[EM BREVE LIVRO FÍSICO PELA EDITORA SINGULARITY]
(NÃO ACEITO ADAPTAÇÃO DESSA OBRA)
Kim Taehyung é o último alfa lúpus puro de sua linhagem, também é um político famoso e bem sucedido. E ainda jovem, adquiriu uma enorme influência sobre a política...
"Você deveria me ver usando uma coroa. Eu vou mandar nessa cidade de nada. Me veja fazer eles se curvarem um por, um por um. Um por, um por um." - You Should See Me in a Crown
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
tw// drogas lícitas, sangue, mortes.
• ────── ✾ ────── • ⏳ <Flashback ON>
O alfa correu pelas ruas de terra o mais rápido que conseguiu, desviando de algumas pessoas que caminhavam por ali. Correu até a cabana mais afastada do centro do vilarejo, seus olhos transbordavam alegria e preocupação.
Desviou das plantações e ouviu as vozes que estavam dentro da casa.
Parou próximo a porta, recuperando o fôlego. As mãos em suas pernas e o suor escorrendo de seus fios escuros.
Notou que alguns ômegas saíram de dentro da casa, tocando em seu ombro e o parabenizando.
Sentiu um arrepio percorrer seu corpo quando ouviu o primeiro choro do filhote. Suas lágrimas escorreram novamente.
Tornou a caminhar, adentrando a casa de madeira e parando na sala, olhando com expectativa para o quarto, que tinha a porta encostada.
O cheiro de algodão doce tomava o local e agora um novo. O alfa estava tão afoito que não conseguiu distinguir o odor de seu próprio filho, mas sorria de orelha a orelha.
Viu a porta ser aberta e uma ômega mais velha sair, limpando as mãos nos panos de sua saia.
– É uma pequena alfa – respondeu baixo – vá até seu ômega, ele precisa de você.
Concordou com a cabeça, puxando o ar com certa força.
Adentrou o quarto, encontrando Hoseok deitado no meio do seu ninho, com a criança ao seu lado. O mais velho passava os dedos trêmulos no rosto delicado, decorando cada traço.
E de seus olhos escorriam lágrimas, mas Saint soube que não eram de felicidade, quando lá no fundo sentia o cheiro amargo do puro.
Se aproximou aos poucos, não queria assustar nenhum dos dois, mesmo sabendo que o ruivo já tinha sentido-o desde que colocou os pés naquela fazenda.
O Jung mordeu os lábios – Eu não sei.. não sei porque estou assim.
Saint se ajoelhou ao lado da cama, intercalando o olhar entre a filhote e o seu ômega. Tocou com carinho nos fios molhados pelo suor, ouvindo atentamente.
– Estou feliz, – o puro continuou – mas meu lobo também está tão triste. É confuso.
– Tudo bem estar assim.
– Eu já amo ela, não quero ficar longe, não quero me separar da minha filha. – segurou na mão do alfa, seu coração estava disparado e um novo medo tomou conta de si – Não deixe ninguém tirar o meu filhote, por favor, não deixe.