Na minha humilde opinião, esse foi o melhor imagine que eu já escrevi. Tentei citar a maior parte possível de situações da música e acredito ter conseguido. Caso nunca tenham ouvido a música, seria interessante que ouvissem, mas caso não ouçam, não tem problema, vocês vão entender a história do mesmo jeito.
Não sejam leitores fantasmas, VOTEM! Boa leitura e espero que gostem. Beijinhos 😘
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sɴᴘᴏᴠ / ᴅᴏᴍɪɴɢᴏ, 02:37 📍sᴀʟᴠᴀᴅᴏʀ, ʙᴀ
- Eu te odeio, Diogo. - Digo enquanto rio e tomo mais um gole de vinho.
Diogo: Para! Todo mundo sabe que você é louquinha por mim. - Ele pega a garrafa de vinho da minha mão e para no meio das minhas pernas.
Eu estava sentada na bancada da cozinha da casa dele, vestida apenas de uma camiseta gigante estampada com uma foto do Baco e uma parte da letra de uma de suas músicas. Presente de fã.
Rio irônica do que ele disse e tento tomar o vinho da mão dele. Ele afasta mais ainda a garrafa de mim, me impedindo de pegar. Ele aproxima mais seu corpo do meu e aperta minha coxa.
Diogo: Vai negar, Sn? - Ele aproxima nossos rostos e diz com os lábios grudados nos meus. - Diz que não me ama mais. Diz que nunca mais volta pra mim.
Sinto meu corpo arrepiar. E na tentativa de me afastar do corpo dele, acabo esbarrando minha mão na taça vazia, fazendo com que ela caisse no chão e se quebrasse por inteira.
Ele dá uma leve risada da situação e logo depois começa a catar os cacos de vidro espalhados pelo chão. Vou atrás de uma pá e vassoura pra varrer os cacos menores. Depois de já termos limpado, volto a sentar no mesmo lugar onde eu estava. Bebo um longo gole de vinho na tentativa de afogar todos os meus sentimentos.
Vejo o Diogo caminha até a janela e acender um cigarro. Ele dá alguns tragos e se vira pra trás me oferecendo o cigarro.
Diogo: Quer? - Desço da bancada e vou até ele.
- Dividindo cigarro? - Dou um trago e logo devolvo pra ele.
Diogo: Só divido com que eu amo. - Ele me encara e eu reviro os olhos. Pego o cigarro dos dedos dele. - Você insistente tanto em dizer que não me ama mais, mas a uma hora atrás 'tava gemendo meu nome por essa casa inteira. Não há um comodo dessa casa onde eu não tenha te fodido hoje. - Ele me abraça por trás e deixa um selar em meu pescoço.
- O que eu posso fazer? O sexo é bom! - Dou mais alguns tragos e estendo o cigarro a ele de volta, que recusa. Dou o último trago e apago o cigarro.
Diogo: Sabia que eu já fiz uma música pra você? Mas achei especial demais pra publicar e virar só mais uma que eu canto nos shows. - Me viro, ficando cara a cara com ele, e passo meus braços pelo seu pescoço.