"- Porra, eu não deveria querer tirar sua roupa agora mesmo, devia? - ele sussurra
- Meu medo te excita, Willy?
- Oh querida, não imagina quanto."
𝒰m amor proibido, entre duas pessoas proibidas.
ℳadelyn Audore, uma assassina famosa, em toda a Amé...
Não sei explicar bem por quê, mas ninguém além dos amigos dele chegava perto.
Eu também nem tava ligando muito pra quem ele era... Mas, nossa... Que homem gato.
Cheguei um pouco mais perto, mas ainda fiquei ali na roda com os meus amigos.
Logo chegou o garçom da festa e o pessoal começou a pedir cerveja, drinks, essas coisas. Eu fui de vinho.
Com o meu trabalho, não podia me dar ao luxo de ficar bêbada — imagina soltar alguma coisa no meio de uma transa? Ia acabar presa logo no dia seguinte. Tava fora.
Todo mundo tava rindo e se divertindo, mas do meu lado... o tal do William (descobri o nome depois) não parava de me encarar. Com um olhar... malicioso?
Mas ele não tinha cara de pegador ou tarado. E mesmo com as mulheres babando nele, nenhuma se aproximava. Pareciam até com... medo?
Quem diabos era aquele cara? Eu precisava descobrir.
Meus pensamentos foram cortados por uma voz feminina gritando:
— Ei, Mad! Bora jogar verdade ou desafio?
Hesitei um pouco, mas aceitei e entrei na brincadeira.
A garrafa começou a rodar no meio da roda — a maioria já tava bem alta.
— Marriane, verdade ou desafio? — alguém perguntou.
— Desafio!
— Quero ver tu beijar alguém da roda por pelo menos 30 segundos!
Ela topou e foi direto no Mori, quer dizer, no Kai.
Se jogou no colo dele e o beijou com vontade. As mãos do Kai envolveram a cintura dela e o beijo parecia que eles iam se devorar ali mesmo.
Depois ela ainda beijou o pescoço dele por uns bons 10 segundos antes de sair do colo dele.
A garrafa girou de novo. O líquido dentro dela girando devagar, aumentando a tensão.
— William! Verdade ou desafio? — alguém mandou.
— Desafio — ele respondeu. E, meu Deus, aquela voz rouca fez minha mente viajar pras cenas mais safadas possíveis.
— Quero ver você fazer um body shot na Madelyn!
Ele topou na hora e pegou uma garrafa de vodka.
Ele me olhou com aquele olhar desafiador, e foi levantando devagar a borda do meu vestido até eu ficar só de sutiã. Joguei o cabelo pra trás rapidinho antes que ele derramasse a bebida — que, aliás, tava gelada pra caramba — no meu pescoço e no corpo todo.
Ele não tirava os olhos de mim nem por um segundo enquanto despejava vodka demais. Eu já tava toda arrepiada, e nem era só por causa do frio da bebida...
Ele se aproximou, quase em cima de mim, e começou com um beijo na bochecha. Depois foi descendo até o pescoço. Quando senti a língua dele, soltei um suspiro pesado.
Ele passou a língua devagar pelo meu pescoço inteiro, me fazendo esquecer do resto do mundo. Eu me contorcia sem nem perceber.
Ele não deixava uma gota pra trás. Foi descendo até o colo dos meus seios, depois a barriga — ali tinha bastante bebida, então ele ficou um tempinho, me fazendo arquear as costas e respirar fundo de novo.
Depois ele me encarou nos olhos. Em seguida, foi até a minha coxa, segurando de leve por fora, subindo, e passando a língua devagar, me fazendo tremer.
A respiração quente dele entre as minhas pernas me deixava fraca. E o pior é que eu tava gostando. Muito.
Ele voltou a subir, agora beijando atrás da minha orelha — onde ele também tinha derramado vodka. Eu comecei a me sentir mole, fraca... e irritada por estar tão entregue assim.
Queria que acabasse logo. Mas ao mesmo tempo... não queria que parasse nunca.
Ele deu um último beijo no meu pescoço. Foi mais forte, mais demorado... e eu sabia que ia deixar marca. Sem conseguir me segurar, gemi baixinho no ouvido dele.
— Eu vou continuar isso, Madelyn — ele disse, olhando nos meus olhos, com um sorriso malicioso.
Meu olhar desceu até a calça dele... e, bom, tinha um volume ali que não dava pra fingir que não vi.
Ele riu, se aproximou de novo e me ajudou a levantar da cadeira. Ajeitei o vestido rapidinho, mas foi aí que ele pegou minha mão e me puxou pra fora da roda.
— Foi mal, gente. A Madelyn não tá se sentindo muito bem... vou ajudar ela, tá?
A galera ficou meio desconfiada, mas assentiram.
Ele me levou até uma mansão... ou melhor, a casa dele.
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