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Assim que entro no meu quarto pego uma mochila e coloco tudo que precisarei dentro dela.
—Vai fugir?—Indaga Ash, encostado na batente da porta.
Seus músculos reluziam com a luz do luar, que entrava pela enorme janela de vidro que havia em meu quarto.
O encaro.
—Não deveria estar aqui. Creio que Azriel ou Rhysand não gostarão nada de saber que invadiu o quarto da filha do Sol, para atormenta-la. Estou certa?— Após colocar um cantil de água dentro da mochila, a fecho, me virando na direção que estava o meio irmão do mestre espião.
Ele troca o peso de uma perna para a outra. Suas asas farfalhavam, são iguais a de Azriel, porém, menores.
—Não acredita que seja minha parceira, não é?
—Óbvio que não. Parceria é algo que não se tem certeza de início, e quando se tem, os dois sentem.
O homem se aproxima, me fitando.
10 passos nos separam.
5.
3.
1.
0.
Seu nariz está encostado no meu, seus olhos onix brilhantes me encaram com firmeza.
Ele cheira a hortelã, um cheiro suave cítrico.
Sinto uma conexão.
Um laço?
QUE PORRA É ESSA?
—Eu não entendo...
—Sentiu isso com Azriel?
Balanço a cabeça
—Foi o que eu pensei.—O homem sorri ladino.
—Quando soube?
—No momento em que a vi.— Seus olhos negros passeiam pelo meu rosto—Lindos olhos.
Me afasto.
—Estou indo para o chalé da Tecelã. Sabe onde fica?—Cruzo os braços.
—Sei. Quando iremos?
—Iremos?—Rio com escárnio–Irei sozinha.
—Então se vira, bonitinha.—Ele se vira para ir embora.
Merda. Preciso dele.
—Espere.—Peço, e ele se vira. —Ao alvorecer.
Ele assente, sorrindo.
—Te vejo ao alvorecer, bonitinha.
Não dormi naquela noite.
...
Estou ao lado de fora, os tons de magenta e laranja tomam os céus.
Estou com um moletom preto, e uma calça de couro estilo Ilyriana. Meus cabelos estão soltos e estou usando uma bota de couro sem salto, para facilitar.