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contém algumas cenas de sexo explícito ⚠️ (o hot acaba após a divisória!)
CLARA D'ÁVILA | point of view
DEPOIS DE UMA VITÓRIA DESSA, só nos resta comemorar, obviamente, seríamos loucos e imbecis se não comemorássemos uma vitória na semifinal e ainda por cima ganhando da Argentina. Decidimos comemorar logo após o jogo, os jogadores foram para o hotel e após algumas horas, fomos convidados.
Foi uma festa meio clandestina, já que o Tite não havia dado a permissão, mas também não proibiu terminantemente, então os meninos optaram por fazer sem ele saber. Pombo e Antony foram os encarregados para arrumar tudo, já que foram eles que insistiram e convenceram todos.
A festa está sendo no quarto do pombo e estamos em uma quantidade pequena. Ney, Paquetá, Antony, Richarlison, Raphinha, Martinelli, Alisson, Vini, Fred, Bruno, Rodrygo, Pedro, Marquinhos e Militão estavam marcando presença, apenas eu, Diogo e Duda estávamos de intrusos.
Estão todos distribuídos, o som num volume não tão alto para não incomodar os outros andares, todos conversando entre si e alguns jogando truco.
Eu estava conversando com a Duda, mas percebo que Júnior havia ficado sozinho e estava concentrado em algo no celular, aproveito a deixa para me aproximar devagarzinho e lhe dar um susto.
— Filha da puta! — grita, quase jogando o celular longe e me fazendo rir de seu susto. — Nossa, Clara, vai tomar no seu cu, puta que pariu, que susto do caralho. — fala, seguro minha risada e finjo estar séria e com raiva. — Mentira amor, você faz o que quiser, eu 'tava precisando mesmo desse susto, pra despertar, 'tá ligado?!
— 'Tô zoando seu idiota. — falo, não contendo a risada e caindo na gargalhada enquanto relembro seu susto.
— Vem cá, senta aqui! — pede, batendo em sua perna esquerda e eu atendo seu pedido me sentando no local apontado.
— Já te disse hoje que você foi incrível no jogo? — pergunto novamente pela milésima vez após o jogo, eu estou orgulhosa e não me esforço nem um pouco para esconder isso.
— Já. — fala rindo e me puxa pela nuca para um beijo. O beijo começou calmo, mas foi ficando rápido e cheio de vontade após alguns segundos, Júnior passava sua outra mão pela minha coxa, me causando arrepios, o que me fez romper o beijo para que não surgisse mais vontade dentro de mim. — Não 'tá afim de me dar meu presente não? — pergunta, próximo ao meu ouvido e toda minha sanidade sai correndo de dentro do meu ser.
— Mais tarde, tá bom? — dou um sorriso, tentando me manter sã, embora fosse quase impossível observando seu sorriso ladino e sua feição maliciosa.
— Agora seria o momento perfeito pra gente dar uma fugidinha, amor. — tenta me convencer. — Eu nem queria vir, preferia ter ficado no quarto contigo. — insiste.