indo pra perto dele.

– Por que você está gritando essa hora? – ele disse ainda sussurrando.

– Eu não tô gritando. – disse rindo. – Você fica tão ranzinza de ressaca.

Disse isso e me levantei para fazer um café bem forte pra ajudá-lo com isso. Quando voltei pra o quarto, ele estava vendo o Instagram.

– Você é tão fofa. – ele disse sorrindo, acho que ele tinha visto o que eu postei.

– Te trouxe um café pra tentar melhorar a ressaca. – entreguei a xícara a ele e dei um beijinho rápido.

– Minha mãe vai amar saber que voltamos, meu pai vai odiar, mas sei que isso te deixa feliz. – ele disse rindo e tomando o café. – Meu Deus, como isso tá forte...

– Sua mãe é maravilhosa e o café está forte pra ajudar a ressaca. – eu disse sentando na cama e observando ele beber. – Você lembra de tudo de ontem?

– Eu não lembro de nada de ontem. – ele disse rindo um pouco

– Sério? Não lembra de nada? – eu falei semicerrando os olhos pra ele.

– A última coisa que eu lembro é de nós dois dançando. – ele falou enquanto colocava a xícara na mesinha ao lado da cama

– Bem conviniente. – eu disse rindo.

– O que aconteceu depois disso? – ele disse deitando novamente.

– Você me levou pra o terraço, me pediu em casamento, falou que tinha ciúmes de mim com os outros pilotos, me convenceu a transarmos lá, eu dirigi até em casa, dei um banho em você, um remédio pra dor de cabeça, te ajudei a se vestir e a deitar pra dormir. – fui listando as coisas e a cada item ele ficava mais surpresa.

– Eu te pedi em casamento? O que você disse? – quando eu ia responder ele falou novamente. – Como que eu bebado convenci você, que estava sóbria, a transar em um lugar público?

– Eu disse que sim, no primeiro pedido eu já tinha dito sim, não entendi a sua dúvida. – falei rindo. – E sobre a outra, você deu um ótimo argumento pra falar que faria aquilo sóbrio, você nunca tinha transado em um lugar público antes?

– Já, mas com você as coisas são diferentes. – ele disse rindo

– Vamos brincar de eu nunca? Acho que tem coisas que você quer saber sobre mim e que eu quero saber sobre você. – falei sentando na cama animada.

– Claro, vamos, mas eu não vou beber nada nunca mais hoje – ele disse rindo.

– A gente não precisa beber, pode ser só pela curiosidade. – falei rindo. – Eu começo, eu nunca fumei. – ele baixou um dedo.

– Eu já, mas é ruim, continue assim. – ele disse dando um beijinho em mim. – Eu nunca fiquei com um piloto – ele disse e eu revirei os olhos, então baixei um dedo. – Me conta com quem você já ficou...

– Max, você não quer saber isso, você vai ficar com ciúmes. – eu disse olhando pra ele e ele estava sério, não me respondeu, então eu resolvi contar. – Eu já fiquei com o Charles, com o Drugo, com o Mick, Gasly e você.

– É, acho que eu preferia não saber mesmo. – ele disse com um bico e eu ri, fui pra cima dele e dei um beijo nele. – Certo, eu entendi o recado, você me escolheu.

– Isso, eu tô com você. – falei com um sorriso e voltei pra o mesmo lugar que estava antes. – Eu nunca fiz um ménage. – ele baixou um dedo e eu revirei os olhos.

– Agora você que está com ciúmes. – olhei pra ele com os olhos semicerrados e ele entendeu o recado. – Eu nunca dancei no colo de alguém. – eu baixei um dedo e ele levantou as sobrancelhas. – Foi pra algum dos meninos que eu conheço? Por que você nunca fez isso comigo? Eu iria amar

– Não vou te contar pra quem foi e nós não tivemos tempo pra isso ainda, vamos pra próxima. – eu disse e fiquei um tempinho pensando antes de perguntar. – Eu nunca fui a um motel. – ele também não baixou nenhum dedo.

– Eu nunca fiz coisas proibidas no cinema. – nenhum de nós baixou um dedo novamente.

– Eu nunca fiz sexo no carro. – eu e ele baixamos um dedo. – Por favor me diz que não foi em um dos carros que nós usamos. – eu fiz um cara de nojo

– Vamos pra próxima. – ele disse mudando de assunto. – Eu nunca realizei fetiche de alguém. – eu baixei um dedo e ele fez uma cara de surpresa. – Me conta o que foi.

– Foi uma coisa tipo submissa e dominador, um pouco agressivo, mas eu preferia não entrar em detalhes com você sobre isso. – eu falei isso e tinha certeza que meu rosto estava vermelho com aquilo.

– Eu nunca tive coragem de te pedir pra testar isso e agora sei que você já fez com outro cara... – ele disse e suspirou – Não é muito legal saber essas coisas.

– Acho melhor terminarmos o jogo antes que o jogo termine o nosso relacionamento. – falei deitando no meu lugar

– Acho que sim. – ele disse apenas isso, pegou uma toalha e foi tomar um banho.

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