- O que você quer, Holland? O que você mais quer da vida?
- você!
- não, querido, falando sério. Só depende de você
- só você, meu amor. Para mim você é meu lar
Baseado em : sweet home
S/n já sofreu de tudo nessa história !
Não.
Ela acha que j...
Corri para o outro lado da varanda para ver o que ele estava fazendo, e lá estava ele, escalando a treliça de madeira que subia pela parede
- Tom, cuidado! O que está fazendo? Endoido? Ele olhou para cima com seus olhos brilhando através das estrelas - estou indo ver minha Julieta
Cambaleei para trás... ele estava vindo me ver... no meu quarto... sozinha
Merda
Duas mãos pousaram na grade da minha varanda e então Tom passou por cima dela, ficando cara a cara comigo, limpando suas mãos no jeans de sua calça. Assim que ele me olhou, perdeu o fôlego, suas mãos se paralisaram sobre sua coxa, desfrutando da imagem do meu corpo na camisola
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Olhando para meus pés, me contorci internamente, pensando como estava exposta. Levantei minha cabeça confiante para explicar que eu já estava indo dormir quando ele apareceu, mas ele já estava na minha frente, a poucos centímetros.
Olhos grandes e escuros embeberam-se de cada curva de meu corpo; ele passou a língua longa e rosada sobre os lábios, e vi seu olhar vagando do meu quadril para meus seios
Tom levantou sua mão e passou sobre meu cabelo
- gosto do seu cabelo solto- ele disse com a voz rouca, como se doesse falar
Automaticamente coloquei a mão em meu cabelo, mas a palma da minha mão recaiu na dele. Tentei recuar, mas seus dedos capturaram os meus, e ele os abaixou para a lateral de nosso corpo. Quando olhei para baixo ele estava acariciando minha mão com o polegar, fazendo meu braço se arrepiar. Tom gentilmente tirou meus cabelos do ombro, passando os dedos na pele exposta
Meus olhos se fecharam e meus mamilos se enrijeceram, roçando de maneira dolorosa no tecido de cetim
- Tom? O-o que você está fazendo?
Seu hálito de hortelã tocou na minha pele
- Não sei direito. Mas não quero parar - Tom, eu não acho...- abri os olhos ao ouvir o repentino som cortante de membros da irmandade retornarem embriagadas, interrompendo nosso momento. Se elas não tivesse tão bebadas, com certeza conseguiram nos ver aqui em cima, nos tocando, ficando mais próximos cada segundo
Tom tocou seu nariz em meu pescoço; minhas costas se arquearam automaticamente, rendendo-se a seus movimentos
- nós... nós precisamos parar
Gemendo, ele lambeu minha pele queimada do sol
- não, sn. Eu me contive por muito tempo. Tentei ir devagar, mas não dá mais. Não quero mais significar nada pra você. Eu te quero. Te desejo muito... - Tom. Não é uma boa ideia. Eu não posso fazer isso - É claro que pode- ele disse cerrando os olhos confuso, descendo sua mão até minha cintura. Empurrei seu peito para longe - Por favor... só espere um pouco- Tom deu um passo para trás e piscou os olhos surpreso- o que foi?- perguntei analisando sua reação - Ninguém nunca me disse um "não " antes- ele disse perdido - Está falando sério? - Estou - Isso é ridículo!- digo dando uma risada
Ele se aproximou com um sorriso, roçando as pontas dos seus dedos no meu braço e parando sobre meu quadril
- mas é verdade - você não quer isso? Você não me quer? - Tom... eu - O quê? - ele perguntou impaciente - Voce é muita coisa para digerir, você sabe - Eu sei- ele abriu um sorriso convencido - Não sei o que quer de mim. Você me deixa confusa e não estou acostumada com isso
Chegando mais perto ele envolveu minha cintura com seu braço, declarando
- Então me deixe mostrar o que eu quero. Pare de lutar contra isso, porra
Tentei me soltar dele
- não Tom, isso é.... - Eu quero ficar com você- ele insistiu, quase implorando - qual é Shakespeare? Eu preciso de você. Diga que me entende! Diga está tão afim de mim quanto eu
Fechei os olhos e senti a mao dele descendo até o fim das minhas costas
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Era bom demais. Não havia o que descurtir, eu ia ceder
- entre- eu disse, deixando o desejo transparecer em minha voz
Tom encostou a testa na minha e suspirou de alívio. Pegando a mãos dele, tirei-o da varanda e fechei a porta sem fazer barulho. Quando me virei para traca-lá, senti um calor mas costas, e Tom envolver a minha cintura com os braços, massageando minha barriga por cima do tecido fino enquanto se inclinava e dava beijos suaves abaixo da minha orelha. Dedos cuidadosos moveram se até meu quadril e me puxaram para trás na direção de sua virilha, que endureceu em resposta ao meu contato.
Me virei em seus braços, assim que fiquei de frente para ele, seus lábios capturaram os meus, em um movimento suave. Levantei às mãos agarrando seus cabelos, trazendo ele para mais perto. A língua dele experimentou mais de mim, e ele avançou mais, acariciando minha pele com movimentos fortes e carinhosos
Eu estava perdida nele.
Soube naquele momento que as coisas haviam mudado categoricamente para mim, que eu nunca voltaria ao estado pré- Tom. Meu corpo desejava o que ele oferecia e meu coração não me permitirá resistir
Tom me girou em seus braços e, sem interromper nosso beijo, empurrou-me para trás até que minhas pernas bateram na cama e nós escorregamos para baixo, com o corpo dele se acomodando sobre o meu. Gemidos altos de aprovação me incitaram a continuar, e correspondi a seu entusiasmos com tudo o que eu tinha
Minhas mãos passaram de seus cabelos para a barra da camiseta, entrando sob ela, e meus dedos traçaram círculos em sua pele macia, enquanto ele deva gemidos roucas em minha boca e o murmúrio vibrava junto a nossas línguas em duelo. Ele acariciou minha cintura e continua descendo. Dedos longos e experimentes tocaram leve te minha voz, e ele separou a boca da minha.
O olhar de Tom desceu, e senti sua mãos subindo, passando da barra da minha camisola. Interrompi-o, ele ficou paralisado, apenas olhando para mim