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Victória's pov:
- Cunhadinha, que saudades! - Leena disse me abraçando.
- Para, vai. Nem faz tanto tempo assim. - sorri.
- É que eu estava ansiosa para finalmente poder te chamar de cunhada de uma forma oficial. Finalmente meu irmão tomou vergonha na cara. - a loira olhou para Walker, que revirou os olhos.
- Seu amor por mim é impressionante, maninha. - o garoto ironizou.
- TORI! - Tanner entrou na sala de repente.
- TAN! - respondi rindo, pegando o garotinho no colo. - como está o melhor integrante da família Scobell? - perguntei e pude ver Walker e Leena ficarem incrédulos.
- Nunca mais fale comigo. - a loira fingiu irritação.
- Por que eu ainda te namoro, hein? - o loiro perguntou.
- Porque você gosta dela e não passa nem um minuto sem falar da Tori. Nem a Luna aguenta mais! - Tanner respondeu, fazendo eu e Leena soltamos uma risada.
- Nunca mais leio Percy Jackson 'pra você! - Walker exclamou e o pequeno riu, me abraçando.
(...)
-
Vem, Tori. Vamos brincar! - Tanner exclamou.
- Quer brincar do que, Tan? - perguntei e o garoto parou por uns segundos, parecendo pensar no que dizer.
- Desenho! Vamos desenhar com tinta! - exclamou e foi para o seu quarto, voltando com papéis, potinhos de tinta e pincéis na mão.
- Está bem, vamos fazer isso lá fora, para não sujar nada. - disse e puxei o garotinho para o quintal.
Começamos a fazer diversos desenhos. Dinossauros, castelos, dragões, tudo que era possível no mundo da fantasia. Tanner desenhou um astronauta encima da lua e estendeu o papel para mim.
- Quero ver um montão de estrelas quando eu crescer. Vou ser astronauta, médico, veterinário e caçador de dinossauros! - exclamou e eu sorri. - o que você quer ser quando crescer, Tori?
Apesar de ser uma pergunta boba, eu sempre pensei nisso. Sabe, meu futuro não está tão distante quanto o de Tanner, eu me formo daqui a dois anos e, por incrível que pareça, não faço ideia do que vou fazer quando a escola acabar.
- Não sei, Tan. Ainda não me decidi. - respondi.
- Mas você nunca teve um sonho? Tipo, algo que desde pequena você sonha em ser. - questionou, curioso.
Na verdade, tem sim.
- Ah, eu sempre me interessei muito por música, sabe? Estar encima de algum palco, me apresentando através de canções, sempre gostei disso. - respondi, me lembrando de todas as vezes em que sonhei estar no meu próprio show. Coisa de criança, pois eu sabia que dificilmente isso me traria algum futuro de fato.