As faces do Doutor Fobos

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Ele correu pela casa assombrada atrás de sua amiga, ele percorreu aquela construção sombria e assustadora, sua lanterna iluminava o caminho que ele seguia, mas a luz branca que ela emitia não confortava Jackson. Um herbívoro como ele está em completa desvantagem, ele sabe que esqueceu as pilhas em casa e cedo ou tarde, a lanterna irá se apagar, o medo tomava o seu corpo como correntes. Seus pêlos se arrepiaram quando sentiu algo passando atrás dele, rapidamente ele se virou e iluminou o caminho que ele já havia andado.

A respiração começou a piorar, assim como o seu coração que começou a bater mais rápido, os olhos fixos no escuro, ele não quer encontrar nada que não seje um monstro ou algo do tipo. Seu caminhar de costas estava trêmulo, ele ia lentamente caminhando de costas até que chegou no limite, ele colidiu com algo sólido e frio, suando ele se virou e encarou uma grande estátua prateada de um canídeo arlequim.

A estátua mantinha-se em uma pose caótica, ela mantinha o braço direito levantado segurando um bastão com um rosto sorridente na ponta, o braço esquerdo jogado para trás e ela estava equilibrada na ponta do pé direito e a perna esquerda erguida para trás como uma bailarina. Jackson assustado recuou enquanto iluminava aquela estátua que brilhava ainda mais, logo uma risada ecoou pelo lugar.

Jackson – Mary? É...você?!!

O cervo começou a suar frio, os olhos focados na estátua que como uma bailarina mexeu o braço direito, o bastão começou a pegar fogo inexplicavelmente, os olhos da figura começaram a exalar um brilho vermelho. Jackson gritou, a lanterna caiu no chão, a luz piscou com o choque e se apagou mergulhando os dois na escuridão da casa assombrada.

(P.V Gary) – Parte feita por Tlalocdaschuvas

Fighter: Sinceramente, que ódio! – Dizia ele, batendo pela milésima vez naquela maldita roda.

Ele parece ter realmente uma raiva enorme de rodas gigantes, porque, nossa...passamos todo um tempo aqui porque ele quer porque quer derrubar ela, e está tão determinado a isso que bate, e bate, e bate no metal da base, o som reverbera pelo parque de maneira a ecoar, era quase como estar em uma caverna vazia, cujo o único som eram aqueles irritantes socos no metal.

Gary: Olha...acho que já está bom de bater, graças aos seus socos, essa lata velha deve cair ainda mais rápido do que cairia normalmente.

Fighter: Eu sei, mas eu quero que caia agora! – Exclamava dando mais um soco, o reverberar característico do metal ecoou, junto de um som de ranger, a roda gigante estava cedendo. – ISSAÍ!! – Exclamou com um sorriso enorme e sádico, dando um soco ainda mais forte na Roda gigante. – CAIA!! CAIA!! CAIA COM OS VIADOS FRACOTES, SUA MERDINHA!!

Mordi a minha língua com a fala ridícula, minhas penas se eriçaram e meu âmago se retraiu, uma chama de ódio queimava em mim enquanto eu arranhava o meu próprio braço para conter a minha ira.

Karen, Allie Bernard,

Fighter: POR TODOS AQUELES VIADINHOS, PELO BERNARD, PELA VADIA DA KAREN E DA ALLIE, POR AQUELE LAMBE-PIKA DO CARLOS E POR AQUELE MERDINHA DO KAZUCHI, CAIA!! – Exclamava em êxtase, imerso em um frenesi de loucura e fúria.

Gary: CALA A BOCA!! – Minha boca exclama ao ouvir o nome de Kazuchi.

Fighter parou o soco que iria dar, para olhar diretamente para mim, o seu olhar azul me fazendo tremer, tamanho o ódio do urso.

Fighter: Como é?

Gary: E-eu falei...PARA CALAR A BOCA!! – Exclamo, agora mais consciente de mim e de meus atos. – LAVE ESSA BOCA CHEIA DE BOSTA PARA FALAR DELES, OUVIU?!!

Max (Uma história furry) 6 temporada: Dia das bruxasOnde histórias criam vida. Descubra agora