Primeira da Classe

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Nossos lábios finalmente se tocam, algo que havia ansiado desde a primeira vez que eu o vi. Não contei a Carden que não possuía mais experiências além das que acompanhei nos livros, e algo me dizia que era melhor não dizer. Logo sem qualquer esforço os beijos contínuos afastam qualquer preocupação que poderia surgir, dando lugar apenas a desejos sórdidos.

Ainda que nunca tenha passado de nada além de alguns beijinhos na adolescência atrás da escola, é fácil acompanhar seu ritmo, e quando meu corpo começa a atender todos os meus impulsos, minha mente se foca somente em supri-los.

Seus lábios são suaveis sobre os meus, mas seus beijos não perdem a intensidade. Abro as pernas para que se encaixe entre minhas coxas e tenha mais acesso ao meu corpo. Suas mãos acariciam com delicadeza meu rosto, ele afasta meu cabelo deixando meu pescoço completamente exposto, o enchendo de sutis beijos que fazem meu corpo estremecer. Sinto seus dedos percorrerem meu braços, até suas mãos alcançarem meu quadril, me puxando com força para si.

Nossas respirações aceleradas se misturam, os beijos vão ficando mais violentos e suas mãos continuam a explorar minhas curvas. Elas pressionam minhas coxas com ferocidade, quase provocando um protesto de minha parte, mas por mais que seja algo novo, não posso dizer que não goste. Continuam subindo, levantando aos poucos meu vestido e logo passam para debaixo dele. Sinto me vibrar com seu toque sobre a minha pele.

- Costuma ser assim as aulas para todas as alunas?. - digo em tom provocativo.

- Só para as minhas preferidas. - nossos lábios voltam a se unir e sinto uma leve mordida nos meus.

O sinto subindo cada vez mais, quanto mais tempo tenho suas mãos sobre mim, mais anseio que me possua. Carden encontra novamente meu quadril e ali com o tato investiga a calcinha que estou usando o que me faz pensar em como sempre é bom estar previnida para uma foda. Seus polegares passam devagar sobre as alças até se encontrarem no centro, e descem alguns centímetros de maneira provocativa, ele sorri quando sente minha respiração falhar.

Naquele momento sinto meus batimentos acelerados e as vezes sinto minha genital acabando por acompanhar alguns deles. Os beijos não cesam e ele decide continuar o que havia começado descendo mais um pouco até perceber a umidade presente ali. Me encara com os olhos semiserrados.

- Ainda nem comecei. - sinto minhas bochechas queimarem e tenho certeza que adotaram um tom rubro. - Não tem problema querida. - Seu tom consegue ser acolhedor e sex ao mesmo tempo. - Isso significa que está preparada para mim.

Seus dedos são sutis ali, estimulando cada vez mais sua sensibilidade. Não aguento mais esperar para tê-lo em mim. Minhas mãos começam sobre seu abdômen, até eu conseguir com que alcancem sua pele por baixo da camisa, ele estremece, sempre tive mãos geladas.

A minha força acompanha seus movimentos, quanto mais rápidos, mais forte cravo minhas unhas sobre sua pele. Ele continua por um tempo, mas propositalmente não termina, deixando um gostinho de quero mais.

- Tem sido uma boa aluna. - leva a mão que estava na minha vagina a boca e chupa seu polegar. Respondendo a provocação abrindo os botões da sua calça. - Talvez a considere a primeira da Classe. -continua.

- Eu tenho tido um bom professor. - tento me manter o mais segura e controlada possível, mas tenho certeza que estou na posição de submissão.

Antes que eu consiga tirar sua calça, Carden volta a me beijar com mais ferocidade, leva as mão novamente para baixo de meu vestido e sem qualquer dificuldade retira a calcinha. Com ela em sua mão direita, se afasta o suficiente para que nossos olhos se encontrem, um sorriso malicioso surge nos cantos de seus lábios

- O silêncio é essencial quando o mestre está dando aula, sabia? - Carden desvia o olhar para calcinha - Abra! - o olho sem entender qual parte exatamente ele quer que eu abra. Ele então apoia sua mão em meu maxilar enquanto direciona a calcinha em direção a meu rosto. - Abra pra mim Darcy.

A calcinha é colocada em minha boca, é estranho pensar que a segundos atrás eu estava usando ela, mas é ainda mais excitante a privação que isso proporciona. Carden me olha por alguns segundos, há um brilho de encanto em seus olhos e então se abaixa, ainda me olhando com o rosto entre minhas pernas. Sentir sua respiração naquela área fez com que um arrepio cruzasse minha espinha. Apesar de não conseguir ver meu rosto tenho certeza que o nervosismo estava estampado no mesmo, e Carden parece ter percebido já que um sorriso foi direcionado a mim.

Carden acaricia minhas dobras primeiramente com os dedos, e sinto seu olhar a analisando milimetricamente ainda que não consiga manter os olhos abertos enquanto me perco nas sensações que seu toque provoca. Ele distribui delicados beijos na parte interna das minhas coxas, os arrepios continuam incessantemente, quando finalmente sua boca alcança minha fenda, meu corpo vibra em aprovação. Meu quadril se ergue alguns centímetros involuntariamente, em resposta Carden aperta minhas coxas com tanta força que sinto a dor em contraste a ondas de prazer, mas ambas logo se misturam, minha mente gira e não consigo pensar em mais nada além de senti-lo em mim.

- Ada...awn. - seu nome acompanhado de um gemido baixo escapa de minha boca, quando consigo soltar o pedaço de pano entre meus dentes, soando como incentivo para os movimentos de sua língua que vão ficando cada vez mais velozes sobre meu clitóris.

Minha cabeça pende ao meu pescoço e sinto a dor provocada pela madeira da escrivaninha em minhas mãos quanto mais a uso tentando me conter. Busco me concentrar totalmente nas ondas de prazer que me invadem, meus músculos estão tensos a espera do ápice que se aproxima a cada movimento. Quando sinto a explosão se aproximando aos meus olhos virarem, o professor para os movimentos e me encara com seu olhar afiado, devolvo confusa com a decepção estapanda em meu rosto. Por que caralhos ele pararia quando já estou me contorcendo de prazer?

- Por mais que tenha amado o gosto da sua boceta Darcy, preciso que tenha um pouco mais de paciência. Iremos terminar juntos. - minha espinha se arrepia com suas palavras.

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