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— TORI DIAZ —
Leena estacionou o carro em frente a uma casa grande, estava escuro, então não consegui observar muito bem.
— Divirtam-se crianças! — a loira falou. — Mas com juízo!
— Leena! Pelo amor de Deus — Walker repreendeu a irmã, que riu.
— Tchau, cunhadinha! — acabei entrando na brincadeira.
Antes de entrar na casa, Walker me parou.
— Calma aí — fiz cara de confusa.
— Que foi? — perguntei.
— Desbloqueia seu celular — ainda estava confusa, mas o desbloqueei e entreguei para o garoto.
Ele abriu a câmera e tirou uma foto própria.
— Espera aí, você não salvou meu contato? — ele perguntou, vendo a barra de notificações.
— Não! — disse simples, mas com um leve sorriso.
— Agora eu 'tô magoado! — um leve sorriso apareceu em seu rosto. Ele mexeu mais um pouco no meu celular e então me devolveu.
Assim que eu peguei, vi que ele tinha colocado a foto que havia acabado de tirar de si próprio na tela de bloqueio do meu celular.
— Isso é tão ridículo — eu disse dando risada.
— Ridiculamente fofo.
— Uhum, e a tua tela de bloqueio?
— Vou tirar agora. Sorri aí! — ele apontou o celular para mim e tirou uma foto, colocando no seu papel de parede. — Agora que eu percebi que estamos com roupas parecidas.
— Teria sido mais parecido ainda se eu tivesse achado minha jaqueta jeans, mas eu não tive essa sorte — eu fiz menção de entrar na casa.
Logo senti uma coisa quente nos meus ombros. Quando vi, ele tinha colocado sua jaqueta em mim.
— Você é muito brega, sabia?
— Uhum, vem — me puxou para dentro da casa.
Estava cheio de adolescentes ali. Música alta, muitas luzes e bebidas. Muitas bebidas.
— E aí, cara! — Aryan cumprimentou Walker com um toque específico deles. — Oi Tori, que bom que veio! — me abraçou.
— Oi Aryan, a festa tá linda! — tentei ser educada, não gosto de festas. — obrigada pelo convite!
— Eu que agradeço a sua presença. Fiquem a vontade!
Eu sorri e logo avistei Leah, sentada no sofá, mexendo no celular. A garota parecia odiar festas tanto quanto eu.