Outro imagine que eu tive que reescrever. Mas esse foi porque eu achei ele uma merda. Eu gostei desse, achei que ficou bonitinho, porém, ao mesmo tempo, não gostei muito não.
Espero que gostem! Boa leitura, vidas. Não esqueçam de votar, tá bom? Beijinhos 😘
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sɴ ᴘᴏᴠ's / sᴇɢᴜɴᴅᴀ-ғᴇɪʀᴀ, 02:38 📍ɢʟóʀɪᴀ, ʀᴊ
Bufo, puta com o Kaique e entro em meu apartamento. Ele entra logo atrás de mim e fecha a porta. Me viro para poder encarar o mais alto e ele também me encarava.
Kaique: Eu não 'tô afim de discutir, Sn. - Ele passa por mim e eu o sigo.
- Então admite que 'tava dando mole praquela' puta! - Ele para no meio do corredor e volta a me encarar.
Kaique: Será que você pode parar de ficar xingando a minha fã? Ela pediu uma foto e eu tirei, só isso! - Rio, completamente sem humor.
- Só isso? Se tivesse sido só isso eu não 'tava surtando agora. Ela, literalmente, endireitou o decote na sua frente pra vê se você iria olhar pros peitos dela. Ela 'tava tão grudada em você que achei que iriam se fundir. E ainda saiu do camarim rebolando aquele cu seco dela. - Ele revira os olhos.
Kaique: Se ela realmente fez tudo isso, como você 'tá falando, eu não vi!
- Não viu? Para de se fazer de sonso, Kaique. - Aumento meu tom de voz. - Olha nos meus olhos e diz que viu que ela 'tava dando em cima de você e só não ficou com ela porque eu estava lá. Vai, fala.
Kaique: Você perdeu completamente a sua razão agora. Pra mim 'tá tudo bem você ficar com ciúmes, mas você 'tá me acusando de ser infiel a você. 'Tá dizendo que eu te trairia se você não estivesse lá. Talvez devesse terminar comigo. Quem te garante que eu não te traio quando 'tô em São Paulo e você aqui no Rio? Pode ter certeza que, se eu tivesse visto ela dando em cima de mim, eu teria cortado.
Ele volta a caminhar em direção ao meu quarto e eu continuo ali parada. É, acho que vacilei dessa vez. Decido não ir pro quarto, precisamos de alguns minutos pra acalmarmos a mente.
Caminho até a cozinha e abro a geladeira. Eu preciso ir no mercado urgentemente. Pego o restante de brigadeiro que havia ali, será a minha janta, e vou até a sala e me sento no sofá. Enquanto eu comia, pensava em tudo que havia dito pro Kaique. Ele estava certo por estar chateado.
Kaique sempre tenta me passar confiança e nunca desconfiei dele. Eu nunca tive a preocupação de ele me trair quando estivesse em SP porque ele nunca me deixou ter algum tipo de desconfiança dele. Não faz nem sentido eu ficar tão puta com o que aconteceu hoje, eu literalmente não me importo com o fato de ele morar em outro estado e surtei por terem dado em cima dele.
Termino de comer o brigadeiro e deixo o prato na pia. Vou até meu quarto e me sento na cama. Kaique dormia, ou fingia. Ele usava apenas um short, eu espero que ele tenha tomado banho e não só trocado de roupa. Passo minha mão pela suas costas e deixo um beijo ali.
Me levanto e pego uma roupa em meu guarda roupa. Saio do meu quarto e entro no banheiro. Eu me recuso a dormir sem tomar banho. Tiro minha roupa e me enfio embaixo da água quente que saia do chuveiro. Tomei um banho rápido e logo já estava pondo meu pijama.
Voltei ao meu quarto e me deitei ao lado do Kaique. Eu iria dormir, porém detestava a ideia de ir dormir brigada com meu namorado. Me viro e chamo pelo nome do meu namorado, que se vira e passa a me olhar.
- Achei que estivesse dormindo.
Kaique: Não quero dormir brigado. - Ele estava sério. Sabia que ainda estava chateado.
- Me desculpa pelas coisas que te disse. Eu não tinha motivos pra reagir daquele jeito. Ela deu em cima de você mas você nem ao menos se importou com ela o suficiente pra reparar. Você não me dá motivos pra desconfiar de você. Se eu achasse que você pudesse estar sendo infiel a mim, eu teria terminado a muito tempo. Até porque, o que mais ouço são as pessoas dizendo é que você deve me trair quando está em São Paulo.
Kaique: Eu realmente não percebi que ela estava dando em cima de mim. Eu só queria tirar foto com todo logo pra poder vir pra cá e ficar com você o máximo de tempo possível.
- Me desculpa por ter desperdiçado o tempo que deveríamos estar juntos brigando com você.
Kaique: 'Tá tudo bem. A gente ainda vai ter o dia todo amanhã. - O encaro, surpresa.
- Você vai ficar amanhã? - Ele deita por cima de mim sem depositar seu peso.
Kaique: Vou embora na quarta a tarde. - Sorrio. Passo meus braços por seu pescoço e deixo um selinho em seus lábios.
- Eu quero te levar pra conhecer alguns lugares do Rio amanhã.
Kaique: Eu 'tava pensando em outra coisa... - Reviro os olhos. Sabia exatamente no que ele 'tava pensando.
- Uma pena, amor. Amanhã nós vamos no Pão de açúcar e nós podemos ir no Parque Lage também. Na terça a gente pode almoçar no forte. De Copacabana. Eu diria pra gente ir amanhã, mas segunda não abre. - Ele começa a beijar meu pescoço.
Kaique: Eu continuo achando a minha ideia muito melhor. - Afasto seu rosto de meu pescoço. E seguro seu rosto em meus dedos.
- Nós podemos transar agora, na segunda, na terça e na quarta antes de você ir embora. Nós não precisamos do dia todo, só de alguns minutos. - Ele sorri e nós iniciamos um beijo.
Nossas línguas batalhavam pelo controle. Sua mão passa a percorrer o meu corpo e eu sinto estar cada vez mais quente. Kaique puxa minha blusa pra fora do meu corpo e eu logo volto a grudar nossas bocas, tendo total controle do beijo, dessa vez. E isso é uma coisa que eu posso dizer que ele teve a noite toda, e eu não 'tô falando apenas de beijo.
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