capítulo 6

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Acabei o banho, vesti o roupão, fiquei com uma toalha no cabelo e fiz uma maquilhagem leve, não gosto de nada carregado

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Acabei o banho, vesti o roupão, fiquei com uma toalha no cabelo e fiz uma maquilhagem leve, não gosto de nada carregado.

Depois tratei do cabelo, hidratei bem, sequei e fiz uns caracóis nas pontas.

Finalmente fui escolher a roupa para o jantar. Visto umas cuecas de renda branca e um vestido vermelho lindo que o meu pai ofereceu-me no ano passado.
Calço uns saltos prateados, ponho umas argolas nas orelhas e acabo passando um perfume de baunilha.

(O vestido está na mídia pra quem quiser)

Pego uma mala branca da Louis Vuitton com os meus pertences e saio do quarto indo à procura do Beauchamp.

Chego na porta do quarto de hóspedes e quando ia bater à porta, ela é logo aberta pelo loiro vestido com uma camisa social da cor do vinho e umas calças pretas justas.

Beauchamp olha-me de cima a baixo e morde o lábio. Eu brinco com os dedos e sinto as bochechas arderem.

- Há quanto tempo tens esse vestido?

- Há um tempo já. - digo e ele passa as mãos pelos meus braços descendo até ao meu rabo onde dá uma apertada forte, que me fez arfar

- Estás magnífica. - sorrio fechado - Vamos, princesa. - pega a minha mão - Não nos podemos atrasar. - assinto

Descemos as escadas, saímos de casa e entramos no seu carro.
Logo ele começa a conduzir na direção do restaurante.

Olho pela janela e de repente sinto o Beauchamp pousar a mão na minha coxa e fazer carinho ali com o polegar.

Fico a olhar pra sua mão e antebraço que têm as veias levemente marcadas.
Tem alguma coisa neste homem que não seja perfeita?

Chegamos no restaurante, saímos do carro e ele passa o braço pela minha cintura que encaixou perfeitamente.

- Boa noite, têm reserva? - a mulher que fica na entrada pergunta-nos

- Boa noite. A reserva está em nome de Josh Beauchamp. - ela procura no tablet e assente

- Sigam-me, por favor. - entramos no lugar bem iluminado, tocava uma música instrumental no fundo bem baixa só para o ambiente ficar mais leve e por incrível que pareça, as pessoas não falam aos berros aqui - É esta a mesa. Já lhe vêm trazer o cardápio.

- Obrigada. - digo e enquanto ela se afasta, o Josh puxa a cadeira para que eu me possa sentar - Que cavalheiro. - sento-me a sorrir e ele senta-se à minha frente

- Depois de jantarmos, vamos pra minha casa, vamos ter o nosso momento e depois amanhã de manhã vamos conversar, ok? - assinto - Ok? - Pergunta de novo

- Sim, Senhor.

- Boa. - os cardápios chegam e nós vemos o que queremos

(..)

Forbidden desires || Josh BeauchampOnde histórias criam vida. Descubra agora