A parte final da batalha final (acaba pelo amor de Deus)

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 Bem-vindos ao último capítulo de Ordem e Caos! Depois de tanto tempo, finalmente chegou. Estou a mais de um ano planejando e escrevendo essa história, então é realmente bom finaliza-la. Obrigada a todos que acompanharam essa trajetória comigo e com o Matt, o co-autor! Espero que tenham se emocionado e se divertido com esses personagens que eu amo tanto. Muito, muito obrigada, e espero que vocês amem esse capítulo tanto quanto amaram a história inteira.

Avisando aqui que ainda tem um epílogo, então não é aqui que acaba, mas é o último capítulo, e blá, blá, bla, igual eu sempre faço com todas as minhas histórias.

Amo vocês, boa leitura seus fofuchos ♥️

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A primeira pessoa a avançar contra a criatura foi Wooyoung, correndo na direção do monstro enquanto acumulava nas mãos um ritual. Ele pulou na direção de Alterego, afundando a palma no peito dele, um brilho avermelhado se espalhou enquanto ele ordenava:

-Você não vai atacar a nenhum dos integrantes do meu grupo.

Alterego sorriu. -O que te faz pensar que vou seguir suas ordens?

Wooyoung estava utilizando um ritual de flagelo de sangue. Jung sorriu.

-Talvez a dor que eu te farei sentir.

Alterego ergueu sua mão de garras feitas de galhos e lodo, e atirou Wooyoung longe, como fez com Junseok pouco antes. Jung caiu no chão, machucado, mas sorriu.

Hongjoong foi o próximo a agir, utilizando novamente o ritual de cinerária, colocando seu cigarro na boca e acendendo, ele soltou a fumaça entre os dentes e murmurou:

-Cinerária...

Era o mais forte que podiam fazer.

Yeosang era o próximo a agir, utilizou um ritual de eletrocussão, um raio acertou Alterego, o fazendo brilhar em seus ossos.

O monstro riu das ações alheias.

-Hyein já falou...vocês sabem, não é? Se eu morrer nessa realidade, vou renascer no outro lado...

-Pai, a gente ainda pode acabar com isso!- Mingi insistiu. -Podemos resolver, podemos...

-Cale a boca, seu imprestável!- Alterego xingou. Mingi engoliu a seco, assustado com o pai. Ele ouviu todos aqueles xingamentos diversas vezes. Ele precisou pensar bem. Jogar uma de suas granadas machucaria as outras pessoas, e eles não estavam em condições de perder mais ninguém. Mingi ergueu sua espada e avançou na direção do pai, mas o nervosismo e o medo o fizeram apenas tocar a espada no monstro. Ele começou a chorar, se sentindo fraco, inútil...

-Você continua fraco como quando era um adolescente.

Mingi se afastou, tropeçando nós próprios pés. Wooyoung se colocou na frente do namorado e o olhou nos olhos.

-Mingya, não ouve o que ele diz. Nada disso é verdade, é bobagem, não dê ouvidos...

-É meu pai...- Mingi murmurou. -Eu não...Woo...- Song olhou nos olhos do Jung. -Faz isso por mim.

Wooyoung sorriu e tocou o rosto do namorado.

-Você não é inútil, Mingi. Você é a pessoa mais doce do mundo...eu te amo.

Song sorriu, emocionado. Ele deu um rápido abraço no outro e o empurrou.

-Vai, faz o que você precisa.

Jung sorriu e se virou para Alterego, que ria dos dois.

-Vocês viadinhos são patéticos.

-Reflita antes de falar dos outros, Song Hyuk!- Lee o repreendeu. -Você não é melhor do que ninguém por gostar de mulheres! Mingi sofreu muito por causa da sua homofobia!

ORDEM E CAOS Histórias para pegar e não largar. Descubra agora