capítulo 31

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Lucifer ON

Deixo minha mulher conversando com seus pais verdadeiros e sigo até a cozinha beber um copo de água, no caminho sorrio ao me recordar da carinha feliz que Clara fez ao relembrar do passado e descobrir que não é filha daquelas pessoas que só lhe fizeram mal, só espero que seus novos pais sejam diferentes ou terão o mesmo fim que os antigos. Irei fazer aqueles vermes se arrependerem de ter estragado a vida da minha pequena humana, e como não posso matar humanos ire fazer aqueles dois viverem o verdadeiro inferno na terra, vou mostrar a todos que ninguém se mete com minha mulher e sai impune.

Lucifer: eles vão me pagar - falo sorrindo diabolicamente enquanto meus olhos focam vermelhos

Pai: falando sozinho filho? - pergunta me fazendo levar um pequeno susto, o que me faz revirar os olhos pois aonde já se viu o diabo se assustando

Lucifer: o que você está fazendo aqui pai? - pergunto sério

Pai: vim fazer o almoço para minha nora, quero que minha neta nasça forte - fala sorrindo - o que achou dos seus novos sogros? Clara está feliz com eles e vai ficar ainda mais quando o irmão dela chegar

Lucifer: eu não tenho que achar nada, desde que minha mulher esteja feliz está tudo bem, mais eles que não façam clara sofrer ou irão me pagar caro por isso - falo sério

Pai: nem pense em matar humanos Samael! Você sabe que isso é estreitamente proibido - fala me fazendo revirar os olhos

Lucifer: não irei matar ninguém pai, mais que foque claro que irei punir a todos que fizeram minha mulher sofrer - falo sério

Pai: filho a morte já serve para isso, quando chegar a hora todos irão pagar por seus pecados - fala me olhando

Lucifer: sei disso, mais não custa nada eu ajudar a antecipar e prolongar o sofrimento daqueles infelizes - falo sorrindo e ele nega com a cabeça

Pai: guardar rancor não leva a nada filhos, mais não irei interferir, te criei para ter livre árbitro só espero que não se arrependa no futuro - fala e me entrega uma taça

Lucifer: o que é isso? - pergunto gostando do sabor

Pai: suco de frutas vermelhas - fala sorrindo - maravilhoso né?

Lucifer: é bom, mais ainda prefiro o refrigerante dos humanos - falo fazendo ele rir

Pai: quando você vai parar de fingir que não gosta das coisas que faço? - pergunta com um sorriso irritante nos lábios

Lucifer: não estou fingindo nada - fala dando de ombros - eu vou ver como minha mulher está

Pai: aproveita e avisa a todos que o almoço está quase pronto - fala e eu saio da cozinha

Volto para a sala e encontro minha pequena humana conversando animada com seus pais que aparentemente estão lhe contando alguma coisa do passado a ela. Me aproximo aos poucos e assim que notam minha presença ficam em silêncio, então apenas me sento ao lado de Clara que pega na minha mão em seguida entrelaça nossos dedos enquanto sorri lindamente para mim.

Clara: amor eles realmente são meus pais verdadeiros, não sou filha daquelas pessoas desprezíveis - fala sorrindo para mim

Lucifer: fico feliz por você minha pequena humana - falo sorrindo para ela e deixo um beijo em sua testa, em seguida me viro para meus sogros - se vocês fizerem minha mulher sofrer irão me pagar carro assim como aqueles desgraçados

Clara: amor! - fala com os olhos arregalados

Richard: a última coisa que queremos é ver nossa filha triste, desde que sabemos da existência de Maria Clara ela é a nossa princesinha, ela foi uma criança desejada e muito amada por nós, mais infelizmente não pudemos fazer parte de todo seu crescimento, mais agora que a reencontramos iremos fazer de tudo para que nossa filha seja feliz e muito amada por nós - fala e vejo sinceridade em suas palavras

Alessandra: eu quero te agradecer por tudo o que fez pela nossa filha, ela nos contou que você a livrou dos falsos pais e que lhe deu todo amor que ela precisava - fala me olhando

Lucifer: eu só fiz o meu dever, é minha obrigação manter minha mulher e filha seguras, protegidas e principalmente dar todo amor possível para elas - falo sério e vejo minha pequena sorrir

Alessandra: mesmo assim muito obrigado - fala sorrindo de lado - qual é o seu nome mesmo querido?

Lucifer: Lucifer - falo e vejo meus sogros ficarem sério

Alessandra: você tem o nome do diabo? - pergunto incrédula

Lucifer: eu sou o diabo - falo sincero

Richard: filha ele é como aquele cara da série? - pergunta olhando para minha mulher

Clara: papai ele está falando sério, o Luci realmente é o diabo - fala sorrindo

Alessandra: bom se vocês ficam felizes incorporando esse papel iremos concorda - fala sorrindo e eu reviro meus olhos

Pai: família o almoço está pronto - fala aparecendo na sala

Clara: sogro! - fala indo abraçar ele - eu não sabia que o senhor estava aqui

Pai: Samael você não os visou? - pergunta me olhando

Lucifer: eu esqueci e amor meu pai praticamente se mudou aqui pra casa então não se surpreenda tanto com isso - fala os olhando - e pai meu nome é Lucifer

Pai: eu te batizei como Samael portanto esse é o seu nome - fala me olhando

Lucifer: esse era meu nome até o senhor me mandar para o inferno - fala sério

Pai: achei que isso já tinha ficado no passado filho? - fala me olhando

Lucifer: acho difícil deixar milhares de anos no passado pai - falo sorrindo de lado

Clara: vocês não vão começar a discutir agora né? - pergunta chamando nossa atenção

Lucifer: não meu amor, vamos almoçar que vocês devem está com fome - falo levando uma mão até a barriga dela que sorri concordando

Pai: vamos minhas crianças, preparei o prato preferido de vocês - fala olhando para meus sogros que olham para ele como se o mesmo fosse maluco

Seguimos todos até a sala de jantar onde a mesa estava completamente lotada, então nos sentamos e assim que nos servirmos comecemos a comer enquanto conversávamos. Durante o almoço percebi que minha pequena prestava atenção em tudo o que seus pais falavam e sempre perguntava pelos avós e irmão, só espero que ninguém mechueque minha pequena ou terá graves consequências pois não irei permitir que ninguém a magoe novamente.

O anjo caídoOnde histórias criam vida. Descubra agora